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A variação linguística é objeto de estudo da Linguística e relaciona-se às diferentes formas de uso da língua observadas entre falantes, contextos e situações de comunicação, sem se confundir com juízos normativos de correção gramatical (BAGNO, 2007).
Em relação à variação linguística, assinale a alternativa CORRETA.
A variação linguística refere-se às múltiplas possibilidades de realização da língua condicionadas por fatores como contexto de uso, grupo social e situação comunicativa, constituindo fenômeno próprio das línguas naturais.
A variação linguística consiste na substituição progressiva da norma-padrão por formas regionais específicas, processo entendido como resultado de práticas linguísticas locais que acabam por suplantar o modelo considerado padrão em determinadas comunidades.
A variação linguística caracteriza diferenças individuais de estilo linguístico, decorrentes exclusivamente de escolhas conscientes do falante em situações comunicativas particulares, sem relação sistemática com fatores sociais, culturais ou históricos mais amplos.
A variação linguística corresponde a desvios ocasionais do sistema gramatical consagrado, resultantes de falhas no processo de aquisição da língua ou de insuficiência de escolarização formal por parte dos falantes.
A reflexão sociolinguística evidencia que diferentes formas de uso coexistem em uma mesma comunidade, sendo condicionadas por fatores sociais, históricos e situacionais. A norma-padrão corresponde a variedade institucionalizada, associada a contextos formais e práticas escolares específicas (BORTONI-RICARDO, 2004).
Considerando a relação entre variação linguística e norma-padrão, assinale a alternativa CORRETA.
A norma-padrão coincide integralmente com a fala espontânea de todos os grupos sociais, independentemente do contexto comunicativo ou do grau de formalidade empregado.
A norma-padrão equivale ao sistema abstrato da língua e substitui as demais variedades, eliminando diferenças decorrentes de fatores sociais e históricos.
A presença de variedades linguísticas demonstra inexistência de regras estáveis, já que cada grupo social estabelece normas próprias desvinculadas do sistema linguístico geral.
A norma-padrão constitui variedade legitimada em contextos formais de circulação, sem invalidar outras formas de uso que integram regularmente o funcionamento da língua.
A variação linguística corresponde a desvio eventual da norma-padrão, configurando ruptura estrutural que compromete a organização interna do sistema gramatical da língua.
No contexto do ensino de Língua Portuguesa, a articulação entre norma-padrão e variação linguística constitui um dos principais desafios pedagógicos. Considere o trecho a seguir, utilizado pelo professor em uma atividade de leitura e reflexão linguística: “Embora a norma-padrão seja exigida em contextos formais, seu ensino não deve desconsiderar as demais variedades linguísticas”.
À luz desse enunciado e das discussões contemporâneas sobre variação linguística no ensino da língua materna, a construção sintático-semântica apresentada favorece a compreensão de que:
a exigência da norma-padrão implica a exclusão sistemática das demais variedades linguísticas do espaço escolar.
o contraste estabelecido pela oração concessiva sustenta uma postura pedagógica que reconhece a legitimidade das variedades linguísticas, sem negar a função social da norma-padrão.
a relação entre as orações indica que a validade da segunda depende da anulação do conteúdo expresso na primeira.
as orações justapõem informações independentes, sem estabelecer relação argumentativa relevante.
o sentido global do período é determinado exclusivamente por uma relação temporal entre os enunciados.
"O cérebro humano é extremamente organizado, de modo que, ao contrário do que tanta gente pensa, é simplesmente impossível falar sem obedecer regras gramaticais. O problema está em acreditar que as únicas regras gramaticais são as poucas, pouquíssimas, descritas (mal descritas) e prescritas pela tradição gramatical. Se alguém falasse 'sem gramática' não conseguiria se fazer entender − e nem a pessoa mais preconceituosa vai poder dizer que um enunciado como 'nós chegou lá e os home já tinha ido embora' é incompreensível porque, supostamente, não apresenta concordância nem obedece estritas regras morfossintáticas..."
(BAGNO, Marcos. Gramática pedagógica do português brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. p. 67-97.)
A respeito das variedades linguísticas e o ensino de língua portuguesa, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Aprendemos a língua no convívio com os outros e, como as pessoas se repartem diferentemente na sociedade, a variedade linguística que aprendemos é aquela falada no grupo social de que fazemos parte. Esta variedade é tão complexa como qualquer outra (também ela é um conjunto de recursos expressivos e, portanto, com uma gramática própria).
(__)A linguagem é precisamente uma atividade constitutiva de sistemas de recursos expressivos que remetem ao sistema de referências, isto é, às diferentes e amplas formas de representação. Aprender uma variedade linguística é também aprender um sistema de referências.
