Questões de Concurso sobre Analogia improcedente

 
 
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Analogia é uma relação de semelhança estabelecida entre duas ou mais entidades distintas. Na Gramática, a analogia é um fenômeno responsável pela criação de uma nova forma linguística; consiste na razão da formação de algumas palavras. Levando-se em consideração as analogias feitas pelo articulista a respeito das fases da vida, o fragmento referente aos idosos, aos longevos, é:


A

Estão sempre prontos a de novo voar.” (2º§)


B

No crepúsculo, quando a noite se aproxima, o voo dos pássaros fica diferente.” (3º§)


C

“[...] são aves que voam pela manhã: seus voos são flechas em todas as direções.” (2º§)


D

Para eles, a multiplicidade é um feitiço que os aprisionou, uma arapuca na qual nunca caíram.” (2º§)

Em relação à figura anterior, assinale a alternativa incorreta.


A

Percebe-se o humor na tentativa de vingança do animal.


B

O significado é construído pelo desenho e também pelo texto escrito.


C

A crítica e o humor são demonstrados pelo descontentamento do garçom.


D

Há também uma crítica ao consumo de carne.

Uma relação de analogia é verificada no trecho:


A

“Nive serve ao povo, mas já não sabe até quando vai servir para alguma coisa.”


B

“Estão em escola pública, mas sem perspectivas de aulas, porque sua escola foi esquecida pel'Os que Mandam.”


C

“Faz seu trabalho corretamente. Paga as contas corretamente. Ajuda às pessoas quando pode. Cuida dos seus. Cuida de si. Cuida dos outros.”


D

“Agora parece um cenário de filme de suspense, com paredes descascadas, vazamentos, mato crescendo até nas frestas dos muros, janelas que batem como quem grita por atenção e o eco dos silêncios de crianças que deveriam estar lá.”

Assinale a alternativa em que a relação entre o conectivo e a ideia expressa está INCORRETA.


A

“porém” (l. 09) – oposição.


B

“se” (l. 10) – consequência.


C

“para que” (l. 11) – finalidade.


D

“enquanto” (l. 15) – proporção.

Esse novo jogador do Santos deve ser um craque porque ele é filho do maior beque que eu vi jogar!

Esse segmento argumentativo se apoia em um raciocínio falso, que é


A

confundir a causa com o efeito.


B

confundir opinião e certeza.


C

trocar a realidade pela fantasia.


D

realizar uma falsa analogia.

Se os cadetes não querem fazer exercícios após as aulas, não há nada que o comandante possa fazer, pois, afinal, você pode levar o camelo até a água, mas não pode obrigá-lo a beber.

-

O erro de raciocínio desse texto argumentativo é


A

um círculo vicioso.


B

uma simplificação exagerada.


C

uma falsa analogia.


D

uma generalização excessiva.


E

uma confusão entre causa e efeito.

Entre os raciocínios abaixo, aquele que mostra uma falha por apoiar-se numa falsa analogia, é:


A

Os médicos são profissionais diferentes, pois parecem não preocupar-se demais com os seus ganhos;


B

O novo atacante do Grêmio deve ser ótimo jogador, pois seu pai chegou a jogar na seleção;


C

Os franceses são delicados cozinheiros e os alemães, disciplinados guerreiros, por isso não se entendem;


D

A melhor universidade do país é a USP, pois é a que apresenta melhores condições de ensino;


E

Se quisermos melhorar o aprendizado da Matemática, basta adotarem-se livros importados.

Na frase “Basicamente, Economia Solidária é o nome dado ao conjunto de atividades econômicas, seja de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito organizadas sob a forma de autogestão” (linhas 1-2 , texto 2), o termo “basicamente” indica, para o trecho que introduz, uma


A

paráfrase do parágrafo seguinte, cujo sentido global é apenas uma reformulação.


B

intensificação dos conceitos apresentados no parágrafo sobre a economia solidária.


C

busca de precisão da definição apresentada, situando-a numa área específica da economia.


D

analogia, tendo em vista que se comparam diferentes percepções do que é economia solidária.


E

modalização, por meio da qual se estabelece uma definição aproximada do conceito em questão.

