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No verso “Eu me recuso faço hora vou na valsa"(v.5), é também correta, de acordo com a norma padrão brasileira, a colocação enclítica do pronome “me”. Assinale a opção em que também ocorre essa dupla possibilidade - próclise e ênclise - na colocação do pronome destacado.
Ninguém nos convidou para o evento.
José me emprestou este telefone.
Ontem o vino trânsito a caminho do trabalho.
Certamente lhes mostrei todos os quartos do hote
Prefiro que me entregue o material amanhã.
Em relação à colocação pronominal, assinalar a alternativa CORRETA:
O chame para ir ao cinema amanhã.
Não me procure depois do Natal.
Isso perturba-me demais.
Te acusaram de calúnia.
No primeiro período do texto, caso o pronome “se”, na expressão “se preocupar”, fosse deslocado para depois do verbo, escrevendo-se preocupar-se, a correção gramatical do texto seria mantida.
Certo
Errado
Sobre a colocação do pronome “se”, em relação ao verbo “originou”, no período “Segundo Thomas Hobbes, a sociedade se originou de um contrato social...”, analise as assertivas abaixo:
I. Ocorreu a próclise por escolha do falante.
II. Ocorreu a ênclise, devido ao verbo no passado.
III. Ocorreu a mesóclise por estar entre o sujeito e o verbo.
IV. Poderia ter ocorrido a ênclise, já que se encontra em situação de uso opcional.
É correto o que se apresenta
no item I, apenas.
no item III, apenas.
nos itens I e IV, apenas.
nos itens II e III, apenas.
Sobre Colocação Pronominal, observe os trechos abaixo:
I. “...mas se olhe também com os olhos delas.”
II. “Não desanime perante o fracasso, supere-se transformando-o em aprendizado.”
III. “Não se aproveite de quem se esforça tanto...”
Em relação a esses trechos, assinale a alternativa CORRETA.
No item I, estaria também correta a construção: mas olhe-se também com os olhos delas.
No item II, o pronome “se” poderia também estar anteposto ao verbo.
No item III, a próclise do primeiro pronome “se” justifica pela presença de palavra negativa.
Ainda no item III, estaria correta a seguinte construção: de quem esforça-se muito.
No item III, o primeiro “se” poderia estar posposto ao verbo, e isso não seria considerado incorreção gramatical.
Na oração “ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir” (segundo período do segundo parágrafo), a posição proclítica do pronome “se” justifica-se pela flexão de tempo na forma verbal “iniciavam”, que determina o uso obrigatório da próclise.
Certo
Errado
Marque o parágrafo que inicia com conjunção que tem ideia adversativa e dentro do mesmo parágrafo existe uma locução verbal composta por um verbo de primeira conjugação escrito com exemplo de ênclise.
Quinto parágrafo.
Quarto parágrafo.
Sétimo parágrafo.
Sexto parágrafo.
Assinale a alternativa cuja declaração contém uma INCORREÇÃO no tocante à Colocação Pronominal.
"Como sou um otimista incorrigível —embora os fatos, muitas vezes, me desmintam..." – nesse caso, a ênclise caracterizaria um desvio em relação às normas gramaticais de colocação.
"E isso nos encaminhará para um tipo de sociedade..." – o pronome sublinhado também poderia ficar enclítico ao verbo.
"O ser humano, quando em contato com o perigo, volta-se para seu interior..." – a próclise também estaria gramaticalmente correta.
"... nos aproximar daqueles que se distanciaram..." – a ênclise, nesse caso, desobedeceria às normas vigentes de colocação.
"... passa a refletir o quanto o outro lhe é importante..." – a próclise, nesse caso, é obrigatória.
Texto para os itens de 1 a 18.
1 A pandemia de covid-19 pôs em evidência a discussão sobre a importância da ciência e seus benefícios para a
população e a sociedade, tema da audiência pública realizada pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e
Informática da Câmara dos Deputados. No evento, realizado em novembro de 2021, discutiu-se a “percepção da sociedade
4 acerca da importância da ciência para o País”.
O autor do pedido de audiência destacou que grande parte da população brasileira ainda desconhece a
importância da ciência para o presente e o futuro. “A tecnologia e a inovação é o ponto comum entre os países que mais
7 se desenvolveram nos últimos 40 anos no mundo. São aqueles países que mais investiram nas estratégias de valorização e
desenvolvimento da pesquisa e inovação. Portanto, esse é um passaporte para o futuro absolutamente essencial para o
desenvolvimento econômico e social do Brasil”, afirmou o deputado na abertura do evento.
