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Identifique um exemplo de hipérbole:
Hoje estou preguiçoso como uma segunda-feira.
A vida é uma eterna montanha-russa.
Meu coração chora de saudade.
Espero há séculos por um grande amor.
Gostava de ouvir Tom Jobim.
As figuras de linguagem constam nas frases de maneira sequencial:
1) Silepse e zeugma. 2) Anacoluto. 3) Prosopopeia. 4) Aliteração.
1) Metáfora e antitese. 2) Pleonasmo. 3) Metonímia e hipérbato. 4) Ironia e hipérbato.
1) Silepse e antítese. 2) Assonância. 3) Perifrase e sinédoque. 4) Hipérbole.
1) Onomatopeia. 2) Metonímia. 3) Hipérbole. 4) Metonímia.
No trecho: “...só o avanço das pesquisas poderá nos dar a medida exata da atuação do ‘satanás de botas’, segundo ensina a analogia corrente entre os camponeses referindo-se à atuação dos militares daqueles tempos”, a expressão “satanás de botas” é um exemplo de qual figura de linguagem?
Hipérbole – pois exagera os atos dos militares com o intuito de causar humor.
Metonímia – porque troca o nome dos militares por uma característica de seu uniforme.
Metáfora – pois compara implicitamente os militares a uma figura demoníaca, sem uso de conectivos.
Eufemismo – por suavizar a gravidade dos crimes cometidos pelos militares na região.
Qual a figura de linguagem que aparece na última frase do texto?
Metáfora
Assonância
Hipérbole
Elipse
Zeugma
Qual é a figura de linguagem que embasa a parte narrativa da tirinha abaixo?

LEITE, Will. Anésia #767. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/anesia-767/. Acesso em: 05 jan. 2025.
Metáfora.
Metonímia.
Comparação.
Hipérbole.


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Leia atentamente o trecho abaixo:
"Naquele instante gelado, as palavras fugiam-lhe da boca como pássaros que, uma vez soltos, já não aceitavam retorno. Seu coração, endurecido pelo tempo, pulsava com o mesmo vigor de uma rocha inerte."
Considerando o uso estilístico da linguagem, a figura de linguagem predominante na última frase do excerto é:
metáfora.
hipérbole.
ironia.
prosopopeia.
metonímia.
Leia com atenção o fragmento:
“(...) que a pena não quer escrever.”
No fragmento nota-se a presença da figura de linguagem conhecida como:
Catacrese.
Hipérbole.
Metonímia.
Antítese.
Nenhuma das alternativas anteriores.
As figuras de linguagem constituem um recurso especial de construção, valorizando e embelezando o texto.
Pensando nisso, analise as duas orações a seguir:
Despertou-me um som colorido.
Era uma beleza fria.
A figura de linguagem presente nas duas orações é:
Hipérbole.
Personificação.
Antítese.
Pleonasmo.
Sinestesia.
Leia o texto a seguir:
AUTORRETRATO
Até hoje, quando me olho ao espelho, fico assombrado. Então, eu sou aquilo que aparece escovando os dentes, fazendo a barba, verificando o estrago do tempo nos meus olhos? Sempre fui assim? Ou fui pior ou melhor? Quando escovo os dentes, por exemplo, sinto o gosto da infância que nunca foi embora, que me persegue e, em certo sentido, me ameaça.
Não pedi para nascer e muito menos para crescer. Não tenho nada com o adulto que substituiu a criança espantada diante do mundo, gostando e temendo o mundo. Fugindo e querendo ser do mundo. Não sou nostálgico, tenho até aversão aos nostálgicos. Sou melancólico — o que é outra coisa, apesar de parecida. Em criança, gostava das histórias em que um menino partia para conhecer o mundo, envolvia-se com os outros, o gigante que morava no castelo, o duende que morava na floresta, a bruxa de olhos verdes que tinha uma cesta de maçãs (como na história da Branca de Neve), a fada que não tinha rosto, silhueta apenas, e que, apesar de tudo, me protegia.
Gostando ou não dessa gente, eu não perdia a noção de que estava cumprindo um destino, uma missão: conhecer o mundo. Um dia voltaria para dentro de mim, farto dos outros, farto de mim mesmo. A busca transformou-se num retorno — por isso, talvez, minha atividade mais constante é escrever. Um gesto tão infantil como o de escovar os dentes, sentir na boca o gosto da espuma crescendo.
Um rito infantil que talvez nunca tenha mudado, é sempre o mesmo. Daí a pouca ou nenhuma importância que dou ao adulto que me sucedeu. É um farsante. Finge levar a vida com a seriedade possível, mas está louco para que a missão acabe e ele possa voltar a ser o menino que cresceu contra a vontade. Por isso, foi mudo até os cinco anos, não conseguia pronunciar nenhuma palavra, nenhum som articulado. E quando falou, falou errado. Trocava as letras, até os 15 anos tropeçava nas palavras. Fez testes (científicos na época) para avaliar o grau de sua dormência mental. No fundo, ele até que se distraía: falar errado ou nada falar era um recurso para não assumir a vida que não quis nem pediu. Até que fingiu bem. Entre mortos e feridos, teve seus momentos. Mais do que merecia ou precisava. Mesmo assim, nunca soube aproveitar esses momentos. Aos outros, sempre deu a impressão de não estar ali, de estar indo para outro lugar, aflito para ir embora e chegar a um lugar indeterminado onde não é esperado. Mas não importa. A convulsão de ir e de nunca chegar é um truque que ele aprendeu sem querer. Seria impossível viver sem esse truque.
O menino mudo até os cinco anos só falou quando levou um susto. Sua primeira palavra foi um grito. Prometeu-se nunca mais gritar, ainda que o preço do não grito fosse a palavra finalmente falada ou confusamente escrita. O menino encontrou um ofício, mas não um destino.
(Carlos Heitor Cony, do livro O harém das bananeiras)
Leia atentamente o trecho abaixo e indique qual foi a figura de linguagem utilizada:
"Quando escovo os dentes, por exemplo, sinto o gosto da infância que nunca foi embora, que me persegue e, em certo sentido, me ameaça."
Prosopopeia.
Anacoluto.
Hipérbole.
Eufemismo.
Metáfora.
Analise as afirmativas tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.
I- A figura de linguagem hipérbole está presente na expressão “A maior prova”, a qual foi usada como um recurso de argumentação.
II- A referência a uma variação linguística regional é usada para construir a argumentação apresentada no texto.
III- O termo “trem” está presente na fala dos habitantes de Minas Gerais substituindo vários outros nomes, e, no texto, foi usado para se referir à palavra “avião”.
IV- O preconceito linguístico está presente no texto em relação ao uso da palavra “trem” pelos habitantes do Estado de Minas Gerais.
V- A palavra “trem” é característica da linguagem dos mineiros e forma a expressão “trem de pouso”, que substitui o termo “rodas”.
Estão CORRETAS as afirmativas
I, II e V, apenas.
I, III e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
II, III e V, apenas.
III, IV e V, apenas.


