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“Eu sonho com um poema
Cujas palavras sumarentas escorram
Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto...”
(Mário Quintana)
Na estrofe acima, o autor defende a ideia de um poema ideal, em que:
as palavras impressionem o leitor mais pelo seu significado do que pela sua beleza.
as palavras impressionem o leitor mais pela sua beleza do que pelo seu significado.
o leitor entenda o significado de todas as palavras do poema.
o leitor não precise nunca mais de outro poema na vida.
o leitor seja capaz de escrever poemas com as mesmas características do poema lido.