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é muito importante aprender coisas novas sempre, e o...

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 4, leia o texto abaixo.

Temos a tendência de memorizar os fatos de nossa vida, positivos ou negativos, que apresentam alta carga emocional. Isso envolve estruturas cerebrais, como a amígdala, e redes neurais, como o sistema dopaminérgico, mais conhecido como sistema de recompensa.

Considerando nossas memórias autobiográficas, a notícia ruim é que não temos autonomia para decidir o que vai ser memorizado. Fatores como transtornos depressivos, transtornos de ansiedade e mesmo o estresse afetam o processamento de memória em todas as suas fases, sejam elas a de aquisição, a de consolidação & a de recuperação da lembrança.

O que vivenciamos no dia a dia pode — ou não — ser memorizado. E isso é bom, pois informações ou vivências irrelevantes são mantidas apenas por curto período de tempo no nosso cérebro. É o que se denomina de memória de curta duração.

Outras informações ou vivências perduram por dias, meses e até por toda a vida. São as chamadas memórias de longa duração. Logo, temos sistemas de curta e de longa duração. E essas informações consolidadas no sistema de longa duração têm conteúdos específicos.

Em relação a esses conteúdos, as memórias podem ser classificadas em “tipos” ou categorias diferentes: memórias não-declarativas, como as de procedimento (andar de bicicleta ou nadar, por exemplo), que são, após consolidadas, realizadas de forma automática; memórias declarativas, que podem ser autobiográficas ou semânticas (como o conhecimento que você tem de biologia).

A capacidade de reorganização e adaptação do cérebro pode ser induzida ou facilitada mediante a aprendizagem. Por isso, & muito importante aprender coisas novas sempre, e o envelhecimento não é desculpa para o chamado sedentarismo intelectual.


(Adaptado de: SOARES, Edvaldo. Disponível em: https://theconversation.com)

é muito importante aprender coisas novas sempre, e o envelhecimento não é desculpa para o chamado sedentarismo intelectual


O emprego da vírgula que antecede a conjunção “e” se justifica porque


A

indica a omissão de um verbo.


B

está precedida por uma oração intercalada.


C

equivale a “mas”.


D

liga orações com sujeitos diferentes.


E

separa orações coordenadas.