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No desenvolvimento do texto, a autora sustenta a tese de...

Texto II


A experiência da paternidade, ao longo da história, foi marcada por uma formação menos sistematizada do que a maternidade. Enquanto as mulheres, desde cedo, são socialmente educadas para exercer o papel de mãe, os homens acabam construindo sua identidade paterna de maneira improvisada, baseada em vivências pessoais, erros e acertos. Essa ausência de um modelo rígido resulta em múltiplas formas de ser pai, cada uma marcada por singularidades, contradições e afetos próprios.

Nesse sentido, o pai não se configura como uma figura padronizada, mas como alguém que se constitui na relação com os filhos e com o contexto social em que está inserido. Tal diversidade não diminui sua importância; ao contrário, revela a riqueza e a complexidade do exercício da paternidade na contemporaneidade.

No desenvolvimento do texto, a autora sustenta a tese de que não existe um modelo único de paternidade, utilizando, como estratégia argumentativa predominante,


A

a enumeração de diferentes comportamentos paternos observados socialmente.


B

a narração cronológica da evolução histórica da figura paterna.


C

a explicação científica baseada em teorias psicológicas.


D

a descrição idealizada do papel do pai na família tradicional.