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O vocábulo “declínio” (l. 32) poderia ser substituído, sem...

Por que cuidar da autoestima é importante para a carreira?

Por Blog PUCRS

01 A autoestima é a percepção de como alguém se en__erga no mundo. Quando baixa, pode

02 vir acompanhada de pensamentos incapacitantes – e é comum o uso de frases como “eu não

03 consigo fazer isso” ou “eu não sou bom em nada”. Muitas vezes, seu uso é atribuído meramente

04 .... aparência física de alguém. Ou seja, com o sentir-se bem com o próprio corpo. No entanto,

05 no mundo profissional, também é importante preservar uma boa autoestima intelectual.

06 Acreditar no próprio potencial aumenta .... confiança do profissional e o impulsiona em

07 direção a novos desafios e oportunidades. Quem está bem consigo mesmo é capaz de sair da

08 zona de conforto e assumir grandes responsabilidades – afinal, essas pessoas acreditam em sua

09 capacidade para executar .... tarefas propostas. Segundo a consultora em carreira e psicóloga

10 Bruna Weirich, uma das principais dúvidas dos assessorados pelo PUCRS Carreiras é como

11 fortalecer a autoestima para a tomada de decisões mais acertadas e condi__entes com seus

12 valores e objetivos.

13 A formação técnica e acadêmica é de extrema importância e muito valorizada no mercado

14 de trabalho. Entretanto, não basta um profissional esperar o reconhecimento de terceiros se ele

15 não se considera digno de merecimento. Principalmente, porque isso favorece a autossabotagem.

16 Ou seja, a pessoa passa a criar empe__ilhos consciente ou inconscientemente em suas

17 atividades. Assim, o processo é dificultado e o resultado pode não ser o esperado, favorecendo

18 que esse ciclo se repita. “Uma pessoa com baixa autoestima pode acabar não encarando os

19 desafios que são necessários para crescer na carreira e se desenvolver profissionalmente. Pode

20 acabar evitando tomar decisões importantes levando à estagnação profissional, dificuldade em

21 aceitar feedbacks e medo excessivo do fracasso, esses são apenas alguns dos problemas

22 enfrentados por pessoas com essa característica”, explica Bruna.

23 Imagine uma situação hipotética em que um chefe delega uma tarefa complicada a um

24 funcionário com pouca autoestima. É possível que ele negue essa responsabilidade, por mais que

25 a oportunidade e a recompensa sejam boas, pelo medo do fracasso. Enquanto isso, alguém que

26 está autoconsciente de suas habilidades não apenas assumirá esse desafio como também

27 aprenderá e buscará crescer com possíveis falhas ocorridas ao longo do percurso.

28 Dessa maneira, o crescimento profissional pode acabar prejudicado, visto que não serão

29 ofertadas oportunidades cujos ganhos podem proporcionar um impulsionamento na carreira.

30 Afinal, é necessário assumir responsabilidades para ganhar promoções ou conquistar aquela vaga

31 dos sonhos.

32 Quando a autoestima está em declínio, é possível que se origine a chamada “Síndrome do

33 Impostor”. Essa condição ainda não é reconhecida como transtorno mental pela Organização

34 Mundial da Saúde, mas é assunto de muitas terapias no Brasil e no mundo. De acordo com Gail

35 Matthews, psicóloga e pesquisadora da Universidade Dominicana da Califórnia, 7 a cada 10

36 profissionais enfrentam esse problema. Essa síndrome é caracterizada pelo sentimento de

37 insuficiência e pela sensação de ser uma fraude mesmo diante de uma carreira bem-sucedida.

38 Entre os sintomas, está o medo de ser desmascarado e a consequente autossabotagem derivada

39 disso. Esse receio pode gerar outros problemas como ansiedade e sentimento excessivo de

40 angústia. A depender da gravidade da situação, podem ser desencadeados transtornos mentais

41 mais graves e, até mesmo, incapacitantes.

(Disponível em: www.pucrs.br/blog/autoestima-carreira/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

O vocábulo “declínio” (l. 32) poderia ser substituído, sem prejuízo ao sentido do texto, por:


A

Baixa.


B

Crescimento.


C

Consolidação.


D

Foco.


E

Evidência.