Questões de Concurso sobre Imperativo

 
 
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Marque a alternativa com análise incorreta.


A

As palavras oxítonas: “organização” e “dedicação” têm ditongo nasal decrescente.


B

“Escreva!” e “Treine” são orações escrita com ideia imperativa.


C

A oração: “Há quem formule muitas falsas ideias sobre a escrita”. – está escrita com sujeito posposto ao predicado.


D

Na oração: “Escrever é preciso!” – temos um sujeito representado por verbo no infinitivo e adjetivo com função sintática de predicativo do sujeito.


E

A preposição usada em: “Há quem formule muitas falsas ideias sobre a escrita”. – equivalendo a: “a respeito da escrita”.

Marque o que não se comprova na composição do texto.


A

Título escrito com frase nominal.


B

Exemplos de verbos no tempo presente do modo indicativo.


C

Exemplos de verbos no modo imperativo.


D

Uso de contração prepositiva e adjetivos no título do texto.


E

Frases escritas com advérbio de negação monossílabo.

Acerca das formas verbais empregadas no texto, NÃO é correto o que se diz em:


A

A forma verbal empregada em "Não desvie o olhar." denota que uma ação, ainda não realizada, é concebida como dependente de outra.


B

Em "Fique atento. Denuncie. Proteja nossas crianças e adolescentes da violência.", as formas verbais foram empregadas com o intuito de exortar o interlocutor a cumprir a ação indicada pelos verbos.


C

Todas as formas verbais estão na 3a pessoa do singular.


D

O modo em que se encontram as formas verbais é enunciado no tempo presente, mas na realidade tem valor de um futuro.

“Vamos correr, Garfield?”. Reescrevendo essa frase com o verbo no modo imperativo afirmativo e fazendo os ajustes necessários de pontuação, teríamos:


A

Corramos, Garfield!


B

Correremos, Garfield!


C

Corremos, Garfield!


D

Corrêramos, Garfield!

Se não 'fosse', como explicar que os dois maiores gênios das ciências, Isaac Newton e Albert Einstein [...].


O verbo destacado encontra-se conjugado no:


A

Particípio irregular.


B

Imperativo negativo.


C

Pretérito imperfeito do subjuntivo.


D

Pretérito imperfeito do indicativo.

O uso do modo imperativo, flexionado na terceira pessoa do singular, é um recurso muito comum nos textos publicitários com o objetivo de persuadir o interlocutor a comprar um produto e/ou ideia. Assinale a alternativa cujo verbo NÃO foi flexionado corretamente nesse modo e pessoa gramatical.


A

“Violência não tem desculpa. Tem lei. Denuncie!”


B

“Prepare seu coração para grandes emoções.”


C

“Pense light.”


D

“Proteja a infância.”


E

“Toma que o BB é seu.”

No trecho “A depender da situação da dívida, o carro pode voltar para a concessionária sozinho, até que se paguem as parcelas” (2º parágrafo), o verbo está no:


A

imperativo negativo


B

imperativo afirmativo


C

presente do indicativo


D

presente do subjuntivo


E

pretérito mais-que-perfeito do indicativo

Imagem associada para resolução da questão


Na primeira frase desse cartazete há um verbo:


A

Que está no imperativo e apresenta um sujeito elíptico representado implicitamente pelo pronome “vocês”.


B

Que está na terceira pessoa do plural e apresenta um sujeito indeterminado representado implicitamente pelo pronome “eles”.


C

Que está na terceira pessoa do plural e apresenta um sujeito elíptico representado implicitamente pelo pronome “eles”.


D

Que está no imperativo e não representação implícita ou explícita de nenhum sujeito por estar como verbo impessoal.

Há uma frase com verbo no IMPERATIVO em:


A

Seria mais que ideal essa atitude.


B

Caso queira fazer uma observação...


C

Fora um grande jogador, com certeza.


D

Tenha perseverança em seus projetos.

Já os indivíduos de Florisuga estudados 'cantavam' em uma frequência média de 11,8 Hz.


O verbo destacado encontra-se flexionado no:


A

Infinitivo pessoal.


B

Pretérito imperfeito do indicativo.


C

Pretérito perfeito do indicativo.


D

Imperfeito do subjuntivo.


E

Imperativo afirmativo.

Ainda em referência ao pensamento de Vicent Van Gogh, o verbo que foi empregado no modo imperativo em algum momento no texto é:


A

ouvir;


B

dizendo;


C

faça;


D

vai.

De acordo com as regras gramaticais da Lingua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta a forma correta quanto ao uso do modo imperativo negativo da palavra “falar”.


A

Falarão


B

Falaram


C

Falou


D

Não fale


E

Falastes

Nossa pesquisa abre a possibilidade para que os fabricantes 'possam' projetar o chocolate amargo.


O verbo destacado encontra-se no:


A

Presente do subjuntivo.


B

Imperativo afirmativo.


C

Futuro do subjuntivo.


D

Presente do indicativo.

O verbo que inicia a frase “Feche o vidro, Júnior!” está no imperativo e expressa:


A

ação


B

ordem


C

hipótese


D

suposição

Na frase:

Os cientistas afirmam que a técnica CRISPR-Cas9 não deve ser utilizada para manipular genes humanos que serão transmitidos de uma geração para outra.

Identifique a forma verbal do verbo destacado:


A

Infinitivo Pessoal.


B

Futuro do Subjuntivo.


C

Futuro do Imperativo.


