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Há falha de construção quanto ao paralelismo gramatical em:
As normas jurídicas devem achar-se conforme as manifestações do povo.
Ele não possui apenas um conteúdo nacional, como adverte Del Vecchio.
Exercem importante influência, mas o condicionamento não é absoluto.
A sua elaboração é lenta, imperceptível e feita espontaneamente pela vida social.
Nesta hipótese, o Direito vai superar os fatos existentes, impondo-lhes modificações.
Com relação a aspectos gramaticais do texto, assinale a opção correta.
Na linha 1, com a substituição de “O que” por O quê, a correção gramatical será mantida.
No segmento “a ciência desconfia da veracidade de nossas certezas, de nossa adesão imediata às coisas, da ausência de crítica” (l.2-4), as vírgulas são empregadas para isolar a expressão explicativa.
No trecho “de nossa adesão imediata às coisas” (l.3-4), o emprego do acento indicativo de crase justifica-se pela regência do termo “imediata”.
No trecho “Por isso, onde vemos coisas, fatos e acontecimentos” (l.5-6), “onde” complementa o sentido de “coisas, fatos e acontecimentos”.
Estariam garantidas a coerência e a correção gramatical do texto caso as formas verbais “formem” (l.15), “controlem” (l.16), “guiem” (l.16) e “permitam” (l.17) estivessem flexionadas no singular: forme, controle, guie e permita.
Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do texto.

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Sobre o fragmento "...só porque lhe era dedicado e ele o estimava –, motivos que o levaram a dar ingresso alguns anos depois a Mário de Alencar...", localizado no quarto período, do quinto parágrafo, pode-se afirmar, segundo a gramática normativa, que
o pronome "lhe", em posição proclítica por ter sido atraído pela conjunção subordinativa "porque", refere-se a "Carlos Magalhães de Azeredo".
o verbo "ser", na primeira oração do fragmento em destaque, foi flexionado na terceira pessoa do singular por referir-se essa ação a Machado de Assis.
os pronomes "ele" e "o", na segunda oração do fragmento em destaque, referem-se, respectivamente, a Carlos Magalhães de Azeredo e Machado de Assis.
os pronomes "que" e "o", no trecho posterior ao travessão, referem-se, respectivamente, ao antecedente "motivos" e a "Machado de Assis."
o verbo "dar", na última oração do trecho, poderia estar flexionado no plural, porque seu sujeito é idêntico ao do verbo "levar", da oração anterior.
Assinale o trecho que, ao ser transcrito de O tempo domesticado, de Estevão de Rezende Martins, publicado no Correio do Livro da UnB, jul/set 2004, não respeitou a correção gramatical.
Em busca de tornar-se senhor do tempo, o homem debruça-se sobre o passado, com a clara intenção de haver-se com o presente, de modo que o amanhã seja seu. Vencer a esfera milenar é criar o novo tempo, a nova história, a nova sociedade, livre dos achaques da anterior.
Transposto da linguagem teológica para a política ou historiográfica, essa preocupação representa simbolicamente a luta contra as circunstâncias do aqui e do agora, em nome de valor maior a recuperar ou a alcançar.
Mesmo que haja abstração da tradição cristã, cuja influência na matriz de pensamento ocidental é, contudo, inegável, pela reflexão e pelo agir históricos, caracteriza a ação humana.
O impasse da destruição iminente, o sofrimento agudo, a ameaça de perda de identidade, o risco de aniquilação, eis experiências radicais que engendram rapidamente o recurso à reflexão histórica, e à ação política, para domesticar o tempo que pareceria escapar, qual areia, por entre os dedos.
Tanto na Antigüidade tardia, no choque entre judeus e Roma que resultaram na destruição de Jerusalém, quanto no Portugal órfão de Dom Sebastião ou ainda no Brasil de Antônio Conselheiro, apanhado na transição da monarquia para a república a projeção de um ideal salvador traz para atores e pensadores o quadro de uma domesticação do tempo.
correta, porque dentro dos princípios da economia da língua.
incorreta, porque um elemento não pode servir a dois elementos.
correta, porque a colocação pronominal está perfeita.
incorreta, porque o pronome oblíquo tem funções diferentes nos dois casos.
correta, porque o pronome oblíquo pode funcionar como objeto direto e indireto.
Os extremos de bem-estar e conforto a que se aspira tornaram-se ilusórios e fora do alcance de grande maioria. Vê-se o enriquecimento como um fim em si mesmo, que aparentemente justifica os meios, e tornam-se um valor que enfraquecem muitos outros.
Os trechos abaixo constituem um texto. Assinale o segmento gramaticalmente correto.
Juros e câmbio são fatores de peso. Mas é um erro deixar que domine as discussões econômicas. Segundo o estudo da McKinsey, os entraves macroeconômicos sobre a produtividade da máquina econômica brasileira podem ser calculados em 13%.
São menores do que as infl uências negativas da informalidade, que pode chegar a 43%. Se não se devem tomar os juros altos como um fato da vida tão imutável quanto o nascer e o pôr-do-sol, também é tolo acreditar que eles podem ser baixados por decreto.
Juros altos são sintomas de distorções macroeconômicas – em especial da relação entre a dívida pública e o PIB. Depende também da qualidade dessa relação.
A relação dívida versus PIB do Brasil é alta (mais de 50%) e sua qualidade é baixa: os vencimentos são de curto prazo.
