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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.
Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.
A obra de Paulo Freire em novo projeto gráfico.
Pedagogia da autonomia reafirma o profundo compromisso ético de Paulo Freire na defesa da existência digna. Neste seu último livro publicado em vida, em 1996, o educador aprofunda sua teoria-ética de uma vida voltada para a liberdade, a verdade e a autenticidade dos sujeitos, contra a lógica do capital. A partir do amor revolucionário e do rigor crítico, reflete sobre o que o ato de ensinar exige de educadores e educandos.
“Gosto de ser homem, de ser gente, porque não está dado como certo, inequívoco, irrevogável que sou ou serei decente, que testemunharei sempre gestos puros, que sou e que serei justo, que respeitarei os outros, que não mentirei escondendo o seu valor porque a inveja de sua presença no mundo me incomoda e me enraivece. Gosto de ser homem, de ser gente, porque sei que a minha passagem pelo mundo não é predeterminada, preestabelecida. Que o meu ‘destino’ não é um dado, mas algo que precisa ser feito e de cuja responsabilidade não posso me eximir. Gosto de ser gente porque a história em que me faço com os outros e de cuja feitura tomo parte é um tempo de possibilidades, e não de determinismo. Daí que insista tanto na problematização do futuro e recuse sua inexorabilidade.”
https://www.record.com.br/produto/pedagogia-da-autonomia-3
“Daí que insista tanto na problematização do futuro e recuse sua Inexorabilidade.”
Mantendo-se o sentido da frase acima, a palavra sublinhada pode ser substituída por
Mutabilidade.
Austeridade.
Cedência.
Maleabilidade.