Questões de Concurso sobre Hipérbole

 
 
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Orígenes Lessa faz uso da figura de linguagem denominada hipérbole no seguinte trecho:


A

Veio seis meses depois.


B

Não sabia ao certo.


C

O nome, de fato, não importa.


D

Quis morrer de alegria.


E

Não era o que eles esperavam.

A afirmação “esse é o dia mais triste do ano” (terceira segunda-feira de janeiro) constitui uma hipérbole porque:


A

usa palavras em sentido oposto ao literal.


B

compara o dia a um evento traumático real.


C

exagera intencionalmente um sentimento de tristeza.


D

expressa uma verdade científica comprovada por pesquisas.

Identifique um exemplo de hipérbole:


A

Hoje estou preguiçoso como uma segunda-feira.


B

A vida é uma eterna montanha-russa.


C

Meu coração chora de saudade.


D

Espero há séculos por um grande amor.


E

Gostava de ouvir Tom Jobim.

O emprego recorrente de expressões de teor hiperbólico, como “toda uma potência latente”, “uma grandeza me tomava” e “enfim me latejava”, contribui para a construção de uma linguagem marcada pela


A

atenuação emocional decorrente da contenção expressiva da narradora.


B

intensificação expressiva das percepções íntimas vivenciadas pela personagem.


C

descrição factual voltada à captação objetiva das ações narrativas.


D

simplificação discursiva direcionada ao relato direto dos fatos externos.

No gênero enciclopédico, a linguagem figurativa é um recurso expressivo muito pontual e seu uso visa sempre à intencionalidade discursiva. No fragmento textual, a expressão “deslocamentos nos sentidos” é um(a)


A

hipérbole.


B

circunlóquio.


C

eufemismo corporativo.


D

metáfora conceitual.

As figuras de linguagem constam nas frases de maneira sequencial:


A

1) Silepse e zeugma. 2) Anacoluto. 3) Prosopopeia. 4) Aliteração.


B

1) Metáfora e antitese. 2) Pleonasmo. 3) Metonímia e hipérbato. 4) Ironia e hipérbato.


C

1) Silepse e antítese. 2) Assonância. 3) Perifrase e sinédoque. 4) Hipérbole.


D

1) Onomatopeia. 2) Metonímia. 3) Hipérbole. 4) Metonímia.

Qual é a figura de linguagem que embasa a parte narrativa da tirinha abaixo?


Imagem associada para resolução da questão


LEITE, Will. Anésia #767. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/anesia-767/. Acesso em: 05 jan. 2025.


A

Metáfora.


B

Metonímia.


C

Comparação.


D

Hipérbole.

Leia atentamente o trecho abaixo:


"Naquele instante gelado, as palavras fugiam-lhe da boca como pássaros que, uma vez soltos, já não aceitavam retorno. Seu coração, endurecido pelo tempo, pulsava com o mesmo vigor de uma rocha inerte."


Considerando o uso estilístico da linguagem, a figura de linguagem predominante na última frase do excerto é:


A

metáfora.


B

hipérbole.


C

ironia.


D

prosopopeia.


E

metonímia.

Leia com atenção o fragmento:


“(...) que a pena não quer escrever.”


No fragmento nota-se a presença da figura de linguagem conhecida como:


A

Catacrese.


B

Hipérbole.


C

Metonímia.


D

Antítese.


E

Nenhuma das alternativas anteriores.

As figuras de linguagem constituem um recurso especial de construção, valorizando e embelezando o texto.

Pensando nisso, analise as duas orações a seguir:

Despertou-me um som colorido.

Era uma beleza fria.

A figura de linguagem presente nas duas orações é:


A

Hipérbole.


B

Personificação.


C

Antítese.


D

Pleonasmo.


E

Sinestesia.

Leia o texto a seguir:


AUTORRETRATO


Até hoje, quando me olho ao espelho, fico assombrado. Então, eu sou aquilo que aparece escovando os dentes, fazendo a barba, verificando o estrago do tempo nos meus olhos? Sempre fui assim? Ou fui pior ou melhor? Quando escovo os dentes, por exemplo, sinto o gosto da infância que nunca foi embora, que me persegue e, em certo sentido, me ameaça.

Não pedi para nascer e muito menos para crescer. Não tenho nada com o adulto que substituiu a criança espantada diante do mundo, gostando e temendo o mundo. Fugindo e querendo ser do mundo. Não sou nostálgico, tenho até aversão aos nostálgicos. Sou melancólico — o que é outra coisa, apesar de parecida. Em criança, gostava das histórias em que um menino partia para conhecer o mundo, envolvia-se com os outros, o gigante que morava no castelo, o duende que morava na floresta, a bruxa de olhos verdes que tinha uma cesta de maçãs (como na história da Branca de Neve), a fada que não tinha rosto, silhueta apenas, e que, apesar de tudo, me protegia.

Gostando ou não dessa gente, eu não perdia a noção de que estava cumprindo um destino, uma missão: conhecer o mundo. Um dia voltaria para dentro de mim, farto dos outros, farto de mim mesmo. A busca transformou-se num retorno — por isso, talvez, minha atividade mais constante é escrever. Um gesto tão infantil como o de escovar os dentes, sentir na boca o gosto da espuma crescendo.

