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A abordagem da variação linguística no ensino de Língua Portuguesa implica discutir o uso da normapadrão sem ignorar outras variedades. Considerando a perspectiva sociolinguística e os documentos oficiais, é correto afirmar que:
A escola deve reforçar práticas de correção punitiva, reprimindo o uso de variedades não normativas.
A prática pedagógica deve restringir-se à memorização ortográfica, negligenciando a reflexão sociolinguística.
A BNCC recomenda substituir a norma-padrão por variedades regionais e populares como eixo exclusivo.
O ensino deve reconhecer a legitimidade das variedades linguísticas, promovendo critérios de adequação comunicativa.
A sociolinguística define a língua como homogênea, negando diferenças sociais e regionais.