

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o trecho a seguir, extraído da obra de literatura infantil das escritoras baianas Cássia Valle e Luciana Palmeira.
Calu já ia começar a escrever uma nova história no seu bloquinho, quando, de repente, lembrou-se de que, na ilha onde tinha nascido e morava, não existia um museu para que todos pudessem entrar, percorrer, ver, ouvir, perceber, entender, sentir, e tocar. A menina pensou na possibilidade de a prefeitura transformá-la na criadora do Museu da Ilha chamada Boca do Rio. Ela imaginou logo que não ia prender a história numa única casa. Ela ia transformar vários cantos da ilha num pedaço de um grande museu.
VALE, C. e PALMEIRA, L. Calu - uma menina cheia de histórias. Rio de Janeiro: Editora Malê Mirim, 2019.
Considerando que o objetivo pedagógico da atividade é levar os alunos a compreender os sentidos que as palavras assumem no contexto em que são empregadas, a análise do verbo “prender”, em “não ia prender a história numa única casa”, possibilita desenvolver a habilidade de
compreender que o verbo assume sentido figurado no contexto, indicando a ideia de limitar ou restringir a circulação das histórias e memórias da ilha.
reconhecer que o verbo mantém seu sentido literal, relacionado à necessidade de guardar fisicamente a história do seu povo em um espaço adequado.
identificar que o verbo expressa a intenção da personagem de proteger a história da ilha, impedindo que ela seja modificada ao longo do tempo.
perceber que o verbo estabelece uma relação de oposição entre a escrita das histórias e a criação de espaços destinados à memória coletiva.
analisar que o verbo reforça a ideia de que as histórias da ilha devem permanecer preservadas dentro de locais de memória específicos.