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Assinale a estratégia argumentativa utilizada em “Vivemos em Lorena, mas podemos transitar em Londres, Paris, Estados Unidos, Rússia, Antártida, Terra do Fogo, Noruega, Índia, no planeta Marte, nas Galáxias infinitas, enfim, no Cosmos”.
Citação.
Gradação.
Alusão histórica.
Comprovação.
À luz das estratégias argumentativas utilizadas para sustentar o posicionamento do autor em defesa da estabilidade, leia os excertos a seguir, avalie as análises apresentadas:
I – “Nasci em Manaus, em 1971. A Zona Franca tinha apenas 14 anos de existência e começava a produzir seus efeitos benéficos na cidade. Mesmo sendo muito pobre, desde que me entendo por gente sempre quis ser cientista. Sonhava em estudar na Unicamp. O sonho tornou-se realidade em 1991.” (linhas 1 a 4) ⇒ Argumento de autoridade: o narrador-autor, com base no prestígio associado ao fato de ter estudado na Unicamp e de ser cientista, busca legitimar o seu ponto de vista, fazendo de sua formação acadêmica o principal fundamento da tese sobre a estabilidade.
II – “Lembro-me de uma ocasião em que, ao passar os produtos pelo caixa do supermercado, acabei perdendo a paciência com a funcionária, pois, pela milésima vez (obviamente uma hipérbole), precisava reclamar do preço errado.” (linhas 13 a 15) ⇒ Argumento por exemplificação: o episódio relatado é mobilizado como um caso, que ilustra a situação de trabalhadores submetidos a ordens questionáveis, servindo de base para a reflexão sobre coação econômica e para a defesa da estabilidade como mecanismo de proteção da ética no serviço público.
III – “Meus pensamentos já iam se dispersando quando me ocorreu outra dúvida, ainda mais incômoda: e se eu fosse casado e tivesse filhos? Será que a decisão seria tão fácil?” (linhas 31 e 32) ⇒ Raciocínio hipotético/contrafactual: ao se imaginar em outra condição (casado, com filhos), o narrador complexifica seu juízo inicial e introduz um cenário hipotético que evidencia o peso das responsabilidades familiares nas decisões éticas.
IV – “Sei que, para muitos cidadãos, a estabilidade parece um privilégio injustificável. Entretanto, sem ela, multiplicam-se os incentivos para que servidores cedam a pressões políticas e econômicas.” (linhas 43 a 45) ⇒ Argumento de causa e consequência: o autor menciona uma objeção à estabilidade e, em seguida, relaciona a ausência desse direito ao aumento de pressões indevidas sobre o servidor, estabelecendo um nexo causal entre falta de estabilidade e vulnerabilidade ética.
V – “Na volta para casa, carregando minhas compras, não parava de pensar no absurdo daquela situação. Errar o preço para mais, consistentemente, era um tipo de roubo. Por que ela faria aquilo? Eu era tão pobre quanto ela.” (linhas 21 a 23) ⇒ Argumento por generalização: ao considerar que o erro constante “para mais” configura “um tipo de roubo” e lembrar que também era pobre, o narrador formula uma conclusão geral sobre a desonestidade da funcionária, estendendo aquele caso específico a um julgamento amplo sobre o comportamento de trabalhadores em situação semelhante.
Assinale a alternativa CORRETA:
Apenas I, II e III estão corretas.
Apenas II, III e IV estão corretas.
Apenas I, II e IV estão corretas.
Apenas III, IV e V estão corretas.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma estratégia empregada pelo autor na construção do texto.
Citação direta de ideias de terceiros.
Uso de uma experiência pessoal como mote.
Apresentação de dados de pesquisas e estatísticas sobre o tema.
Associação entre uma situação externa e a sua própria.
Reflexões nas quais inclui o leitor.
No trecho: De acordo com os agentes representantes das grifes americanas, a competitividade do produto brasileiro está na confiabilidade de entrega, na qualidade e no preço. Para validar essa afirmação sobre a reestruturação da indústria, qual é o recurso de argumentação utilizado?
Argumento de causalidade.
Argumento de testemunho ou autoridade.
Argumento apoiado no senso comum.
Argumento de comparação histórica e geográfica.
Argumento circular, em que a premissa comprova a si mesma.
No desenvolvimento do texto, a autora sustenta a tese de que não existe um modelo único de paternidade, utilizando, como estratégia argumentativa predominante,
a enumeração de diferentes comportamentos paternos observados socialmente.
a narração cronológica da evolução histórica da figura paterna.
a explicação científica baseada em teorias psicológicas.
a descrição idealizada do papel do pai na família tradicional.


