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Os referentes dos pronomes destacados estão corretamente identificados entre parênteses, EXCETO em:
[...] tanto nos aplicativos, nos quais se submetem a regras de comportamento, como na linguagem oral, à qual são chamados para tornar mais clara a comunicação.” (a linguagem oral)
“Como se vê, os sinais de pontuação estão muito vivos na comunicação atual, tanto nos aplicativos, nos quais se submetem a regras de comportamento [...].” (nos aplicativos)
“Essas são espécies de fórmulas orais que, naturalmente nascidas na convenção do registro escrito, demarcam as citações.” (espécies)
“Finalmente, o próprio verbo "pontuar" é usado com frequência como metáfora cujo referente é a aplicação de sinais de pontuação em um texto.” (metáfora)
O trabalho escravo no Brasil
De forma mais simples, o termo trabalho escravo contemporâneo é usado no Brasil para designar a situação em que a pessoa está submetida a trabalho forçado, jornada exaustiva, servidão por dívidas e/ou condições degradantes. Não é necessário que os quatro elementos estejam presentes: apenas um deles é suficiente para configurar a exploração de trabalho escravo.
Trabalho forçado: o trabalhador é submetido à exploração, sem possibilidade de deixar o local por causa de dívidas, violência física ou psicológica ou outros meios usados para manter a pessoa trabalhando. Em alguns casos, o trabalhador se encontra em local de difícil acesso, dezenas de quilômetros distante da cidade, isolado geograficamente e longe de sua família e de uma rede de proteção. Em outros, os salários não são pagos até que se finalize a empreitada, e o trabalhador permanece no serviço com a esperança de, um dia, receber. Há ainda os casos em que os documentos pessoais são retidos pelo empregador, e o trabalhador se vê impedido de deixar o local.
Jornada exaustiva: não se trata somente de um excesso de horas extras não pagas. É um expediente desgastante que coloca em risco a integridade física e a saúde do trabalhador, já que o intervalo entre as jornadas é insuficiente para que possa recuperar suas forças. Há casos em que o descanso semanal não é respeitado. Assim, o trabalhador também fica impedido de manter vida social e familiar e corre mais riscos de adoecimento físico e mental.
[...]
Disponível em: https://escravonempensar.org.br/o-trabalho-escravo-no-brasil/. Acesso em: 05 jun. 2023 (Adaptado).
Dadas as afirmativas a respeito dos mecanismos linguísticos gramaticais e semânticos,
I. Em: “... o termo trabalho escravo contemporâneo é usado no Brasil para designar a situação em que a pessoa está submetida a trabalho forçado, jornada exaustiva, servidão por dívidas e/ou condições degradantes”, os vocábulos destacados representam mecanismos de coesão semântica: emprego de repetição lexical.
II. Em: “Em alguns casos, o trabalhador se encontra em local de difícil acesso, dezenas de quilômetros distante da cidade, isolado geograficamente e longe de sua família e de uma rede de proteção. Em outros, os salários não são pagos até que se finalize a empreitada...”, as expressões grifadas são recursos de coesão gramatical: ordenadores capazes de organizar as informações dentro do texto.
III. As locuções conjuntivas “já que” e “para que” em: “É um expediente desgastante que coloca em risco a integridade física e a saúde do trabalhador, já que o intervalo entre as jornadas é insuficiente para que possa recuperar suas forças” estabelecem conexão entre as orações, representando nexos e exprimindo ideia de concessão e de finalidade, respectivamente.
IV. O advérbio “assim”, presente no último período do texto, refere-se ao período anterior: trata-se de uma referência catafórica.
verifica-se que está/ão correta/s apenas
II.
I e II.
III e IV.
I, II e IV.
I, III e IV.
Em relação aos mecanismos de coesão empregados no texto, assinale a alternativa correta.
Em "Seus primeiros registros na antiguidade [...]", no segundo parágrafo, o termo destacado retoma a palavra "medicina".
Em "[...] Galeno de Pérgamo (129-201) já recorria a esse recurso [...]", no segundo parágrafo, a expressão destacada se refere ao termo "autópsia".
Em "O mais famoso deles, Leonardo da Vinci [...]", no quarto parágrafo, o termo destacado se refere ao termo "Leonardo da Vinci".
Em "[...] onde realizou dissecações de cadáveres [...]", no quinto parágrafo, o termo destacado pode ser substituído por "que" ou por "aonde" sem que isso cause prejuízo sintático ou semântico ao excerto.
Em "[...] essa ciência passou para um método avançado de estudo [...]", no último parágrafo, a expressão destacada se refere ao termo "Patologia", presente no parágrafo anterior.
A coesão textual pode ser feita de várias formas. A alternativa em que essa ocorre por elipse de termos no destaque entre parênteses é:
"Aquilo me desmoronou." | (Aquilo).