10 A diretora de Cooperação Institucional do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
comentou os resultados da pesquisa realizada em 2019 pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações em parceria
com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos para conhecer o grau de informação da população sobre a importância da
13ciência e da tecnologia no País. “Percebemos que um percentual significativo de brasileiros e brasileiras reconhecem que
a ciência e a tecnologia trazem mais benefícios que malefícios. É também muito interessante verificar que 62% desses
entrevistados se dizem interessados ou muito interessados em algum assunto relacionado ao tema, com destaque
16a medicina, saúde e meio ambiente”. No entanto, a pesquisadora apontou que essa constatação ainda é um tanto vaga.
“Ninguém é capaz de citar um cientista, ou mesmo de compreender, do ponto de vista prático, os resultados da ciência
para o desenvolvimento da sociedade, ou para a cura das pessoas.”
19 Segundo o secretário-executivo da Iniciativa para a Ciência e Tecnologia no Parlamento, é necessário um projeto
de governo que coloque a ciência como peça fundamental na construção do País: “Precisamos mostrar que a ciência é tão
importante quanto construir casas ou construir estradas.”
22 A presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos afirmou que a ciência precisa ter centralidade no projeto
nacional. “A ciência precisa ser transversal nas políticas do País. Nós precisamos ter todas as áreas — desde as cadeias
produtivas industriais até a política de mobilidade urbana — com centralidade na ciência. E o carro-chefe deve ser a
25questão ambiental para a introdução dessa transversalidade. Ela pode ser o grande impulsionador da ciência em todos os
campos”, afirmou.
No entanto, segundo os participantes da audiência pública, faltam estímulos financeiros, educacionais e culturais
28para o desenvolvimento da área científica no Brasil. Os constantes cortes nos recursos destinados à ciência vêm
prejudicando grandemente o andamento das pesquisas e comprometendo o futuro da ciência no País. “Se a percepção da
ciência vai ser melhor ou pior, vai depender do grau investimento que se destina à ciência”, afirmou um dos cientistas.
31 Segundo o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, não é possível pensar no futuro do
Brasil sem ciência e tecnologia. “O nosso futuro depende do avanço científico”, enfatizou. “Ele permitirá que o Brasil deixe
de ser um ‘país do futuro’ para que seja um ‘país do presente’, com exploração sustentável da nossa biodiversidade e com
34oportunidades iguais para os que hoje são privados de futuro em razão da pobreza e de várias outras formas de carência
que impedem que seus talentos sejam reconhecidos e que se tornem grandes cientistas, grandes empresários, grandes
médicos e grandes professores. É um trabalho muito importante em que o Brasil precisa se empenhar, para reverter o
37rumo equivocado dos últimos anos”.
Internet: <www.portal.sbpcnet.org.br> (com adaptações).
“se destina” (linha 30) por destina-se
Certo
Errado
Assinale a alternativa em que o trecho entre colchetes substitui o destacado de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação de pronome.
Doenças infecciosas moldaram a história e a evolução humanas. [moldaram-nas]
… para que experimentemos uma pequena fração da angústia… [experimentemos-la]
… pintar as guerras como um flagelo comparável… [pintar elas]
… morria por causa das doenças que acompanhavam as tropas… [acompanhavam-nas]
A população não faz melhor quando rejeita vacinas. [rejeita-as]
Analise a frase abaixo.
“... achei que ele estava apenas querendo fazer-se de importante, talvez pelo desejo de imitar ‘os patrões’”.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso dos pronomes, assinale a alternativa em que o pronome destacado substitui corretamente as palavras destacadas na frase acima, sem alterar o sentido.
“... achei que ele estava apenas querendo fazer-se de importante, talvez pelo desejo de imitar-los”.
“... achei que ele estava apenas querendo fazer-se de importante, talvez pelo desejo de imitar-lhes”.
“... achei que ele estava apenas querendo fazer-se de importante, talvez pelo desejo de os imitar”.
“... achei que ele estava apenas querendo fazer-se de importante, talvez pelo desejo de imitar-nos”.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre as frases.
( ) Em “Que direito lhe assiste de julgar tamanho amor?“, o verbo assistir é transitivo indireto, tem sentido de “caber” e o pronome está proclítico.
( ) Em “Ele é a pessoa que mais confio, dou-lhe todo meu crédito.“, os verbos “confiar” e “dar” têm regências corretas; o segundo deles apresenta objeto direto e indireto e seu pronome oblíquo está enclítico.
