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O texto CB2A1-I caracteriza-se como

Texto CB2A1-I


É claro que a gramática tem uma função sociocognitiva relevante, desde que entendida como uma ferramenta que permite uma melhor atuação comunicativa. O problema é fazer de uma metalinguagem técnica e de uma análise formal o centro do trabalho com a língua. Também não se deve reduzir a língua à ortografia e às regras gramaticais. E nesse sentido, temos a ver com uma correta identificação do que seja a gramática. O falante deve saber flexionar os verbos e usar os tempos e os modos verbais para obter os efeitos desejados; deve saber usar os artigos e os pronomes para não confundir seu ouvinte; deve seguir a concordância verbo-nominal naquilo que for necessário à boa comunicação; e assim por diante. Mas ele não precisa justificar com algum argumento por que faz isso ou aquilo nessas escolhas. O falante de uma língua deve fazer-se entender e não explicar o que está fazendo com a língua, ponto.


Luiz Antônio Marcuschi. Produção textual: análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 57.

O texto CB2A1-I caracteriza-se como


A

expositivo, quanto ao tipo, e publicitário, quanto ao gênero, com finalidade persuasiva imediata.


B

argumentativo, quanto ao tipo, e uma reflexão teórica sobre a linguagem, quanto ao gênero.


C

narrativo, quanto ao tipo, e semelhante à crônica, quanto ao gênero, uma vez que se baseia em experiências cotidianas.


D

injuntivo, quanto ao tipo, e um manual normativo, quanto ao gênero, visto que é voltado à prescrição de regras.


E

descritivo, quanto ao tipo, e científico, quanto ao gênero, já que seu foco é a sistematização conceitual.