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Em entrevista, o secretário britânico dos Negócios afirmou...

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.

Reino Unido se prepara para escassez de comida causada por guerra no Irã

O Reino Unido poderá enfrentar escassez de alimentos nos próximos meses, incluindo carne de frango e porco, caso a guerra envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã evolua para um cenário mais crítico, segundo avaliações do governo britânico.

Uma fonte informou que há receio de um quadro que envolve o fechamento prolongado do estreito de Ormuz e o colapso no fornecimento de dióxido de carbono, insumo essencial tanto para o abate de animais quanto para a conservação de alimentos. O Departamento do Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais afirmou que trabalha em conjunto com empresas para mitigar os impactos do conflito, ressaltando que cenários extremos fazem parte do planejamento técnico e não constituem previsões.

Representantes do setor alimentício demonstram maior preocupação com a elevação dos preços do que com uma eventual escassez. O Conselho Aviário Britânico declarou confiança nas medidas de contingência relacionadas ao dióxido de carbono, embora continue monitorando a situação. O consórcio do setor varejista destacou que espera que o governo esteja preparado para diferentes cenários e ressaltou a experiência dos varejistas na gestão de interrupções no abastecimento.

Ainda assim, o agravamento da situação no Oriente Médio intensifica as pressões inflacionárias, em um contexto em que os custos internos já se encontram elevados. Em entrevista, o secretário britânico dos Negócios afirmou que, no momento, o fornecimento de dióxido de carbono não representa uma preocupação imediata para a economia.

Executivos de grandes redes varejistas também afirmaram não haver, até o momento, problemas de abastecimento, destacando que produtores e fornecedores não indicaram aumento de riscos.

Os preços de combustíveis subiram significativamente desde o início dos ataques ao Irã, ocorrido no fim de fevereiro, quando o país passou a restringir o tráfego no estreito de Ormuz, uma rota essencial para o transporte global de petróleo e gás. Esse bloqueio elevou os custos de combustíveis e fertilizantes, ambos fundamentais para a produção de alimentos.

Em resposta, o governo britânico adotou medidas para garantir o abastecimento de dióxido de carbono, reativando temporariamente uma usina de bioetanol que havia sido desativada meses antes. A produção desse combustível gera o insumo necessário à cadeia alimentar. A empresa responsável declarou confiança na continuidade do fornecimento no curto prazo.

Especialistas destacam a necessidade de preparação

diante de um cenário global cada vez mais instável, com maior frequência de choques econômicos. Nesse contexto, o dióxido de carbono, frequentemente negligenciado, revela-se um componente essencial da cadeia de produção de alimentos, cuja escassez gera impactos significativos.

Analistas apontam que a inflação de alimentos tende a ser inevitável, uma vez que produtores, transportadores e operadores logísticos operam com margens reduzidas e não conseguem absorver aumentos expressivos de custos. Assim, o encarecimento da energia e as interrupções no abastecimento repercutem diretamente nos preços ao consumidor.

Organismos internacionais alertam que o conflito desencadeia uma recessão global, com impacto particularmente severo sobre o Reino Unido entre as economias mais desenvolvidas. No setor agrícola, há previsão de aumento no preço de hortaliças em curto prazo, enquanto outros produtos e o leite sofrem elevação de custos nos meses seguintes.

Diante desse cenário, autoridades e especialistas reforçam que o encadeamento entre custos de energia, insumos agrícolas e logística constitui fator central para a estabilidade do abastecimento. Enquanto isso, permanecem incertas as perspectivas de resolução do conflito, após a interrupção das negociações diplomáticas e a intensificação das ações militares.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgkz49n35go. adaptado.

Em entrevista, o secretário britânico dos Negócios afirmou que, no momento, o fornecimento de dióxido de carbono não representa uma preocupação imediata para a economia.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.


A

O secretário britânico dos Negócios afirmou que em entrevista, no momento, o fornecimento de dióxido de carbono não representa uma preocupação imediata para a economia.


B

O secretário britânico dos Negócios afirmou, em entrevista, que, no momento, o fornecimento de dióxido de carbono não representa uma preocupação imediata para a economia.


C

O secretário britânico dos Negócios, afirmou em entrevista que, no momento o fornecimento de dióxido de carbono, não representa uma preocupação imediata para a economia.


D

O secretário britânico dos Negócios afirmou em entrevista que no momento, o fornecimento de dióxido de carbono não representa uma preocupação imediata para a economia.