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Toda quarta-feira, os cirurgiões e sua equipe se reuniam no pequeno anfiteatro cirúrgico do University College Hospital. Operavam com base na antiguidade, e raramente eram expedidas ordens para que a mesa […] fosse limpa entre os procedimentos. […] Foi naquela sala modesta, com seu pequeno armário de instrumentos e sua pia solitária, que ele começou a entender como a cirurgia era uma loteria na década de 1850.
As lesões e aflições com que os cirurgiões lidavam eram tão variadas quanto a própria população londrina. A cidade estava em incessante expansão na época em que Lister trabalhou com Erichsen. Milhares de trabalhadores migravam todo ano para a cidade. Não só essas pessoas viviam na imundície, em decorrência da escassez de moradias acarretada pela urbanização acelerada, como seus empregos eram fisicamente exigentes e perigosos. Todas essas privações tinham consequências para a saúde.
FITZHARRIS, Lindsey. Medicina dos Horrores. Tradução de Vera Ribeiro. Editora Intrínseca, 2019.
Releia este trecho:
“As lesões e aflições com que os cirurgiões lidavam eram tão variadas quanto a própria população londrina”.
Considerando-se as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que esse trecho revela um recurso de
ironia.
eufemismo.
comparação.
hipérbole.
Com relação ao texto pode-se afirmar que:
I. Em: “O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber”, o narrador faz uso de ironia.
II. Em: “E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada”, o verbo esquecer é transitivo indireto.
III. Exigências da vida moderna é uma crônica em que o autor faz uso de muitas metáforas.
Está correta apenas a I.
Estão corretas apenas I e III.
Estão corretas apenas I e II.
Estão corretas apenas II e III.
Analise o trecho a seguir, retirado do texto:
De tempos em tempos, o Saara ganha uma paisagem úmida, semelhante às savanas que existem no centro e sul da África.
No trecho, há uma figura de linguagem conhecida como:
Perífrase.
Ironia.
Antítese.
Hipérbole.
Sinestesia.
Analise a frase Todo o resto é tudo que ninguém aplaude e ninguém vaia (l.56-57). A figura de linguagem que, na frase, aproxima termos de sentidos opostos (aplaudir e vaiar) chama-se:
Ironia.
Antítese.
Hipérbole.
Eufemismo.
Considere os termos sublinhados na reprodução do trecho “[...] depois de uma certa idade, em que a nossa ignorância está sobrecarregada de mil noções úteis e inúteis, certas ou erradas, acho um encanto especial em descobrir que a esmeralda não é um cristal feito com os olhos lindos das virgens de olhos verdes que morreram de amor, [...]” (1º§). Essa aproximação de termos de sentido oposto constitui exemplo de uma figura de linguagem denominada:
Ironia.
Antítese.
Hipérbole.
Eufemismo.
Identifique a figura de linguagem presente na seguinte frase: "O silêncio da noite sussurrava segredos ao vento."
metonímia;
eufemismo;
metáfora;
ironia;
pleonasmo
Qual das figuras de linguagem listadas a seguir foi utilizada na oração “Era um leitor tão voraz [...]” (3º parágrafo)?
Sinestesia.
Eufemismo.
Ironia.
Pleonasmo.
Comparação.
No título do artigo verifica-se o emprego da seguinte figura de linguagem:
personificação.
ironia.
antitese.
eufemismo.
pleonasmo.
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem utilizada na frase abaixo:
"O coração do Brasil bate forte nas mãos dos seus atletas".
Hipérbole – enfatiza a força física dos atletas.
Antítese – contrasta os sentimentos dos atletas com a força do país.
Ironia – afirma algo, mas com sentido oposto.
Metáfora – sugere que o coração do país está representado pelos atletas.
Eufemismo – suaviza o sentimento do país em relação aos atletas.
O último parágrafo do texto mostra uma ironia contra
os pessimistas, que só enxergam o lado negativo.
os homens de ciência, que não prezam a linguagem.
os jornalistas que falseiam a verdade.
os que só veem o lado material das coisas.
os cientistas que se distanciam da realidade.
A alternativa que apresenta a correta definição de ironia é:
Figura de linguagem que realiza uma comparação entre duas grandezas.
Afirmação que exacerba seu contexto.
Afirmação que infere um conhecimento prévio.
Figura de linguagem que toma a parte pelo todo.
Afirmação que contraria a intenção do falante.
Com base nos trechos da canção “Só Fé” (Texto 3) e considerando o uso da marca “Modess” para representar o produto que ela comercializa, assinale a alternativa que descreve de forma CORRETA a figura de linguagem utilizada pelo compositor da canção.
Aliteração, pela repetição sonora de palavras relacionadas aos produtos mencionados.