(__)A noção de erro não é uma questão linguística estrita, mas deriva da eleição social de uma das variedades como a certa. Não por acaso, esta variedade é aquela falada pelo grupo social que detém o poder (econômico, político, social), tornando-se a base para a construção da escrita porque, na história, somente aqueles que tiveram tempo disponível para refletir puderam debruçar-se sobre suas formas de falar e, num longo processo histórico, foram construindo a modalidade escrita.
(__)No processo pedagógico, não se trata de substituir uma variedade por outra (porque uma é mais rica do que a outra, porque uma é certa e outra errada, etc.), mas se trata de construir possibilidades de novas interações dos(as) estudantes − entre si, com o(a) professor(a), com a herança cultural −, e é nestes processos interlocutivos que o(a) aluno(a) vai internalizando novos recursos expressivos e, por isso mesmo, novas categorias de compreensão do mundo.
Assinale a alternativa que apresenta sequência correta:
V − V − V − V.
V − F − F − F.
F − F − F − V.
F − V − V − F.
V − V − F − F.
A respeito da relação entre variação linguística e ensino de língua materna, analise as afirmativas abaixo:
I- O ensino de variação linguística deve priorizar a norma padrão, já que é a única forma válida de comunicação formal.
Il - A variação linguística é importante para compreender as diferenças socioculturais e deve ser abordada em sala de aula para promover uma visão crítica da língua.
III - Trabalhar a variação linguística ajuda os alunos a reconhecer os diferentes registros de fala e a adaptá-los ao contexto comunicativo, sem desprezar a norma padrão.
Marque a alternativa correta:
Apenas a afirmativa I está correta.
Apenas as afirmativas Il e IIl estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
Nenhuma das afirmativas está correta.


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Em relação à variação linguística e à prática pedagógica, de acordo com Marcos Bagno, Imguistas e educadores sem formação sociológica adequada acabam produzindo análises equivocadas. Assinale a alternativa que apresenta um desses equívocos:
Empregar as expressões norma-padrão e norma culta diferentemente, entendendo que não são sinônimos.
Usar criticamente o adjetivo “culto”, discutindo sobre a forte conotação ideológica e o preconceito social que ele carrega.
Ter a ideia de que existe uma “variedade padrão” ou um “dialeto padrão”.
Entender que a norma-padrão não faz parte do espectro continuo de variedades linguísticas reais.
Não equiparar a língua falada à informalidade e a língua escrita à formalidade, já que existem usos falados formais e usos escritos informais.
A abordagem da variação linguística no ensino de Língua Portuguesa implica discutir o uso da normapadrão sem ignorar outras variedades. Considerando a perspectiva sociolinguística e os documentos oficiais, é correto afirmar que:
A escola deve reforçar práticas de correção punitiva, reprimindo o uso de variedades não normativas.
A prática pedagógica deve restringir-se à memorização ortográfica, negligenciando a reflexão sociolinguística.
A BNCC recomenda substituir a norma-padrão por variedades regionais e populares como eixo exclusivo.
O ensino deve reconhecer a legitimidade das variedades linguísticas, promovendo critérios de adequação comunicativa.
A sociolinguística define a língua como homogênea, negando diferenças sociais e regionais.
Analise o trecho a seguir:
"O ensino de língua materna deve incluir atividades que abordem a variação linguística para que o aluno compreenda as diferentes formas de uso da língua em diversos contextos."
Com base nessa ideia, assinale a alternativa correta:
Ao abordar a variação linguística, o professor permite que o aluno compreenda e respeite as diferenças de fala em diversos grupos sociais.
Trabalhar a variação linguística ajuda o aluno a compreender os diferentes contextos de uso da norma padrão, apenas.
O ensino da variação linguística prepara os alunos apenas para o uso formal da Ifngua em ambientes profissionais.
O ensino da variação linguística prejudica a aprendizagem da norma padrão, pois incentiva o uso informal da língua.
Sobre a variação linguística e a relação entre língua padrão e usos não padronizados, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A escolha lexical de termos como “ranço” e “sagaz” indica um efeito estilístico que mistura registros informais e formais, recurso frequente em textos opinativos e crônicas jornalísticas.
( ) A forma “tem que” é considerada incorreta na norma-padrão; portanto, deveria ser substituída por “é necessário” em qualquer registro escrito.
( ) A manutenção da fala com marcas de oralidade no texto pode ser interpretada como estratégia discursiva para reforçar o tom subjetivo e a identidade do narrador.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V - F - V.
F - F - V.
F - V - F.
V - V - F.
V - F - F.
