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TEXTO I
O GALO E A RAPOSA

(Esopo)
No meio dos galhos de uma árvore bem alta, um galo estava empoleirado e cantava a todo volume. Sua voz esganiçada ecoava na floresta. Ouvindo aquele som tão conhecido, uma raposa que estava caçando se aproximou da árvore. Ao ver o galo lá no alto, a raposa começou a imaginar algum jeito de fazer o outro descer. Com a voz mais boazinha do mundo, cumprimentou o galo dizendo:
- Ó meu querido primo, por acaso você ficou sabendo da proclamação de paz e harmonia universal entre todos os tipos de bichos da terra, da água e do ar? Acabou essa história de ficar tentando agarrar os outros para comê-los. Agora vai ser tudo na base do amor e da amizade. Desça para a gente conversar com calma sobre as grandes novidades!
O galo, que sabia que não dava para acreditar em nada do que a raposa dizia, fingiu que estava vendo uma coisa lá longe. Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.
- Bem, disse o galo, acho que estou vendo uma matilha ali adiante.
- Nesse caso é melhor eu ir embora – disse a raposa.
- O que é isso, prima? Por favor, não vá ainda! Já estou descendo! Não vá me dizer que está com medo dos cachorros neste tempo de paz?!
- Não, não é medo – disse a raposa –, mas... e se eles ainda não estiverem sabendo da proclamação?
Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabula-o-galo-e-raposa-esopo-com.html#google_vignette. Adaptado.
Leia: “Curiosa, a raposa quis saber o que ele estava olhando com ar tão preocupado.”. Segundo as regras de conjugação da Língua Portuguesa, pode-se apontar corretamente que a palavra em destaque se encontra no:
Presente do Indicativo.
Pretérito Imperfeito do Subjuntivo.
Pretérito Perfeito do Indicativo.
Pretérito Mais-que-perfeito do Subjuntivo.
Pretérito Imperfeito do Indicativo.