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Para estruturar a progressão do texto, e fazer a passagem do primeiro para o segundo parágrafo, o autor fez uso do seguinte recurso coesivo.
anáfora, por meio da utilização de numerais.
catáfora, pela utilização de sinônimos.
catáfora, pela utilização de numerais.
anáfora, por meio do uso de pronomes substantivos.
adjetivação de numerais .
“[...] As multidões têm hoje instrumentos para se organizar e se reunir quase instantaneamente, pelas redes sociais.” Neste trecho, o elemento destacado é um caso típico de anáfora. Isso significa que:
o tipo de sujeito não vem expresso na oração, ou por não se desejar que ele seja reconhecido, ou pela impossibilidade de sua explicitação.
[se] se refere às multidões, ou seja, as multidões que organizarão (agentes) e as multidões que serão organizadas (pacientes) são o mesmo termo dentro do evento comunicativo.
em certas orações o predicado não faz referência a nenhum tipo de sujeito. Isso ocorre quando se empregam os chamados verbos impessoais
[se] estabelece uma relação anafórica com [organizar] e [reunir], elementos essenciais dentro do contexto frasal.
essa opcionalidade do pronome reflexivo depende de certas condições que não têm a ver com a função comunicativa das orações.
Constitui expressão de coesão referencial anafórica o emprego da expressão:
“direitos autorais” (l. 3/4)
“à tarefa” (l. 4)
“do artista” (l. 6)
“poucos” (l. 6)
“música” (l. 8)
A relação anafórica de pronome demonstrativo em: “Sim, isso existe!” faz-se com:
“cheguei”.
“descobri”.
“Sim”.
“existe”.
“semiflat”.
O processo de coesão textual pode realizar-se por meio de anáfora, quando se retomam termos e significados anteriormente expressos. Em qual das passagens abaixo NÃO se verifica a ocorrência de vocábulo em função anafórica?
“Verdes mares bravios da minha terra natal, onde canta a jandaia na fronde da carnaúba.” (Iracema, José de Alencar).
“Daí à pedreira restavam apenas uns cinquenta passos, e o chão era já todo coberto por uma farinha de pedra moída que sujava como cal.” (O cortiço, Aluísio Azevedo)
“Acomodar-se-iam num sítio pequeno, o que parecia difícil a Fabiano, criado solto no mato.” (Vidas secas, Graciliano Ramos)
“Invejo o ourives quando escrevo: Imito o amor.
Com que ele, em ouro, o alto relevo
Faz de uma flor.” (Profissão de fé, Olavo Bilac)
“Dissolva os sonhos eróticos
Nos dois litros de sangue fervido” (Poesia Pau-Brasília: Receita, Nicola Behr)