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Na frase retirada do texto “A corrupção mina a confiança nas instituições”, a palavra “mina” expressa o uso de qual figura de linguagem?
Hipérbole.
Metáfora.
Personificação.
Comparação.
Pleonasmo.
Assinalar a alternativa que indica a figura de linguagem apresentada na imagem.

Eufemismo.
Hipérbole.
Perífrase.
Sinestesia.
Antítese.
Assinale a alternativa em que se verifica, por meio de um verbo, a construção de uma hipérbole como recuso de expressão.
“Cada um que examine o baú de suas prioridades, e faça a arrumação que quiser ou puder.”
“Mas amadurecer me obrigou a fazer muita faxina nos armários da alma e na bolsa também.”
“Sapato e roupa simbolizam bem mais do que isso que são: representam uma escolha de vida [...]”.
Muito do que gastamos (e nos desgastamos) nesse consumismo feroz podia ser negociado [...]”.
“[...] um fim de semana em família em lugar daquele trabalho extra que está me matando [...]”.
A hipérbole é uma amostra de linguagem figurada caracterizada pelo exagero na expressão, para enfatizar algum aspecto do texto.
As opções abaixo, retiradas de obras de Machado de Assis, mostram hipérboles, à exceção de uma. Assinale-a.
“Uma noite Estêvão assistira à representação de Otelo, palmeando até romper as luvas, aclamando até cansar-lhe a voz.” (A Mão e a Luva)
“Estácio encontrou D. Úrsula a ler um tomo do Saint-Clair das Ilhas, enternecida pela centésima vez com as tristezas dos desterrados da Ilha da Barra.” (Helena)
“Quando esta carta te chegar às mãos, estarei morto, morto de saudades da minha tia e de ti.” (Helena)
“Desejei penteá-los por todos os séculos dos séculos, tecer duas tranças que pudessem envolver o infinito por um número inominável de vezes.” (Dom Casmurro)
“E elas ouviam tudo (castas estrelas!), tudo o que a boca temerária de Rubião ia entornando na alma pasmada de Sofia.” (Quincas Borba)
Zeugma é uma figura de linguagem classificada como figura de sintaxe, pois ela interfere na construção sintática das frases omitindo termos na oração com o intuito de evitar a repetição desnecessária. Qual das figuras de linguagem abaixo também é classificada como figura de sintaxe?
Hipérbole.
Pleonasmo.
Catacrese.
Aliteração.


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Qual a figura de linguagem predominante no trecho: “Certa noite, lá estava ele novamente vendo o perfil de Irene, quando houve um terrível incêndio na vizinhança – um incêndio de proporções assustadoras.” (7º§)?
Antítese.
Metáfora.
Hipérbole.
Metonímia.
Prosopopeia.
Qual é a figura de linguagem que aparece na última frase do texto?
Hipérbole.
Ironia.
Prosopopeia.
Metáfora.
Comparação.
No poema Da calma e do silêncio, Conceição Evaristo explora diferentes figuras de linguagem para construir imagens poéticas expressivas.
Nos versos finais:
“[...] há mundos submersos
que só o silêncio da poesia penetra.”
A figura de linguagem PREDOMINANTE é:
Metáfora.
Prosopopeia.
Hipérbole.
Antítese.
Metonímia.
No trecho: “Tossir, cuspir, jogar pra fora” (4ª verso), qual a figura de linguagem presente?
Metonímia.
Zeugma.
Eufemismo.
Hipérbole.
Gradação.
Leia os quadrinhos a seguir para responder às próximas duas questões.

RIBEIRO, Estevão. Empurrãozinho. Publishnews. 30 maio 2025.
O humor presente nos quadrinhos acima decorre da interpretação do sentido da palavra “empurrãozinho”, envolvendo a seguinte figura de linguagem:
Eufemismo.
Metonímia.
Hipérbole.
Catacrese.
Metáfora.


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