Portanto, enquanto essa distorção não for atacada com cortes pesados nos gastos do poder público, os juros, mesmo em queda, será um dado da vida econômica brasileira. Como os juros tendem a valorizar a moeda, o real pode manter-se sobrevalorizado por um bom tempo.
(Adaptado de Revista Veja, 7 de dezembro de 2005.)
Sobre o quinto parágrafo do texto acima, levando- se em consideração as recomendações da gramática normativa tradicional, é correto afirmar que
a oração "sejamos francos", no primeiro período, está entre parênteses para isolar do texto uma opinião pessoal do autor que não guarda relação lógica ou semântica com as informações apresentadas no texto.
no segundo período, os termos "muito convencional, muito apegado a formalismos" expressam as causas, segundo o autor, de Machado de Assis ser "tão ridículo e mesmo tão mesquinho quanto qualquer presidente de Academia".
no terceiro período, a expressão "devido a certa timidez" pode ser substituída por "devido à certa timidez", sem que ocorra erro gramatical ou prejuízo semântico.
se o substantivo "beneplácito", no quarto período, for flexionado no plural, o fragmento modificado será "e como dependia dele em grande parte os beneplácitos para os membros novos...".
a utilização do travessão, no quarto período, é obrigatória, já que o termo "motivos" é aposto que se refere às orações antecedentes: "porque lhe era dedicado e ele o estimava".
Sobre o quarto parágrafo do texto, levando-se em consideração as recomendações da gramática normativa tradicional, é correto afirmar que
é possível a flexão do termo "percepção" no plural, sem que seja necessária a flexão do verbo "crescer", já que este está anteposto àquele, que cumpre a função de sujeito.
no trecho "...a percepção de que a abordagem meramente proibicionista...", é dispensável o uso da preposição "de", que cumpre no texto função meramente enfática.
no primeiro período, dispensando alterações em outros termos, a conjunção concessiva "embora" pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por "posto que".
segundo o autor, as opiniões dos especialistas e a recorrência das discussões a respeito da descriminalização são suficientes para defender as idéias de Milton Friedman.
localizadas no mesmo período, as palavras "rubricas" e "filosófica" têm a mesma tonicidade, isto é, são proparoxítonas.
Sobre o segundo e terceiro parágrafos do texto, levando-se em consideração as recomendações da gramática normativa tradicional, é correto afirmar que
no primeiro período do segundo parágrafo, a oração "que estudaram Machado de Assis" deve ser isolada por vírgulas.
no segundo período do segundo parágrafo, a expressão "este ponto de vista" refere-se à hipótese de que Machado de Assis não tenha padecido de tormentos sociais e individuais.
no primeiro período do terceiro parágrafo, a palavra "nem" pode ser substituída, sem que haja necessidade de alterações na estrutura da frase ou na ordem das palavras, por "e não".
no segundo e terceiro períodos do terceiro parágrafo, o fato de "mestiços" e "homens" estarem flexionados no plural e não serem precedidos por artigo decorre da intenção de generalizar o significado desses substantivos.
no terceiro período do terceiro parágrafo, as orações reduzidas de gerúndio isoladas por vírgula têm valor causal.
Considerando uma certa variação de uso da expressão “...não há dúvida”, identifique a única alternativa não abonada pelas normas gramaticais:
não há dúvidas;
não haverá dúvidas;
não haviam dúvidas;
não houve dúvidas;
não havia dúvidas.
Com base no texto 3, assinale a alternativa CORRETA.
"Amores fugazes" (linha 5) poderia ser substituído por "amores eternos" sem alterar o sentido da expressão.
Em "... ali estavam, além da família, muitos amigos que tinham assistido ao casamento, um fato raro" (linhas 7-8), os termos sublinhados afirmam que atualmente as pessoas não se casam mais.
A frase "Me dei conta de que cem dias não passam de poucas semanas..." (linha 15) está es-crita de acordo com as normas gramaticais do português-padrão descrito pelas gramáticas nor-mativas.
Na frase "Segui pensando nessas coisas e aquilo não me saía da cabeça" (linha 14), os termos sublinhados referem-se às reflexões do autor sobre as comemorações de cem dias de namoro e cinqüenta anos de casamento.
O emprego do neologismo “bebelos” (l.13) constitui um recurso estilístico de expressividade e ritmo, bem como a rima de “sente” com “Desmente” (l.1).
Seria gramaticalmente incorreto reestruturar o segundo parágrafo deslocando para o início a expressão “ao contrário de previsões pessimistas”, seguida de vírgula, mesmo adequando-se o emprego de letras minúscula e maiúscula.
Essa significativa redução, resulta do reforço das ações preventivas adotadas pelo governo federal em parceria com estados e municípios.
Considerando o texto acima, assinale a opção incorreta.
A expressão "esses trabalhos" (L.4) retoma a idéia de "os projetos desenvolvidos pelos tribunais eleitorais" (L.1-2).
A vírgula após "trabalhos" (L.4) justifica-se pela necessidade de se isolar expressão adverbial antecipada.
Todos os pronomes possessivos empregados no texto referem-se a "cidadão" (L.5).
Na linha 4, "criam-se" corresponde a são criadas.
Na linha 7, a expressão "os seus deveres" é complemento tanto de "reconhecer" quanto de "cumprir".
Os casos de dengue caíram 79%, passando de 794 mil (em 2002) para 158.800 (entre janeiro e agosto de 2005).