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Considere as afirmações abaixo, sobre verbos do texto.
I - O verbo sejam (l. 14) está conjugado na terceira pessoa do plural do Presente do Subjuntivo.
II - O verbo envolvam (l. 16) está conjugado na terceira pessoa do plural do Presente do Subjuntivo.
III - O verbo buscamos (l. 20) está conjugado na primeira pessoa do plural do Presente do Indicativo.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
I, II e III.
Assinale a alternativa que expresse corretamente a conjugação das formas verbais "entregou" e "pedi", presentes no primeiro quadrinho.
Entregou = 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo; pedi = 2ª pessoa do singular do pretérito imperfeito do indicativo.
Entregou = 2ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo; pedi = 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo.
Entregou = 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo; pedi = 1ª pessoa do singular do pretérito imperfeito do indicativo.
Entregou = 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo; pedi = 1ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo.
Entregou = 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo; pedi = 3ª pessoa do singular do futuro pretérito do indicativo.
Em “Fazia calor no Rio, 40 graus e qualquer coisa, quase 41.” (ℓ. 1-2), o uso do pretérito imperfeito do indicativo busca
estabelecer uma relação de causa e efeito.
contextualizar o tempo da narrativa.
introduzir uma ambiência de suspense.
banalizar o calor que fazia no Rio.
projetar uma possibilidade.
Existem três modos verbais: indicativo, subjuntivo e imperativo. Identifique nas frases os modos verbais utilizados e marque a opção correta.
I – João, pinte as paredes depressa. ( ______________)
II –Será que ele me empresta o livro? ( _____________)
III – As crianças dormiram assistindo ao filme. (_____________)
IV – Nós iremos para casa. (______________)
V – Se você arrumar um emprego, talvez tenha dinheiro para comprar o celular. (___________)
Indicativo, Subjuntivo, Indicativo, Imperativo, Subjuntivo
Imperativo, Subjuntivo, Indicativo, Indicativo, Subjuntivo
Subjuntivo, Subjuntivo, Indicativo, Imperativo, Indicativo
Imperativo, Indicativo, Subjuntivo, Imperativo, Subjuntivo
Imperativo, Indicativo, Indicativo, Subjuntivo, Imperativo
Na oração “Quero que você venha.”, a forma verbal “venha” é classificada, no que concerne a modo e tempo, como:
Subjuntivo presente.
Indicativo presente.
Subjuntivo passado.
Subjuntivo futuro.
Leia a frase retirada do texto.
“Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos,...”
O verbo destacado está no:
futuro do pretérito do indicativo.
pretérito imperfeito do indicativo.
pretérito perfeito do indicativo.
pretérito mais que perfeito do indicativo.
Assinale a alternativa em que se verifica o uso de verbo com sentido hipotético, estando, pois, no modo subjuntivo.
“Sua proposta é acabar com letras que não se pronunciam, como o “H” no início de certas palavras [...]” (Linhas 8-9)
“[...] ele grafava seus textos segundo as regras que inventou.” (Linha 13)
“Como se tivesse sido atingida por uma bomba e alguns destroços irreconhecíveis houvessem sido resgatados da hecatombe.” (Linhas 4-6 )
“No Brasil o acordo deveria entrar em vigor em 2009 [...]” (Linha 18)
“A escultura, (...), gira em torno da pira olímpica” Assinale a alternativa em que o verbo está flexionado no mesmo tempo e modo que o destacado acima.
“...como a abertura alertou o público sobre questões ambientais.”
“...impulsionada pelo vento...”
“A escultura (...) chamou a atenção”
“...a obra de Anthony remete ao formato do Sol.”
Sobre o verbo sublinhado em “Também existem limites na quantidade de exercício físico diário.”, analisar os itens abaixo:
I - Está conjugado no modo indicativo.
II - Está conjugado no tempo presente do modo subjuntivo.
III - Está conjugado na terceira pessoa do singular.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente os itens II e III.
Somente os itens I e III.
Somente o item II.
LIBERDADE
Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se têm levantado estátuas e monumentos, por ela se tem até morrido com alegria e felicidade.
Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam "Liberdade, Igualdade e Fraternidade! "; nossos avós cantaram: "Ou ficar a Pátria livre/ ou morrer pelo Brasil!"; nossos pais pediam: "Liberdade! Liberdade/ abre as asas sobre nós", e nós recordamos todos os dias que "o sol da liberdade em raios fúlgidos/ brilhou no céu da Pátria..." em certo instante.
Somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amála, combater e certamente morrer por ela.Ser livre como diria o famoso conselheiro, é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho... Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado, é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Suponho que seja isso.)
Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes. Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir. (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso...)
Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!...) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!
Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.
E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da liberdade nas mãos!
São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.
Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos, que falam de asas, de raios fúlgidos linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos construtores de Babel...
(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho: Crônicas)
As formas verbais “abre – 2º parágrafo e chegarem”, no 7º parágrafo são:
Verbos regulares, o 1º está na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo e 2ºestá no futuro do presente;
O 1º é regular, na 2ª pessoa do singular do imperativo afirmativo e o 2º está no futuro do subjuntivo;
Verbos irregulares, o 1º está na 2ª pessoa do presente do indicativo e o 2º, no presente do subjuntivo;
O 1º é irregular e o 2º é regular, ambos da mesma conjugação, no presente do indicativo;
Os dois são regulares de conjugações diferentes, no futuro do subjuntivo.
“Mas ele já estava cansado de mentiras velhas, batidas...”, o verbo “estava”(linha 04) encontra -se no tempo ________________ do modo _____________.
Qual alternativa preenche correta e respectivamente as lacunas acima?
presente – subjuntivo.
pretérito mais que perfeito – indicativo
pretérito imperfeito – subjuntivo.
pretérito perfeito – indicativo.
pretérito imperfeito – indicativo.
“Para você ter adquirido essa propriedade, necessitou de instruções do corretor.” O tempo é:
Infinitivo pessoal composto.
Futuro composto do subjuntivo.
Futuro do pretérito composto do indicativo.
Futuro do presente composto do indicativo.
Pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo.
“E precisamos nos livrar de outra que os pequenos não têm [...]” (Linha 34)
Assinale a alternativa a qual apresenta o verbo que, quando usado na 3.ª pessoa do plural, no presente do indicativo, seguirá a mesma norma ortográfica da forma “têm”, usada nesse trecho.
Vir.
Ver.
Ler.
Dar.
Os verbos “andei”, “fraturei” e “bati”, presentes no texto, estão conjugados no:
Futuro do Indicativo.
Condicional.
Presente do Subjuntivo.
Pretérito Imperfeito do Indicativo.
Pretérito Perfeito do Indicativo.
Considere o trecho: “A origem de todas as guerras é a crença de que existem inimigos.” (Linhas 22-23) Se nesse trecho o verbo “existir” for substituído pelo verbo haver, a forma verbal CORRETA será
há
haverão.
haverá.
haveriam.
Em relação aos tempos e modos verbais utilizados na notícia, analise as afirmativas.
I - A forma verbal destaca, no presente do indicativo, expressa que a ação de destacar no texto é habitual.
II - A forma verbal ganhe está no modo subjuntivo, pois que indica uma ação de realização hipotética.
III - As formas verbais estimular e qualificar exercem funções típicas dos nomes, por isso são denominadas formas nominais.
IV - As formas verbais criou e mudou exemplificam o pretérito mais que perfeito do indicativo, indicando uma ação realizada no passado, anterior a outra também passada.
Estão corretas as afirmativas
I, II e IV, apenas.
II e III, apenas.
I e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
O verbo sublinhado em "A pesquisa da gestora apontou ainda que 74% dos brasileiros ... " está conjugado no modo indicativo, no tempo:
Pretérito perfeito.
Pretérito imperfeito.
Pretérito mais-que-perfeito.
Futuro do pretérito.
Os verbos destacados no seguinte fragmento textual “Olha, ele acorda. Vai. Dá-me um beijo e vai” (l. 17) estão flexionados em que modo?
No modo indicativo.
No modo subjuntivo.
No imperativo negativo.
No imperativo afirmativo.
O modo - temporal predominante no texto é o
indicativo presente.
indicativo futuro.
subjuntivo presente.
subjuntivo imperfeito
imperativo afirmativo
Todos os verbos destacados estão no pretérito imperfeito do indicativo, EXCETO em:
“Minha mãe era livreira, professora, escrevia resenhas para a imprensa e tinha uma biblioteca imensa [...]”
“Minha mãe ficou congelada, não sabia se tinha ouvido direito.”
“Outro dia, numa palestra, eu escutei uma frase genial do Pedro Bandeira [...].”
“Um dia, estávamos em casa quando a mãe de um colega da minha irmã bateu a campainha.”