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No debate sobre ensino de gramática, Antunes (2007) e Travaglia (2009) defendem que a prática pedagógica deve ultrapassar a memorização normativa, integrando análise linguística às práticas de leitura e escrita. Nesse contexto, qual alternativa está em consonância com essa perspectiva?
O ensino gramatical deve priorizar classificações e nomenclaturas, assegurando a repetição mecânica sem diálogo com a produção textual.
A descrição linguística deve ser substituída, em qualquer circunstância, pela norma-padrão, visto que a variação compromete a clareza comunicativa.
A normatividade deve ser ensinada de modo isolado, considerando irrelevantes as práticas de leitura e escrita para a internalização das regras.
A análise linguística deve constituir -se como prática reflexiva, compreendendo o funcionamento da língua nos textos e em situações sociais reais.
A adoção da linguística aplicada compromete a centralidade do ensino prescritivo, dificultando a manutenção da tradição normativa escolar.