

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
A coruja e a águia
Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
- Basta de guerra - disse a coruja. - O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
- Perfeitamente - respondeu a águia. - Também eu não quero outra coisa.
- Nesse caso combinemos isto: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
- Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?
- Coisa fácil. Sempre que encontrarem uns borrachos lindos, bem-feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhotes de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
- Está feito! - concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três mostrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
- Horríveis bichos! - disse ela. - Vê-se logo que não são os filhos da coruja. E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca, a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.
- Quê? - disse esta, admirada. - eram teus aqueles mostrenguinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...
https://www.culturagenial.com/fabulas-monteiro-lobato/#goog_rewarded
"Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste..."
Identifique a alternativa CORRETA sobre essa fala da águia.
A águia estava correta, pois os filhotes que estavam no ninho não eram os da coruja.
Os filhos da coruja eram bonitos, diferentemente dos filhotes que foram comidos pela águia.
A coruja inventou que tinha filhotes com a finalidade de enganar a águia.
O aspecto físico dos filhotes não teve nenhuma importância para a história.
A má comunicação de informações pode resultar em mal-entendidos e dificuldades.