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A fim de imprimir maior credibilidade à discussão proposta no texto, o autor utiliza as contribuições do psicólogo e doutor em educação Alessandro Marimpietri, bem como o relato da experiência vivenciada pela adolescente Laura. Trata-se de estratégias persuasivas conhecidas, respectivamente, como
argumento de associação e argumento lógico.
argumento histórico e argumento de comparação.
argumento por evidência e argumento por contraposição.
argumento de comprovação e argumento de enumeração.
argumento de autoridade e argumento de exemplificação.
Acerca do 1º§ do texto pode-se afirmar que o enunciado apresenta, em sua introdução, como estratégia argumentativa:
Citação de um exemplo prático quando cita o cotidiano e os conceitos da vida cotidiana.
Expressão de um conceito que será sustentado a partir do desenvolvimento das ideias nos parágrafos seguintes.
Emprego de uma linguagem predominantemente metafórica que contribui com o desenvolvimento das ideias apresentadas a seguir.
Contraposição estruturada a partir da exposição de um conceito estabelecido que está em oposição ao posicionamento do enunciador.
A principal estratégia empregada para desenvolver as ideias do texto é o(a):
Exemplificação literária.
Dado estatístico.
Citação.
Comparação.
Comprovação científica.
Um conferencista, falando para um grupo de alunos sobre opções profissionais, disse:
“Lembrem-se do que disse Einstein: depois que escolhi a minha profissão, eu nunca mais fiz o esforço de trabalhar.”
Nesse caso, o argumento apresentado se apoia
em uma citação de autoridade.
na experiência pessoal.
no bom senso.
na credibilidade do conferencista.
em uma narrativa tradicional.
Qual é o recurso argumentativo que predomina no texto?
Dados estatísticos.
Generalização.
Exemplificação.
Nomeação de autoridade.
Analogia.
A enumeração é um recurso estilístico dominante no primeiro parágrafo do texto e, nesse caso, cumpre a função textual de apresentar um perfil de Antonio Candido.
Certo
Errado
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.
Texto 01
Desenvolva as suas competências
1 [...] É o seu jeito de fazer as coisas que qualifica aquilo que você faz e que pode ser usado com mais
consciência não só para reforçar a sua marca pessoal, mas para tornar o processo de aprendizado – e de mudança
– menos amedrontador.
Como diz Jon Acuff, no livro “Reinicie: resgate a segunda-feira, reinvente seu trabalho e nunca fique na
5 mesma”, tudo o que você faz no trabalho é uma competência. O autor segue dizendo: “não apenas as competências
que se destacam em relatórios que avaliam o seu progresso. Não apenas as ações para as quais você recebe um
aceno de cabeça em sinal de aprovação de um chefe numa reunião importante”.
E dá exemplos: o modo gentil como você fala com as pessoas durante uma pausa no trabalho; sua
habilidade de lidar com o atolamento de papel na impressora; a forma como mantém a caixa de e-mail sob
10 controle etc., tudo isso é competência. O que você tem a dizer sobre a sua forma de funcionar?
As pequenas coisas que você faz facilmente podem não parecer glamurosas e talvez nem sejam tão
especiais, mas elas se repetem e permitem que você se expresse com autenticidade. Jon Acuff chama de
“competências invisíveis”, um pacote de recursos altamente valiosos porque intrinsicamente seus! É para observar,
reconhecer, se apropriar e usar sem moderação esse seu jeito bom de fazer as coisas se sentindo bem.
Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 18 abr. 2023. Adaptado.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos usados pela escritora para construir sua argumentação.
I. citação direta.
II. citação indireta.
III. exemplificação.
IV. interrogação.
V. dados estatísticos.
Estão CORRETOS os itens
I, II, III e IV, apenas.
I, II, III, IV e V.
I, III e IV, apenas.
II, III e V, apenas.
III, IV e V, apenas.
Não se deve confundir, num texto argumentativo, os segmentos que são argumentos a favor da tese com os exemplos, que a reforçam.
Sobre a seguinte tese: “O smartphone apresenta riscos e inconveniências”, a única opção que mostra um exemplo e não um argumento, é:
Seu uso repetido e prolongado pode causas lesões cerebrais.
Frequentemente perturba a assistência de um filme.
Ele causa perturbações à tranquilidade dos demais.
O preço do aparelho é muito alto.
Traz prejuízo ao trânsito, se usado por motoristas.
Todos os fragmentos textuais a seguir são do tipo argumentativo. Assinale a opção em que o texto se apoia na construção de um estereótipo.
Os homens solitários estão sempre em má companhia.
Os cariocas vão mais ao Maracanã do que ao teatro.
Os livros históricos mostram somente a verdade do autor, mas não a dos fatos.
Os artistas mais aclamados pelo público nem sempre merecem a glória de uma estátua.
Como os italianos falam com as mãos, saia do lado deles quando estiverem discursando.
Pode-se inferir que o 5º§ é introduzido por um questionamento que:
Apresenta uma resposta que denota a perspectiva do enunciador.
Atua como recurso de expressão retórico, promovendo a reflexão sobre o assunto.