D

Futuro do Pretérito do Indicativo.


E

Futuro do Presente do Indicativo.

[...] se todos os passageiros que 'voam' sobre essas redes terrestres 'estiverem' usando os seus telefones....


Os verbos em destaque encontram-se conjugados, respectivamente, no:


A

particípio regular - pretérito perfeito do indicativo


B

imperativo afirmativo - futuro do pretérito do indicativo


C

presente do indicativo - futuro do subjuntivo


D

presente do subjuntivo - imperfeito do subjuntivo

[...] para que uma pessoa portadora de necessidade especial 'possa' desfrutar de uma vida saudável.


O verbo em destaque encontra-se no:


A

Imperativo afirmativo.


B

Presente do indicativo.


C

Presente do subjuntivo.


D

Futuro do subjuntivo.

Caso de divórcio (I)


O divórcio é necessário. Todos conhecem dezenas de casos que convenceriam até um arcebispo. Eu mesmo conheço meia dúzia. Vou contar uns três ou quatro. O nome dele é Morgadinho. Baixo, retaco, careca precoce. Você conhece o tipo. No carnaval se fantasia de legionário romano e no futebol de praia dá pau que não é fácil. Frequenta o clube e foi lá que conheceu sua mulher, mais alta do que ele, morena, linda, as unhas do pé pintadas de roxo. Na noite de núpcias, ele lhe declarou.

― Se você algum dia me enganar, eu te esgoelo.

― Ora, Morgadinho…

Ela se chama Fátima Araci. Ou é Mara Sirlei? Não, Fátima Araci. Não é que ela não goste do Morgadinho, é que nunca prestou muita atenção no marido. Na cerimônia do casamento já dava para notar. O olhar dela passava dois centímetros acima da careca do Morgadinho. Ela estava maravilhada com o próprio casamento e o Morgadinho era um simples acessório daquele dia inesquecível. Como um castiçal ou um coroinha. No álbum de fotografias do casamento que ela guardou junto com a grinalda, há esta constatação terrível: o Morgadinho não aparece. Aparece o coroinha mas não aparece o Morgadinho. Um ou dois meses depois do casamento, o Morgadinho sugeriu que ela lhe desse um apelido. Um nome secreto, carinhoso, para ser usado na intimidade, algo que os unisse ainda mais, sei lá. Ela prometeu que ia pensar no assunto. O Morgadinho insistiu.

― Eu te chamo de Fafá e você me chama de qualquer coisa.

― Vamos ver.

Uma semana depois, Morgadinho voltou ao assunto.

― Já pensaste num apelido para mim, Fafá?

― Ainda não.

Três semanas depois, ele mesmo deu um palpite.

― Quem sabe Momo?

― Não.

― Gagá? Fofura? ― Tomou coragem e, rindo meio sem jeito, arriscou:

― Tigre?

Ela nem riu. Pediu que ele tivesse paciência. Estava lendo o Sétimo Céu. Tinha tempo. O Morgadinho não desistiu. Às vezes, chegava em casa com uma novidade.

― Que tal este: “Barrilzinho”?

― Não gosto.

Outra vez, os dois estavam passando por um quintal e ouviram uma criança chamando um cachorro.

― Pitoco. Vem, Pitoco.

Morgadinho virou-se para a mulher, cheio de esperança, mas ela fez que não com a cabeça. Finalmente (passava um ano do casamento e nada de apelido), Morgadinho perdeu a paciência. Estavam os dois na cama. Ela pintava as unhas do pé.

― Você não me ama.

― Ora, Morgadinho…

― Até hoje não pensou num apelido para mim.

― Está bem, sabe o que tu és? Um xaropão. Taí teu apelido. Xaropão.

O Morgadinho já tinha enfrentado várias levas de policiais a tapa. Uma vez desmontara um bar depois de um mal-entendido e saíra para a rua dando cadeiradas em meio mundo. Homens, mulheres e crianças. Mas naquela noite virou-se para o lado e chorou no travesseiro. Aí a mulher, com cuidado para não estragar o esmalte, chegou perto do seu ouvido e disse, rindo:

― Xaropãozinho… ― Rindo. Rindo!


Luís Fernando Verissimo. Ed Mort – todas as histórias. 1ª Ed. São Paulo: Objetiva, 2011.

Considere o seguinte excerto: “Uma vez desmontara um bar depois de um mal-entendido e saíra para a rua dando cadeiradas em meio mundo.” Neste contexto, os verbos ‘desmontara’, ‘saíra’ e ‘dando’ apresentam, respectivamente, as conjugações:


A

pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo, pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo e gerúndio.


B

pretérito imperfeito do modo indicativo, pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo e gerúndio.


C

pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo, pretérito perfeito do modo indicativo e gerúndio.


D

pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo, pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo e imperativo.


E

pretérito perfeito do modo indicativo, pretérito perfeito do modo indicativo e particípio.

Na oração “Furtei uma flor daquele jardim”, o verbo “furtei” está conjugado no:


A

Presente do indicativo.


B

Presente do imperativo.


C

Passado do subjuntivo.


D

Passado do indicativo.

Assinale a opção em que os verbos destacados foram conjugados corretamente no imperativo.


A

Se você gostar da comida, comem, repitam e recomendam aos amigos.


B

Se você gostar da comida, come, repete e recomenda aos amigos.


C

Se você gostar da comida, coma, repita e recomende aos amigos.


D

Se você gostar da comida, coma, repete e recomende aos amigos.

   
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