( ) Em “Também a mim me hão ferido com os crimes da ofensa e traição, como perdoá-los?“, o verbo “haver” está como auxiliar e tem o sentido de existir, já o verbo “perdoar” é verbo principal e transitivo direto, com objeto direto de coisa. A posição dos pronomes oblíquos dos verbos é diferente: do primeiro, é proclítica e do segundo, enclítica.
( ) Em “Aqueles dois nunca se houveram bem em competições amorosas.“, a regência verbal está correta e o pronome está obrigatoriamente em próclise.
( ) Em “Naquele bar que bebi, jamais dignarei-me voltar.“, os verbos “beber” e “dignar-se” têm regências corretas; por outro lado, a posição do pronome oblíquo não é aceita pela norma culta que prescreve, neste caso, mesóclise (dignar-me-ei) ou próclise (me dignarei).
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
V • V • V • F • F
V • F • V • V • F
V • F • F • V • F
F • V • F • V • V
F • F • V • V • V
Assinale a alternativa correta acerca da colocação pronominal, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Em tratando-se de amor, eu entendo.
Naquele país fala-se francês.
Não faça-me perder as estribeiras.
Fizeram-me chegar cedo, mas não estão aqui ainda.
Lhe abraçaria agora, mas estou longe.
Atente para a colocação do pronome oblíquo no texto do seguinte cartaz.

Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=wdBGGim8hhU>.
Segundo Cegalla (2010, p. 538), “Conforme sua posição junto ao verbo, os pronomes oblíquos átonos podem ser: proclíticos (antepostos ao verbo); mesoclíticos (intercalados no verbo); enclíticos (pospostos ao verbo)”.
A esse respeito, analise as asserções e a relação proposta entre elas.
I – No texto do cartaz a colocação do pronome oblíquo átono “me” está de acordo com as regras da gramática normativa
PORQUE
II – a próclise é de rigor, nesse caso, por ser lícito iniciar a frase com pronome quando o verbo está no presente do indicativo.
Sobre as asserções é correto afirmar que
as duas são falsas.
a primeira é falsa e a segunda é verdadeira.
a primeira é verdadeira e a segunda é falsa.
as duas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.
Considerando as regras de colocação pronominal prescritas pela norma culta, assinale a alternativa que apresenta um desvio no emprego da próclise, uma vez que o autor deveria ter usado, obrigatoriamente, a ênclise.
"A comoção não se sustenta ao fim de 48 horas.” (1º§)
“(...) no vil ato de abordar uma pessoa, se utilizando das práticas mais cruéis e desumanas.” (3º§)
“É evidente que há uma fratura social exposta e ela se personifica no racismo estrutural, (...)” (12º§)
“(...) o racismo é apresentado como decorrência da própria estrutura, ou seja, do modo ‘normal’ com que se constituem as relações políticas, (...)” (12º§)
Acerca da colocação pronominal, leia as assertivas:
I. Em O sono dava-me alívio, tem-se um caso de mesóclise, pois o verbo está no futuro do presente.
II. Em que me elogiavam o garbo, tem-se um caso de próclise, pois há um pronome relativo que atrai o pronome.
III. Em esvaía-se com o sono, tem-se um caso de ênclise, sendo esta a posição normal do pronome, uma vez que, para que ocorra a próclise ou a mesóclise, é necessário haver justificativas.
Pode-se afirmar que:
As assertivas I, II e III estão corretas.
Apenas as assertivas I e III estão corretas.
Apenas a assertiva II está correta.
Apenas as assertivas II e III estão corretas.
A sentença em que o pronome oblíquo átono assinalado precisa vir anteposto ao verbo é
Sabe-se que ainda há muito a ser feito pela escola.
Instalar-nos-emos em um hotel mais barato.
Infelizmente, iniciou-se, em 1939, a Segunda Guerra Mundial.
De véu, grinalda e vestido rodado, casar-me-ia há 35 anos.
Quando deparei-me com ela, a paixão surgiu.
Na linha 3, o deslocamento do pronome “se” para depois da forma verbal “viu”, escrevendo-se viu-se, preservaria a correção gramatical do texto.
Certo
Errado
No trecho “há uma realidade que nos espera” (linha 7), o pronome “nos” poderia ser deslocado para depois da forma verbal “espera” — escrevendo-se espera-nos —, sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do texto.
Certo
Errado
Analisando-se a colocação pronominal, assinalar a alternativa CORRETA:
Me disseram para esperar aqui.
Não envolva-me nesse assunto.
Quem disse-te essa mentira?
Diga-me o que fazer.