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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Mais sarampo, menos malária...
1 Durante janeiro, agências internacionais publicaram
2 comunicados chamando atenção para o alarmante
3 aumento dos casos de sarampo, principalmente na
4 Europa. A Organização Mundial de Saúde (OMS) já
5 havia lançado em dezembro relatório mostrando alta no
6 número de casos na Europa durante 2023. Foram
7 registrados mais de 30 mil casos entre janeiro e outubro
8 de 2023, contra apenas 941 casos em 2022. Desses, 21
9 mil foram casos de hospitalizações e cinco mortes. Dos
10 53 países da região europeia da OMS, 40 reportaram
11 casos de sarampo. Dois em cada cinco atingiram
12 crianças com menos de quatro anos.
13 O Centro de Controle de Doenças Infecciosas dos
14 EUA (CDC) publicou em 12 de janeiro a lista dos países
15 mais afetados por surtos de sarampo no mundo. São
16 eles: lêmen, Índia, Cazaquistão, Etiópia, Rússia,
17 Paquistão, Quirguistão, República Democrática do
18 Congo, Iraque e Azerbaijão. Rússia e Cazaquistão
19 apresentam os piores cenários, com aproximadamente
20 10 mil casos cada. Na Europa Ocidental, um país se
21 destaca, mesmo não estando entre os mais afetados: o
22 Reino Unido aparece com 183 casos.
23 Taxas de vacinação para sarampo, e outras
24 doenças infantis, têm caído em todo o mundo. A demora
25 em vacinar, causada pelas dificuldades de mobilidade da
26 pandemia e por uma percepção de risco alterada —
27 sarampo é uma doença que não se vê há tempos,
28 reduzindo o senso de urgência — contribui para facilitar o
29 retorno da doença. Sarampo costuma ser o “canário da
30 mina” para problemas de cobertura vacinal. Trata-se de
31 um vírus extremamente contagioso, que exige uma
32 cobertura vacinal constante e eficiente, em torno de 95%.
33 Quando esse número começa a cair, já deixa uma boa
34 parcela da população vulnerável.
35 Os números na Inglaterra estão preocupantes, com
36 apenas 85% das crianças com duas doses da tríplice
37 viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba.
38 Na cidade de Londres, a cobertura cai para 75%. O
39 Serviço Público de Saúde do Reino Unido já lançou uma
40 campanha para contactar todas as crianças de seis a
41 onze anos que não estão vacinadas.
42 Enquanto isso, em outro continente, outra vacina,
43 mais nova, menos eficaz, e com logística de aplicação
44 mais complicada, traz esperança para milhares de
45 crianças. Já comentei antes sobre o programa piloto de
46 vacinação para malária em Gana, Quênia e Malawi. Em
27 22 de janeiro, Camarões tornou-se o primeiro país fora
48 do piloto a incluir a vacina no programa de imunizações.
49 O pais recebeu mais de 300 mil doses em novembro, e
50 espera iniciar o programa priorizando a vacinação de
51 crianças a partir de seis meses. Camarões é um dos
52 países mais afetados pela doença, com três milhões de
53 casos e mais de 3800 mortes registradas em 2021.
54 A vacina de malária, aplicada em quatro doses, tem
55 alcançado resultados excelentes no programa piloto. Já
56 foram aplicadas mais de oito milhões de doses,
57 resultando em uma diminuição de 13% em mortalidade
58 infantil, além de queda significativa no número de
59 hospitalizações e de casos graves.
Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2024/02/mais-sarampo-menos-malaria.ghtml (adaptado).
Em relação ao número de fonemas de vocábulos do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Há 6 fonemas em campanha (I.40).
Há 7 fonemas em milhares (I.44).
Há 8 fonemas em alcançado (I.55).
Há 12 fonemas em extremamente (I.31).