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Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/quadrin/f32110200406.htm. Acesso em 8 de nov. de 2024.
No trecho, a expressão "meu amor é uma caravana de rosas vagando no deserto inefável de paixão" é um exemplo de:
Metáfora, por comparar o amor a uma caravana de rosas sem usar um termo de comparação explícito.
Antítese, por estabelecer uma oposição entre o amor e o deserto, gerando um contraste de significados.
Hipérbole, por exagerar na descrição do amor de forma que se torna excessiva e impossível de compreender.
Ironia, por indicar, de forma indireta, que a descrição é exagerada e não condiz com a realidade.
Anacoluto, por iniciar uma frase com uma ideia sem conexão lógica com o restante da fala.
No trecho versos antigos, arcaicos / perdidos na contramão das estradas, a figura de linguagem predominante é:
Antítese.
Aliteração.
Hipérbole.
Eufemismo.
Metáfora.
O texto em questão, que inclui tanto palavras quanto imagens, focaliza a carga excessiva de trabalho do profissional docente, predominantemente por meio da utilização da figura de linguagem
metonímia, já que o termo “professor” faz referência não a uma pessoa específica, mas sim a uma profissão.
sinestesia, pois o texto mobiliza diferentes sentidos, tais como a visão (pelo fato de ser constituído por imagens e palavras) e o tato (representado pela maneira como a figura feminina de maior destaque no texto segura a mochila).
hipérbole, mobilizada pela imagem da mochila, de tamanho desproporcionalmente grande.
eufemismo, uma vez que, de modo mais ameno, aborda-se a temática relacionada aos desafios de ser professor, com o intuito de não atribuir ao texto um tom agressivo ou chocante.
As figuras de linguagem são maneiras de se expressar que fogem da linguagem comum, permitindo uma plurissignificação do enunciado. É válido afirmar que no poema o autor emprega a seguinte figura de linguagem:
Metáfora.
Hipérbole.
Eufemismo.
Prosopopeia.
Na frase “A lua, os poetas sempre cantam esse tema” (Pestana, 2013), tem-se a presença da seguinte figura de linguagem:
pleonasmo;
hipérbole;
eufemismo;
anacoluto;
catacrese.
Assinale a alternativa com o emprego de uma hipérbole:
Estou morrendo de fome, não como nada desde cedo!
Infelizmente, o avô dela partiu para um lugar melhor na semana passada.
Seus olhos eram duas estrelas.
Ele machucou o dente de alho ao cortar a comida apressadamente.
Sobre figuras de linguagem, assinale a alternativa incorreta.
Confessou ao sacerdote seu negro pecado. (Metáfora).
“Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!” (Assíndeto).
Morro de fome assim! (Hipérbole).
Completou vinte primaveras. (Metonímia).
No fragmento “Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro”, retirado do texto, o autor utiliza duas vezes a figura de linguagem denominada:
Eufemismo.
Hipérbole.
Comparação.
Hipérbato.
Metáfora.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente duas figuras de linguagem presentes nestes versos da música Certas coisas, composta por Lulu Santos.
Eu te amo calado
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz
Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som
Tem certas coisas que eu não sei dizer
ironia e eufemismo.
metáfora e hipérbole.
metáfora e antítese.
ironia e hipérbole.
Considere a frase abaixo:
“Ontem, eu cheguei em casa morrendo de fome!”
Considerando as figuras de linguagem, podemos afirmar que a frase acima apresenta um exemplo de:
Antítese.
Hipérbole.
Anáfora.
Assonância.
Metonímia.
Na passagem "Em seus túmulos, mármore e bronze", qual figura de linguagem foi utilizada?
Antítese.
Metonímia.
Metáfora.
Hipérbole.
Prosopopeia.
Considerando o poema "Vou-me Embora pra Pasárgada" de Manuel Bandeira, qual das seguintes figuras de linguagem é predominante, contribuindo significativamente para a construção da temática central do poema?
Metonímia, pela substituição de conceitos que estão relacionados, como usar "Pasárgada" para representar um lugar de felicidade e escape.
Sinestesia, pela mistura de sensações diferentes, como visual e tátil, para enriquecer as descrições de Pasárgada.
Hipérbole, pelo exagero nas qualidades atribuídas a Pasárgada, intensificando o desejo do eu lírico pelo escapismo.
Ironia, pela expressão de ideias que significam o oposto do que as palavras literalmente dizem, sugerindo uma crítica velada à realidade do eu lírico.
Aliteração, pela repetição de sons consonantais inicias para criar um efeito sonoro que reflete a intensidade do desejo de escapar.
No trecho:
"A inteligência artificial é um gigante adormecido", temos a figura de linguagem:
Antítese
Metonímia
Metáfora
Hipérbole
A figura de linguagem presente é:
Pleonasmo.
Eufemismo.
Hipérbole.
Personificação.
Onomatopeia.
A morte é um caminho
A morte é a curva da estrada,
Morrer é só não ser visto.
Se escuto, eu te oiço a passada
Existir como eu existo.
A terra é feita de céu.
A mentira não tem ninho.
Nunca ninguém se perdeu.
Tudo é verdade e caminho.
PESSOA, F. Poesias. 15. ed. Lisboa: Ática,1995.
Na linguagem cotidiana ou na linguagem dos textos literários, é abundante o uso de figuras de linguagens.
Acerca do texto, assinale a alternativa que relaciona corretamente o trecho a uma figura de linguagem.
No título e no primeiro verso do poema, há metáfora.
Em “tudo é verdade e carinho”, há paronomásia.
Em “a mentira não tem ninho”, há assonância.
Em “a terra é feita de céu”, há uma hipérbole.
Em “morrer é só não ser visto”, há antítese.
Qual das seguintes opções é um exemplo de hipérbole?
"Ele tem olhos azuis como o céu.";
"Estou tão cansado que poderia dormir por um ano.";
"O gato estava sentado no sofá.";
"Ela é uma pessoa muito organizada.".
Assinale a alternativa em que NÃO há correspondência com a figura de linguagem apontada.
Seus olhos eram dois raios de sol. – Comparação.
Eu caminhei um milhão de quilômetros para chegar até aqui. – Hipérbole.
Ela era uma cobra traiçoeira. – Metáfora.
A lua sorria timidamente enquanto as estrelas dançavam no céu. - Personificação.
Toda quarta-feira, os cirurgiões e sua equipe se reuniam no pequeno anfiteatro cirúrgico do University College Hospital. Operavam com base na antiguidade, e raramente eram expedidas ordens para que a mesa […] fosse limpa entre os procedimentos. […] Foi naquela sala modesta, com seu pequeno armário de instrumentos e sua pia solitária, que ele começou a entender como a cirurgia era uma loteria na década de 1850.
As lesões e aflições com que os cirurgiões lidavam eram tão variadas quanto a própria população londrina. A cidade estava em incessante expansão na época em que Lister trabalhou com Erichsen. Milhares de trabalhadores migravam todo ano para a cidade. Não só essas pessoas viviam na imundície, em decorrência da escassez de moradias acarretada pela urbanização acelerada, como seus empregos eram fisicamente exigentes e perigosos. Todas essas privações tinham consequências para a saúde.
FITZHARRIS, Lindsey. Medicina dos Horrores. Tradução de Vera Ribeiro. Editora Intrínseca, 2019.
Releia este trecho:
“As lesões e aflições com que os cirurgiões lidavam eram tão variadas quanto a própria população londrina”.
Considerando-se as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que esse trecho revela um recurso de
ironia.
eufemismo.
comparação.
hipérbole.