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O texto "O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana"...

TEXTO II (para as questões de 18 a 25)


O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana


Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.

O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.

Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela.


(Autor desconhecido)

O texto "O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana" classifica-se como


A

narrativo, pois foca na história da evolução dos computadores.


B

descritivo, pois detalha as características físicas dos servidores de IA.


C

injuntivo, uma vez que fornece instruções de como programar uma IA.


D

dissertativa-argumentativa, pois defende um ponto de vista com o intuito de convencer o leitor.


E

expositivo, já que apenas apresenta dados estatísticos sem emitir opiniões.