Tem como objetivo a obtenção de uma resposta de acordo com as reflexões propostas.
Reforça as críticas feitas anteriormente às questões políticas, econômicas e sociais relacionadas à democracia.
A ciência lida com o desconhecido. Por isso, o discurso científico frequentemente contém marcas de atenuação do grau de certeza do enunciador.
A única alternativa em que a palavra sublinhada NÃO desempenha essa função é:
“Antes, metade dos animais teve as micróglias praticamente eliminadas por uma substância, chamada PLX5622.” (Texto 1, 3º parágrafo);
“[...] o mesmo pode ocorrer em outras doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e algumas formas de epilepsia” (Texto 1, 6º parágrafo);
“[...] o que sugere que a micróglia pode ser responsável pela modulação da expressão de genes que atuam nesses processos” (Texto 1, 9º parágrafo);
"Conhecendo melhor o comportamento desses genes talvez possamos, no futuro, antecipar o diagnóstico da doença [...]” (Texto 1, 10º parágrafo);
“e também estuda as possíveis implicações da micróglia em modelos animais da doença de Alzheimer” (Texto 1, 11º parágrafo).
Assinale a única alternativa que apresenta um recurso organizacional ou argumentativo NÃO utilizado no texto.
Comparação com do projeto a ser implementado na China com a experiência já desenvolvida por outros países do globo.
A utilização de manchetes intermediárias ao longo do texto.
Potenciais dúvidas dos leitores utilizadas como perguntas que norteiam o texto.
Citações de especialistas no em áreas afins em relação ao assunto abordado.
Releia este trecho:
“Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.”
É correto afirmar que a estratégia argumentativa utilizada nesse trecho é a
exemplificação: o autor cita descobertas científicas que não foram planejadas e que hoje são importantes para a humanidade.
causa e consequência: o autor menciona estudos científicos que foram planejados para alcançar os resultados obtidos hoje.
prova concreta: o autor cita casos de sucesso para defender a ideia de que o investimento na ciência deve ser ilimitado.
autoridade: o autor alude a descobertas significativas de cientistas renomados para justificar a liberdade da ciência.
Uma das estratégias argumentativas que se destaca na construção do sentido do texto é a
interdiscursividade.
comparação.
sarcasmo.
oposição.
discurso indireto livre.
Ao evocar personalidades como Mário Quintana e Aristóteles em sua argumentação, o autor se valeu do seguinte tipo de argumento:
dados estatísticos.
causa e efeito.
citação de autoridade.
analogia.
contraste.
Há correta nomeação dos marcadores do discurso em todas as alternativas, exceto em:
Parágrafo 3: "(...) mas nós (...)" - oposição.
Parágrafo 6: "Assim como suas terras." - ênfase.
Parágrafo 7: "(...) ao passo que (...)" - exemplificação.
Parágrafo 2: "Nesse último caso (...)" - enumeração.
A pipoca
A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras do que com as panelas. (...)
Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como chefe. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo — porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.
As comidas, para mim, são entidades oníricas.
Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu. (...)
A pipoca é um milho mirrado, subdesenvolvido.
Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista de tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a ideia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos. (...)
Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas! (...)
É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa — voltar a ser crianças! Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. (...)
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão — sofrimentos cujas causas ignoramos. (...)
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. (...) A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: PUF!! — e ela aparece como outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante. (...)
Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas, descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
Meu amigo William, extraordinário professor pesquisador da Unicamp, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia, as explicações científicas não valem. (...)
Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. (...) A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.
Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira...
ALVES, Rubem. A pipoca. In:_____. O amor que acende a lua.
Campinas, SP: Papirus,
1999.
A principal estratégia empregada para desenvolver as ideias do texto é o(a):
Exemplificação literária.
Dado estatístico.
Citação.
Comparação.
Comprovação científica.
No texto, a fim de legitimar opinião contrária ao uso irrestrito de aparelhos de ar-condicionado, o autor recorre
a argumento de autoridade em "A febre, ao que parece, é contagiosa".
à comparação advinda de fatos comprováveis entre a porcentagem de consumo energético dos EUA e a do continente africano.
a juízo de valor, em "a proporção de domicílios americanos dotados de condicionadores de ar passou de 20% em 1960 para 85% hoje em dia".
ao uso de discurso de caráter sarcástico em "lares ianques".
a conceitos teóricos consagrados, como o expresso pelo dramaturgo Henry Miller.
Observe o texto a seguir.
“Você acha que os homens chegarão a acabar com as guerras?
É possível que os habitantes do planeta tenham sucesso na tarefa de fazer desaparecer os conflitos armados?”
No desenvolvimento textual desse fragmento, o processo empregado é o de:
reformular o enunciado;
transformar o modelo básico da frase;
acrescentar novas ideias ao já formulado;
exemplificar o que já foi expresso;
multiplicar os pontos de vista.
Releia o trecho a seguir.
“Como fazer, então, uma avaliação justa?”
Esse tipo de pergunta, no corpo do texto, é chamada de
redundante.
retórica.
persuasiva.
capciosa.