No excerto “[...] achava que só as crianças podiam e deviam chorar [...]” (linhas 5 e 6),
o elemento “que” apresenta a mesma função sintática daquele destacado em:
A
“[...] nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido” (linhas
1 e 2).
B
“Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando” (linha 5).
C
“[...] até a inexpugnável barreira dos "não pode", que emparedam a infância [...]” (linhas 7 e 8).
D
“[...] o menino que ia para debaixo da mesa de jantar [...]” (linha 17).
E
“[...] mas sei que é um bom lugar para isso” (linhas 18 e 19).