Hipérbole, ao exagerar a importância dos absorventes íntimos na vida cotidiana.
Ironia, ao fazer uma referência indireta e crítica ao produto através da marca mencionada.
Antítese, ao contrastar o uso dos absorventes íntimos com outro item da lista, como a cachaça.
Metonímia, em que a marca “Modess” é utilizada para representar o produto absorvente íntimo feminino.
O sarcasmo que se exprime no excerto “O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva.” é decorrente apenas:
do pedido de desculpas ao leitor.
do emprego do substantivo “palestra” para descrever a situação.
do emprego do advérbio de intensidade “tão”.
do emprego de “palestra tão interessante e instrutiva” para se referir à situação.
da declaração em que o narrador assume não saber sobre o que falaram na discussão.
No título do texto, são utilizadas duas figuras de linguagem, nomeadas como
metáfora, pela comparação implícita entre a obra de Machado e outros autores, e eufemismo, pela suavização do discurso da influencer.
ironia, pelo sarcasmo em relação à obra de Machado de Assis, e comparação, pela menção feita pela influencer sobre o livro.
pleonasmo, pela repetição de ideias de mesmo sentido, e catacrese, pelo uso da palavra “mundo” para designar as pessoas.
metonímia, pelo uso do nome do autor para se referir à sua obra, e hipérbole, pelo exagero em “nada vai ser comparar a isso”.
Assinale a frase que mostra sentido irônico.
Não tenho a menor vocação para estrelismos. Prefiro andar de Mercedes a andar de limusine.
Não subo em palanque por questão de segurança – tenho 1,88m e peso 120kg.
Faço análise há cinco anos. Sou uma cabeça muito louca e sozinha não consigo dar conta de mim mesma.
A maior surpresa que você pode realizar é surpreender-se.
Quando não se pode o que se quer, deve-se querer o que se pode.
Abaixo, há duas informações:
Afirmação 1: O uso dos nomes "Domingos Brazão", "Chiquinho Brazão" e "Rivaldo Barbosa" se referem aos indivíduos, representando-os pelos cargos ou atividades que desempenham (mandantes, delegado), destacando a relação de causa e consequência entre suas ações e os eventos mencionados no texto;
Afirmação 2: A descrição das carreiras políticas dos irmãos Brazão, especialmente a menção às suspeitas de corrupção, ligação com quadrilhas e com a milícia, além de um assassinato, de forma não literal, sugere uma crítica implícita à conduta dos políticos e à complexidade do cenário político no Rio de Janeiro.
Identifique quais figuras de linguagem cada afirmação apresenta, respectivamente.
Metáfora – Pleonasmo
Sinestesia – Hipérbole
Ironia – Metonímia
Catacrese – Comparação
Metonímia – Ironia
Observe as figuras de linguagem destacadas abaixo. Assinale a alternativa que a figura de linguagem foi definida de forma incorreta.
Eu já repeti a história mil vezes. (Eufemismo)
Seus olhos são como pontos brilhantes. (Comparação)
O tic-tac do relógio é um sinal que estou atrasada. (Onomatopeia)
Sou uma fera em matemática. (Metáfora)
Como eu amo pessoas que mentem para mim. (Ironia)

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A imagem, acima, explora a seguinte figura de linguagem:
ironia.
sinestesia.
onomatopeia.
prosopopeia.
eufemismo.
No trecho “A Lei de Acesso à Informação é fruto dos debates no Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção, órgão vinculado à Controladoria Geral da União (CGU).”, é correto afirmar que a palavra em destaque
representa uma hipérbole, exagerando o impacto dos debates no Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção.
é utilizada como uma metonímia, substituindo a ideia de resultado dos debates no Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção.
serve como uma antítese, destacando o contraste entre os debates e a criação da Lei de Acesso à Informação.
expressa uma ironia, sugerindo o oposto do verdadeiro resultado dos debates no Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção.
funciona como um eufemismo, suavizando a realidade do processo legislativo que levou à criação da Lei de Acesso à Informação.
Assinale a alternativa na qual a figura de linguagem foi identificada corretamente.
“Qualquer ruído, dizia, era faca em seus ouvidos.” (Marina Colasanti) – Eufemismo
“Meu último sono, eu quero assim dormi-lo.” (Vicente de Carvalho) – Antítese
“Abriu uma torneira do banheiro para lavar o sono do rosto.” (Luis Fernando Verissimo) – Metonímia
“Dilúvio carioca, sem refúgio possível, Copacabana com água entrando pelas lojas rasas e fechadas.” (Clarice Lispector) – Ironia
“Pacatau, pacatau, pacatau – foi-se o Boquinha enforquilhado no arreio do castanho.” (Jair Vitória) – Pleonasmo