O silêncio incomoda

Como trabalho em casa, assisto a um grande número de jogos e programas esportivos, alguns porque gosto e outros para me manter atualizado, vejo ainda muitos noticiários gerais, filmes, programas culturais (são pouquíssimos) e também, por curiosidade, muitas coisas ruins. Estou viciado em televisão.

Não suporto mais ver tantas tragédias, crimes, violências, falcatruas e tantas politicagens para a realização da Copa de 2014.

Estou sem paciência para assistir a tantas partidas tumultuadas no Brasil, consequência do estilo de jogar, da tolerância com a violência e do ambiente bélico em que se transformou o futebol, dentro e fora do campo.

Na transmissão das partidas, fala-se e grita-se demais. Não há um único instante de silêncio, nenhuma pausa. O barulho é cada dia maior no futebol, nas ruas, nos bares, nos restaurantes e em quase todos os ambientes. O silêncio incomoda as pessoas.

É óbvio que informações e estatísticas são importantíssimas. Mas exageram. Fala-se muito, mesmo com a bola rolando. Impressiona-me como se formam conceitos, dão opiniões, baseados em estatísticas que têm pouca ou nenhuma importância.

Na partida entre Escócia e Brasil, um repórter da TV Globo deu a “grande notícia”, que Neymar foi o primeiro jogador brasileiro a marcar dois gols contra a Escócia em uma mesma partida.

Parece haver uma disputa para saber quem dá mais informações e estatísticas, e outra, entre os narradores, para saber quem grita gol mais alto e prolongado. Se dizem que a imagem vale mais que mil palavras, por que se fala e se grita tanto?

Outra discussão chata, durante e após as partidas, é se um jogador teve a intenção de colocar a mão na bola e de fazer pênalti, e se outro teve a intenção de atingir o adversário. Com raríssimas exceções, ninguém é louco para fazer pênalti nem tão canalha para querer quebrar o outro jogador.

O que ocorre, com frequência, é o jogador, no impulso, sem pensar, soltar o braço na cara do outro. O impulso está à frente da consciência. Não sou também tão ingênuo para achar que todas as faltas violentas são involuntárias.

Não dá para o árbitro saber se a falta foi intencional ou não. Ele precisa julgar o fato, e não a intenção. Eles precisam ter também bom senso, o que é raro no ser humano, para saber a gravidade das faltas.

Muitas parecem iguais, mas não são. Ter critério não é unificar as diferenças.

Tostão, Folha de S.Paulo, caderno D, “esporte”.

No percurso discursivo do texto, no 6º parágrafo, ocorre uma estratégia de:


A

Síntese.


B

Oposição.


C

Analogia.


D

Citação.


E

Exemplificação.

Leia a estrofe 1 do poema “Catar Feijão” de João Cabral de Melo Neto.


Catar feijão se limita com escrever:

Jogam-se os grãos na água do alguidar

E as palavras na da folha do papel;

E depois, joga-se fora o que boiar.

Certo, toda palavra boiará no papel,

Água congelada, por chumbo seu verbo:

Pois para catar esse feijão, soprar nele,

E jogar fora o leve e oco, palha e eco [...]


A construção do poema sinaliza para o ato da escrita, como atividade cotidiana. Neste sentido, pode-se afirmar que o autor


I- toma como referência o propósito de conceituar o ato de escrever, estabelecendo proximidades (e não, igualdades) entre comparante e comparado.

II- “Catar feijão” não se compara com escrever, pois as palavras não boiam no papel como os grãos na água do alguidar.

III-“Catar feijão” é uma analogia ao processo da escrita, pois colocar feijão na água se assemelha a colocar as ideias no papel.


Está CORRETO o que se afirma apenas em


A

I.


B

I e III.


C

II.


D

III.


E

II e III.

Ano: 2015
Banca: Universidade Federal de São João Del Rei - UFSJ
Prova: UFSJ - UFSJ - Técnico Administrativo em Educação - Área: Auxiliar em Administração - 2015

Ao usar a palavra ecoava em “A pergunta ecoava na mente de todos.” (linha 18), o autor produz


A

um reflexo.


B

um problema.


C

uma analogia.


D

uma disparidade.

 
 
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