O autor lança mão da figura de linguagem denominada antítese no seguinte trecho:
um experimento científico abandonado pelos deuses nos confins do “muitiverso” (2º parágrafo).
O hieróglifo da existência ganharia uma nova feição (2º parágrafo).
Sabemos o que procuramos quando indagamos do sentido de uma palavra (1º parágrafo).
A ignorância infinita desconcerta o saber finito (2º parágrafo).
o sonho que alguém de outro mundo está sonhando (2º parágrafo).