Um rito infantil que talvez nunca tenha mudado, é sempre o mesmo. Daí a pouca ou nenhuma importância que dou ao adulto que me sucedeu. É um farsante. Finge levar a vida com a seriedade possível, mas está louco para que a missão acabe e ele possa voltar a ser o menino que cresceu contra a vontade. Por isso, foi mudo até os cinco anos, não conseguia pronunciar nenhuma palavra, nenhum som articulado. E quando falou, falou errado. Trocava as letras, até os 15 anos tropeçava nas palavras. Fez testes (científicos na época) para avaliar o grau de sua dormência mental. No fundo, ele até que se distraía: falar errado ou nada falar era um recurso para não assumir a vida que não quis nem pediu. Até que fingiu bem. Entre mortos e feridos, teve seus momentos. Mais do que merecia ou precisava. Mesmo assim, nunca soube aproveitar esses momentos. Aos outros, sempre deu a impressão de não estar ali, de estar indo para outro lugar, aflito para ir embora e chegar a um lugar indeterminado onde não é esperado. Mas não importa. A convulsão de ir e de nunca chegar é um truque que ele aprendeu sem querer. Seria impossível viver sem esse truque.

O menino mudo até os cinco anos só falou quando levou um susto. Sua primeira palavra foi um grito. Prometeu-se nunca mais gritar, ainda que o preço do não grito fosse a palavra finalmente falada ou confusamente escrita. O menino encontrou um ofício, mas não um destino.


(Carlos Heitor Cony, do livro O harém das bananeiras)


Leia atentamente o trecho abaixo e indique qual foi a figura de linguagem utilizada:


"Quando escovo os dentes, por exemplo, sinto o gosto da infância que nunca foi embora, que me persegue e, em certo sentido, me ameaça."


A

Prosopopeia.


B

Anacoluto.


C

Hipérbole.


D

Eufemismo.


E

Metáfora.

Analise as afirmativas tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.


I- A figura de linguagem hipérbole está presente na expressão “A maior prova”, a qual foi usada como um recurso de argumentação.

II- A referência a uma variação linguística regional é usada para construir a argumentação apresentada no texto.

III- O termo “trem” está presente na fala dos habitantes de Minas Gerais substituindo vários outros nomes, e, no texto, foi usado para se referir à palavra “avião”.

IV- O preconceito linguístico está presente no texto em relação ao uso da palavra “trem” pelos habitantes do Estado de Minas Gerais.

V- A palavra “trem” é característica da linguagem dos mineiros e forma a expressão “trem de pouso”, que substitui o termo “rodas”.


Estão CORRETAS as afirmativas


A

I, II e V, apenas.


B

I, III e IV, apenas.


C

II, III e IV, apenas.


D

II, III e V, apenas.


E

III, IV e V, apenas.

Assinalar a alternativa que indica a figura de linguagem apresentada na imagem.


Imagem associada para resolução da questão


A

Eufemismo.


B

Hipérbole.


C

Perífrase.


D

Sinestesia.


E

Antítese.

Assinale a alternativa em que se verifica, por meio de um verbo, a construção de uma hipérbole como recuso de expressão.


A

“Cada um que examine o baú de suas prioridades, e faça a arrumação que quiser ou puder.”


B

“Mas amadurecer me obrigou a fazer muita faxina nos armários da alma e na bolsa também.”


C

“Sapato e roupa simbolizam bem mais do que isso que são: representam uma escolha de vida [...]”.


D

Muito do que gastamos (e nos desgastamos) nesse consumismo feroz podia ser negociado [...]”.


E

“[...] um fim de semana em família em lugar daquele trabalho extra que está me matando [...]”.

A hipérbole é uma amostra de linguagem figurada caracterizada pelo exagero na expressão, para enfatizar algum aspecto do texto.


As opções abaixo, retiradas de obras de Machado de Assis, mostram hipérboles, à exceção de uma. Assinale-a.


A

“Uma noite Estêvão assistira à representação de Otelo, palmeando até romper as luvas, aclamando até cansar-lhe a voz.” (A Mão e a Luva)


B

“Estácio encontrou D. Úrsula a ler um tomo do Saint-Clair das Ilhas, enternecida pela centésima vez com as tristezas dos desterrados da Ilha da Barra.” (Helena)


C

“Quando esta carta te chegar às mãos, estarei morto, morto de saudades da minha tia e de ti.” (Helena)


D

“Desejei penteá-los por todos os séculos dos séculos, tecer duas tranças que pudessem envolver o infinito por um número inominável de vezes.” (Dom Casmurro)


E

“E elas ouviam tudo (castas estrelas!), tudo o que a boca temerária de Rubião ia entornando na alma pasmada de Sofia.” (Quincas Borba)

Na frase retirada do texto “A corrupção mina a confiança nas instituições”, a palavra “mina” expressa o uso de qual figura de linguagem?


A

Hipérbole.


B

Metáfora.


C

Personificação.


D

Comparação.


E

Pleonasmo.

No trecho: “...só o avanço das pesquisas poderá nos dar a medida exata da atuação do ‘satanás de botas’, segundo ensina a analogia corrente entre os camponeses referindo-se à atuação dos militares daqueles tempos”, a expressão “satanás de botas” é um exemplo de qual figura de linguagem?


A

Hipérbole – pois exagera os atos dos militares com o intuito de causar humor.


B

Metonímia – porque troca o nome dos militares por uma característica de seu uniforme.


C

Metáfora – pois compara implicitamente os militares a uma figura demoníaca, sem uso de conectivos.


D

Eufemismo – por suavizar a gravidade dos crimes cometidos pelos militares na região.

Zeugma é uma figura de linguagem classificada como figura de sintaxe, pois ela interfere na construção sintática das frases omitindo termos na oração com o intuito de evitar a repetição desnecessária. Qual das figuras de linguagem abaixo também é classificada como figura de sintaxe?


A

Hipérbole.


B

Pleonasmo.


C

Catacrese.


D

Aliteração.

Qual é a figura de linguagem que aparece na última frase do texto?


A

Hipérbole.


B

Ironia.


C

Prosopopeia.


D

Metáfora.


E

Comparação.

 
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