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Leia a letra da canção de Zé Ramalho e responda às perguntas a seguir.
Chão de Giz
Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus
Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica
Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais
Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
No trecho da letra de “Chão de Giz”, de Zé Ramalho, observa-se o uso do raciocínio dedutivo em certas passagens. O trecho que melhor representa esse tipo de raciocínio é:
“Há meros devaneios tolos a me torturar / Fotografias recortadas em jornais de folhas amiúde.”
“Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar / Meus vinte anos de boy, that’s over, baby.”
“Eu vou te jogar num pano de guardar confetes / Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval.”
“Agora pego um caminhão / Na lona vou a nocaute outra vez.”