Em uma turma do 8º ano, a professora observa que muitos estudantes utilizam formas como “a gente vamos”, “os menino chegou” e “pra mim fazer” em situações de fala espontânea. Ao planejar sua intervenção pedagógica, ela considera os estudos sociolinguísticos e as orientações dos documentos curriculares nacionais.
Nesse contexto, uma abordagem coerente para o trabalho com variação linguística e norma-padrão consiste em:
Corrigir imediatamente todas as ocorrências de variantes não padrão, garantindo que os estudantes internalizem a forma culta como única expressão linguística legítima.
Reconhecer as variedades utilizadas pelos estudantes como formas legítimas de uso da língua em determinados contextos, ensinando a norma-padrão como ampliação de repertório linguístico e não como substituição das demais variedades.
Evitar o ensino explícito da norma-padrão, a fim de não reforçar preconceitos linguísticos, concentrando-se apenas nas práticas comunicativas cotidianas dos alunos.
Orientar os alunos a abandonarem progressivamente as variantes populares, dado que seu uso pode comprometer a clareza e a correção de qualquer situação comunicativa formal ou informal.


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Sobre os fundamentos teóricos da variação linguística no contexto escolar, assinale a alternativa correta.
Segundo Faraco, a única forma legítima de ensino da língua portuguesa é pela imposição da norma culta, eliminando as variantes regionais.
Cyranka afirma que as atitudes linguísticas são neutras e não afetam as práticas docentes nem o julgamento sobre os alunos.
Bortoni-Ricardo defende que os usos variáveis da língua devem ser ignorados em sala de aula, pois prejudicam o aprendizado da norma padrão.
Labov defende que a variação linguística é sistemática e que o julgamento social sobre variantes pode interferir nos processos de mudança linguística.
No português brasileiro, a forma “a gente” funciona como pronome de primeira pessoa plural em registros orais e também em gêneros escritos informais. Tal fenômeno é relevante para análise da variação linguística. Considerando a reflexão gramatical e sociolinguística, qual alternativa expressa abordagem pedagógica mais rigorosa?
O ensino deve priorizar a substituição de “a gente” por “nós”, tratando a forma popular como inadequada em qualquer registro.
A análise deve problematizar legitimidade e adequação, reconhecendo “a gente” como forma válida em contextos orais e situados.
O uso de “a gente” deve ser eliminado sistematicamente, por não corresponder ao padrão culto registrado nas gramáticas normativas.
O uso de “a gente” deve ser interpretado como sinal de ignorância, corrigido pela norma para garantir prestígio social.
O trabalho pedagógico deve restringir-se à prescrição normativa, ignorando a diversidade efetiva dos usos linguísticos cotidianos.
Sobre o ensino de variação linguística, é correto afirmar que:
A variação linguística deve ser corrigida, pois somente a norma padrão é válida.
A variação linguística é um erro na fala que deve ser eliminado no ensino de língua materna.
O ensino de variação linguística deve valorizar as diferenças e promover o respeito à diversidade cultural e social.
A variação linguística é irrelevante no ensino de língua materna, pois não contribui para a aprendizagem.
A organização estrutural de uma língua não está rigorosamente associada com homogeneidade; pelo contrário, a variação é presente em todas as línguas naturais.
Sendo assim, é incorreto afirmar que:
A variação é um fenômeno recorrente, sistemático, motivado pelas próprias regras do sistema linguístico.
Todas as línguas e dialetos são igualmente complexos e eficientes para o exercício de todas as funções a que se destinam.
Algumas línguas ou variações dialetais impõem limitações cognitivas tanto na percepção quanto na produção de enunciados.
O fenômeno de variação e, ao mesmo tempo, de persistência de formas do passado na língua mostra que nenhuma é imutável.
Nas alternativas a seguir, apresentam-se algumas propostas de atividades que permitem estudar, de forma aprofundada, questões de variação linguística, exceto:
análise comparativa de textos orais ou escritos e preceitos gramaticais normativos.
transcrição de textos orais para captar marcas linguísticas características da fala.
análise de registros que ilustrem a linguagem coloquial e sua força de expressão no cotidiano.
comparação de textos sobre o mesmo tema, produzidos em diferentes épocas ou condições de circulação.
produção de textos escritos visando o domínio da norma gramatical de prestígio.


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Sobre o preconceito linguístico, assinalar a alternativa CORRETA:
Uma das maneiras de anular o fenômeno da variação linguística é falar corretamente.
É notável que os livros didáticos atuais estimulam os professores a corrigir quem fala “muleque, bêjo, minino, bisôro”.
