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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Por que se acredita que o número 13 dá azar?
Apesar de não passar de superstição, a crença continua na influência maligna do 13 está tão arraigada em certas Culturas que até mesmo uma profissão como a construção civil é afetada por ela. Isso é mais comum do que você imagina no século 21. Alguns edifícios, incluindo blocos de apartamentos e hotéis, ignoram totalmente o 13.
O 13º andar pode ser denominado de 12A ou utilizado para abrigar alguma área de manutenção em vez de apartamentos ou escritórios. Outros, como hotéis mais anos, saltam direto do 12º para o 14º. Ao longo do tempo, várias fontes foram apontadas como "culpadas" pela suposta má sorte do 13.
Uma delas está ligada ao Cristianismo — havia 13 pessoas na última ceia de Jesus Cristo, que aconteceu pouco antes de ele ser traído por Judas Iscariotes, o 13º a sentar-se e preso por blasfêmia.
Da mesma forma, na mitologia nórdica, Loki, o deus da maldade e do engano, é o 13º convidado em um jantar dos deuses, onde engana um dos filhos de Odin para que mate outro.
O medo do 13 — oficialmente chamado de triscaidecafobia — aumenta quando é associado à sexta-feira, que é constantemente associada à má sorte porque foi o dia em que Cristo morreu.
Mas por que as pessoas em sociedades supostamente esclarecidas ainda se apegam a tal crença? Porque, surpreendentemente, é uma crença bastante modema e não com séculos de tradição, de acordo com a professora da Universidade de Cardiff, Juliette Wood, especialista em mitologia e folclore.
“Não é folclore porque não é uma tradição antiga. Não tem nada a ver com o fato de haver 13 pessoas na última ceia”, disse ela. Em vez disso, ela diz que é essencialmente uma criação midiática que se tornou popular por volta da virada do século 20, que se tomou uma espécie de folclore moderno por direito próprio e é reforçada através dos meios de comunicação, incluindo filmes como Sexta-feira 13.
Wood diz: “Adoramos superstições. Adoramos dizer, neste mundo altamente mecanicista e altamente incerto: “Ah, bem, é uma tradição'.* "Parece ir contra todo o sentido, mas ser capaz de atribuir algo a um poder exterior, não malévolo, mas certamente fatalista, de alguma forma nos faz sentir mais confortáveis e menos inseguros.
https:/www.bbc.com/portuguese/articles/
cgrrp24pjw5o adaptado
Por que as pessoas em sociedades supostamente esclarecidas ainda se 'apegam' a tal crença?
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Transitivo direto.
Transitivo indireto.
Bitransitivo.
Intransitivo.