A trajetória de Belo Monte mostrou que a
estratégia é tocar a obra, mesmo sem o
cumprimento das condicionantes socioambientais,
mesmo sem a devida escuta dos
indígenas, mesmo com os conhecidos
atropelamentos do processo dentro e fora
do governo, até que a usina esteja tão
adiantada, já tenha consumido tanto
dinheiro, que parar seja quase impossível.
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