Há uma tendência no ensino da língua em querer forçar o estudante a pronunciar de acordo com a escrita, como se essa fosse a única forma "correta" de expressar-se em português.
Em todas as línguas do mundo, existe um fenômeno chamado variação, que significa que em todas as regiões a língua é sempre falada do mesmo jeito.
Tomando como referência as discussões sobre variação linguística, a professora Maria Vernácula elegeu o texto para uma aula de língua portuguesa. A professora, para estar coerente com a visão teórica escolhida, deverá
discutir os valores que a sociedade atribui às variantes presentes no texto.
esclarecer os alunos sobre o caráter nocivo de algumas variantes à pureza da língua.
identificar as variantes presentes no texto e confrontá-las com as formas corretas.
solicitar aos alunos que reescrevam o texto corrigindo as formas erradas.
Há algum tempo, estudos sociovariacionistas têm demonstrado a pluralidade de falares da língua portuguesa em sua variedade brasileira. Considerando que os próprios falantes têm consciência sobre determinadas diferenças entre um falar e outro, no âmbito escolar, para impedir situações que proporcionem a discriminação linguística, é importante:
abordar diferentes variedades linguísticas como desvios ou incorreções da norma-padrão.
enfocar apenas a variedade linguística considerada neutra em relação às demais.
enfocar apenas a norma-padrão, para uniformizar a linguagem.
abordar diferentes variedades linguísticas como formas legítimas de expressão.
enfocar a modalidade escrita em detrimento da oral, para uniformizar a linguagem.
A partir da leitura do texto, pensando em atividades pedagógicas para se trabalhar o ensino da leitura e da escrita que contemplem as variações linguísticas, de maneira a priorizar o acolhimento das diferenças e a adequação linguística das situações comunicativas, analise as alternativas e marque a CORRETA.
O trabalho com a variação linguística deve incluir a discussão sobre o desprestígio social da língua e escrita de algumas regiões brasileiras, como também das classes sociais que empregam essas variedades dialetais, de modo a fazer com que o aluno rejeite o seu uso, conforme exemplificado no trecho: “Se você duvida, experimente entrar numa favela do Rio vestindo roupa social e vá conversar com os traficantes usando linguagem de magistrado para ver o que lhe acontece”.
A aplicação de um trabalho com variedades linguísticas no ensino da leitura e escrita deve incluir a obrigatoriedade de se atender aos elementos notacionais da língua padrão em todas as situações de uso, como se afirma em: “A maioria dos chamados erros constitui, na verdade, um uso linguístico inadequado à situação de comunicação”.
O trabalho com a variação linguística na leitura e escrita perpassa necessariamente a adaptação fala/escrita de todas as variantes para a norma padrão, conforme argumentado no trecho: “Mas o que se costuma chamar de “erro de português” é uma expressão linguística que nada tem de acidental, já que é sistemática e, geralmente, proferida por pessoas de menor nível escolar e socioeconômico, embora possa ocorrer até nos mais altos escalões da sociedade”.
O trabalho com a língua materna na escola é secundário. Sendo assim, as variantes linguísticas devem ser utilizadas como exemplo de erros que devem ser evitados, como é apontado no trecho: “É preciso, então, definir claramente o que é o erro em matéria de língua”.
O trabalho com a variação linguística deve constituir um processo de reflexão sobre as variedades da língua e os valores sociais distintamente atribuídos, combatendo-se o preconceito, como se observa no trecho “O registro deve, antes de tudo, estar adequado ao contexto social da comunicação”.
Durante uma aula sobre variação linguística, o professor apresenta aos alunos diferentes variedades linguísticas do portu-guês falado no Brasil, como o português falado na região Nordeste, no Sul e no Sudeste. Em seguida, propõe uma atividade em que os alunos devem analisar um texto em uma dessas variedades e compará-lo com o português padrão, identificando as diferenças e refletindo sobre as influências sociais e culturais na linguagem. Essa atividade visa promover a compreensão da diversidade linguística e o respeito pela pluralidade de formas de falar no país.
Qual das abordagens abaixo melhor representa a relação entre variação linguística e ensino de língua materna?
A variação linguística deve ser ignorada no ensino, pois pode confundir os alunos.
A variação linguística deve ser abordada apenas em contextos sociais específicos.
A variação linguística deve ser tratada como um desvio linguístico a ser corrigido.
A variação linguística deve ser considerada um elemento natural e enriquecedor do ensino de língua materna, sendo utilizada para promover a reflexão sobre a diversidade linguística e cultural.
A variação linguística deve ser abordada apenas em níveis avançados de ensino, quando os alunos já possuem domínio da norma padrão da língua.


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