"Ele falou:(...)" | (ele).
"(...) obviamente não vi nele um criminoso." | (nele).
"(...) superei alguns traumas, mas outros, não." | (outros, não).
"O amor é a memória. Para mim, é isso que importa." | (isso).
Leia o texto.
Como botânica, Robin Wall Kimmerer aprendeu a analisar a natureza sob um ponto de vista científico. Como integrante da Nação indígena Potawatomi, por outro lado, ela abraça a noção de que as plantas e os animais são nossos mais antigos mestres.
Em A maravilhosa trama das coisas, Kimmerer une essas duas vertentes de conhecimento para mostrar que o despertar de uma consciência ecológica mais ampla requer uma troca recíproca, respeitosa e equilibrada entre os seres humanos e todas as outras formas de vida no planeta. Para entender a generosidade da natureza e viver uma relação mais honrosa com ela, é preciso prestar atenção em seus sinais.
(Robin Wall Kimmerer. A sabedoria indígena pode mudar o mundo. In: A maravilhosa trama das coisas: sabedoria indígena, conhecimento científico e os ensinamentos das plantas. Adaptado)
No trecho — Em A maravilhosa trama das coisas, Kimmerer une essas duas vertentes de conhecimento —, a expressão “essas duas vertentes de conhecimento” refere-se aos conhecimentos
indígena e de família.
sobre as plantas e sobre os animais.
sobre os animais e sobre os indígenas.
científico e indígena.
científico e botânico.
Analise as relações coesivas propostas em "Paraense de 18 anos cria tijolo de caroço de açaí" e analise as afirmações a seguir:
I.Em "Isso acaba provocando a contaminação do meio ambiente regional, visto que não há uma estratégia eficiente de descarte", no primeiro parágrafo, a palavra "isso" retoma o fato de que apenas 4% do fruto do açaí é utilizado.
II.No trecho "Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto para amenizar o problema ambiental..", no segundo parágrafo, a expressão "dessa perspectiva" retoma o descarte dos restos do açaí que causam contaminação ambiental.
III.Em "Eles colocaram os caroços para secar, depois carbonizaram e os trituraram em um pilão", no quinto parágrafo, a palavra "eles" retoma apenas os jovens que Barbosa chamou para ajudar na pesquisa.
É correto o que se afirma em:
III, apenas.
I, II e III.
I, apenas.
II e III, apenas.
II, apenas.
Analise as assertivas a seguir em relação ao uso de elementos de coesão no texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) ‘Como’ (l. 01) exprime ideia de condição.
( ) ‘tanto... quanto’ (l. 18) exprime ideia de proporcionalidade.
( ) ‘quando’ (l. 27) exprime ideia de tempo.
( ) ‘Mas’ (l. 34) exprime ideia de oposição.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F – V – V – V.
F – F – V – V.
V – V – F – F.
V – F – F – F.
F – F – F – F.
Considerando o fragmento “[...] trouxe consigo um incremento na fabricação de produtos e o progresso contínuo da qualidade e da expectativa de vida da população.” (1º§) é possível observar a utilização do elemento anafórico, um dos recursos de coesão textual utilizados na construção do texto, demonstrando um exemplo de:
Coesão sequencial.
Coesão recorrencial.
Introdução do referente.
Antecipação do referente.
Manutenção do referente.
Sobre os recursos coesivos empregados no texto, assinale a alternativa correta.
Em “Claro que há cidades onde a situação é melhor que outras”, o termo “onde” pode ser substituído pela palavra “cuja”, sem mudança de sentido.
No fragmento “É isso que as estatísticas provam”, o pronome “isso” sintetiza o que foi informado antes e reitera as informações sequentes.
Em “Zurique é conhecida como a cidade com o melhor trânsito do mundo”, o termo “como” funciona como advérbio indicando modo.
No trecho “Atualmente, o foco é no plano de 2030, no qual os cidadãos são peça fundamental”, o termo “no qual” equivale ao pronome relativo “onde”.
Em “A cidade é famosa por sua arquitetura e design urbano”, o termo “sua” refere-se diretamente ao termo “arquitetura”.
“Os conceitos (1) que governam nosso pensamento não são meras questões do intelecto. (2) Eles governam também a nossa atividade cotidiana até (3) nos detalhes mais triviais. Eles estruturam o que percebemos, a maneira como nos comportamos no mundo e o modo como nos relacionamos com outras pessoas. (4) Tal sistema conceptual desempenha, portanto, um papel central na definição de nossa realidade cotidiana.” (2º§) Dentre os termos destacados anteriormente, pode-se afirmar que atuam como elementos de referenciação, contribuindo para o estabelecimento da coesão textual, os indicados de acordo com a numeração:
1, 2, 3 e 4.
2 e 3, apenas.
3 e 4, apenas.
1, 2 e 4, apenas.