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Considerando-se o processo de progressão temática, o segundo parágrafo do Texto 2 é construído a partir de um recurso argumentativo baseado em
evidência por amostragem.
análise de dados estatísticos.
citação de discursos de autoridade.
comparação de elementos naturais.
No último parágrafo, a fala de Manuela Barem introduz no texto:
um dado técnico
uma visão emocional da especialista
uma opinião contraditória à argumentação principal
uma interpretação política acerca da transformação digital
O texto aplica algumas estratégias argumentativas a fim de defender um ponto de vista, exceto
o uso de dados numéricos precisos, a fim de sustentar a relevância do tema e a consequente opinião do enunciador sobre o assunto.
a exploração do recurso da gradação no terceiro parágrafo do texto, para intensificar um apelo sensível no leitor.
o emprego majoritário da terceira pessoa do singular com a finalidade de imprimir efeito de imparcialidade ao texto, reforçando a argumentação pelos fatos apresentados.
a utilização de trechos em discurso direto, persuadindo o leitor pelo sentido de credibilidade que este tipo de procedimento imprime na argumentação.
a ênfase na contraposição, demarcada no texto pelo contraste entre o alto número de mulheres vítimas de feminicídio no Piauí e o baixo número de denúncias desse crime.
Informações que apresentam dados da realidade observável no texto, promovem, principalmente:
Estratégia argumentativa.
Apresentação de conclusões.
Elaboração de dados científicos.
Apresentação de refutação argumentativa.
Assinale a opção que indica a estratégia argumentativa que é base para a construção do ponto de vista do texto.
Uso do argumento de autoridade, evidenciado pela citação direta dos especialistas da área a fim de construir a credibilidade no texto.
Intertextualidade, revelada pela referência aos dados do estudo realizado como sustentação da argumentação defendida.
Comparação, comprovada pela associação depreciativa dos números de segurança de Piauí.
Generalização, pressuposta pela descrição de índices de uma realidade específica como recorte de uma constatação mais ampla.
Implicação, observada a característica de definição de objetos de estudo, seguidos dos efeitos no discurso.


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No parágrafo final do texto, a autora apresenta a declaração de Marcela Esteves como recurso para construir um argumento de:
Comparação.
Senso comum.
Autoridade.
Evidência estatística.
No trecho “o emagrecimento rápido ou acentuado pode favorecer fraqueza, quedas, fraturas e, assim, acelerar o processo de perda de funcionalidade” (5º parágrafo), estabelece-se uma relação predominante de:
comparação
exemplificação
causa e consequência
generalização seguida de particularização
Assinale a alternativa que identifica corretamente uma estratégia argumentativa empregada no texto:
Uso de dados estatísticos para fundamentar a tese defendida.
Apelo à experiência pessoal como forma de validação do argumento.
Predominância de linguagem coloquial para aproximar o leitor.
Estabelecimento de contraste entre modelos tradicionais e demandas contemporâneas para sustentar a necessidade de mudança.
O Texto 2 apresenta a mudança de estratégia no desenvolvimento de robôs, defendendo a ideia de que o aprendizado de máquina é mais relevante do que a criação de robôs humanoides sofisticados. Para sustentar essa ideia central, há a mobilização do
argumento de autoridade, por fundamentar as ideias nas falas de especialistas ligados ao projeto de robótica.
argumento por exemplificação, por utilizar a descrição de uma situação concreta para sustentar a defesa do aprendizado de máquinas como eixo central do avanço da robótica.
argumento de senso comum, por recorrer a experiências cotidianas para convencer o leitor sobre a eficácia dos robôs simples.
argumento emocional, por buscar o interesse e a admiração do leitor por meio da narrativa de feitos surpreendentes das máquinas.
Em um dos trechos do poema, o autor recorre a uma sequência de substantivos abstratos para construir efeitos expressivos. Trata-se do excerto “piada, rancor, miragem”, no qual o recurso linguístico empregado estrutura-se pela
sinonímia cumulativa de termos equivalentes.
gradação lógica de causa e consequência.
enumeração intensificadora de núcleos nominais.
eufemização de conceitos negativos.


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No texto 1A1, o emprego repetido da expressão O que faz do Brasil o Brasil consiste em uma estratégia empregada pelo autor para
reiterar o tema central do texto, encaminhando o leitor para uma resposta sobre o que caracteriza o Brasil na visão do autor.
reforçar a noção de que é praticamente impossível atribuir uma identidade ao Brasil.
intensificar a ideia de que certos personagens célebres são os melhores representantes do país.
evidenciar que a busca pela identidade nacional é o foco principal da história do Brasil.
convencer o leitor da necessidade de se definir o brasileiro.
Como estratégia de persuasão para validar a importância contemporânea das Catacumbas, o autor desloca o valor do local do campo do "mórbido" para o campo do "conhecimento". Essa estratégia fundamenta-se na apresentação do ossuário como um(a):
Monumento de estética religiosa.
Instrumento de controle social.
Depósito de memória afetiva.
Fonte de dados biológicos.
No tratamento da dicotomia “certo vs. errado”, o texto mobiliza simultaneamente as estratégias de:
fato e opinião, com neutralização do ponto de vista docente
generalização e exemplificação, com apagamento do contexto histórico.
comparação e gradação, hierarquizando as variantes linguísticas.
contra-argumentação e redefinição conceitual, deslocando categorias tradicionais.
Uma das estratégias argumentativas usadas pela autora é
concluir o texto ilustrando os aspectos ressaltados no título — os fatores comportamentais e os efeitos psicológicos do endividamento
apresentar as causas psicológicas e socioeconômicas do endividamento antes de suas consequências.
detalhar os aspectos socioeconômicos atrelados ao endividamento antes de relacioná-los aos aspectos psicológicos.
exemplificar os comportamentos impulsivos como forma de evidenciar as consequências do endividamento.
iniciar o texto com um detalhamento dos fatores causadores do endividamento.
No texto, o autor discute os impactos da Inteligência Artificial no mercado de trabalho e na vida em sociedade. Para sustentar seu ponto de vista, ele utiliza diferentes estratégias argumentativas.
Assinale a opção que melhor apresenta a estratégia de argumentação predominante no texto.
O autor fundamenta sua opinião principalmente em relatos pessoais e experiências próprias, sem recorrer a exemplos concretos.
O texto apoia-se em exemplos reais e casos concretos, além de apresentar consequências práticas do uso da IA.
O discurso está centrado exclusivamente na defesa incondicional da Inteligência Artificial como avanço positivo.
A argumentação é construída apenas com base em opiniões objetivas, sem referência a fatos verificáveis.


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