

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A oração “embora a escravidão tenha persistido até 1888” (linha 30) classifica-se como
coordenada adversativa.
subordinada adverbial temporal.
subordinada adverbial concessiva.
subordinada substantiva apositiva.
subordinada adjetiva explicativa.
No período “A proporção de paulistanos que moram em apartamentos cresceu 26,6% em 12 anos”, a oração subordinada classifica-se como
substantiva objetiva direta.
adjetiva explicativa.
substantiva subjetiva.
adjetiva restritiva.
Os dois primeiros versos da estrofe formam um período composto por subordinação. Assinale a alternativa que classifica correta, e respectivamente, as orações desse período.
Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa num canto, uma casa e um jardim
Se eu soubesse o quanto dói a vida
Essa dor tão doída não doía assim
Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim
Nelson Gonçalves e Raphael Rabello
oração principal e oração substantiva objetiva direta.
oração adjetiva explicativa e oração principal.
oração principal e oração adjetiva restritiva.
oração principal e oração substantiva subjetiva.
A oração sublinhada no texto é classificada como:
(CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 56º ed., pág. 383-386).
Subordinada Substantiva Objetiva Indireta
Subordinada Adjetiva Explicativa
Subordinada Substantiva Completiva Nominal
Subordinada Adjetiva Restritiva
No período “Eu ouço essas histórias e sinto que não pertenço à mesma linhagem” (5º parágrafo), a oração em destaque é classificada como:
Coordenada sindética alternativa.
Coordenada assindética.
Subordinada substantiva explicativa.
Coordenada sindética aditiva.
Coordenada sindética adversativa.
A palavra “que” em “... o carro chegou e Vera Lúcia Macedo da Rocha, que é dona de casa, foi a primeira a abrir a porta...” (l. 02-03), introduz uma oração subordinada de que tipo?
Adverbial proporcional.
Adverbial final.
Adjetiva explicativa.
Substantiva.
Subjetiva.
Em “Durante a campanha que termina na quinta (23), os pontos estão em estações estratégicas, com grande movimentação de pessoas” (7º parágrafo), a oração em destaque é classificada como subordinada:
adjetiva restritiva
adjetiva explicativa
adverbial consecutiva
substantiva completiva nominal
Leia com atenção o seguinte trecho do texto:
"O homem, que estava intrigado, pergunta"
Identifique a classificação correta do período composto no recorte acima:
Oração subordinada adverbial causal.
Oração subordinada substantiva completiva nominal.
Oração subordinada adjetiva explicativa.
Oração subordinada adverbial conformativa.
“Eu estava lendo Baixo Esplendor, do Marçal Aquino — um ótimo livro, por sinal —, que se passa nos anos 70.”
Parágrafo 1º
A oração sublinhada exprime ideia de:
restrição.
explicação.
conclusão.
tempo.
condição.
E reguladores em todo o mundo, que avaliam alguns riscos desses lançamentos, não estabelecem regras relacionadas à poluição. (L.33-35)
A oração sublinhada no período acima se classifica como
subordinada substantiva apositiva.
subordinada adjetiva explicativa.
subordinada adjetiva restritiva.
subordinada substantiva predicativa.
“No meio da madrugada, quando a mãe dela dormia um sono merecido [...].” 3º§
A oração destacada nesse período é classificada como:
coordenada assindética.
coordenada sindética conclusiva.
subordinada adjetiva explicativa.
subordinada adverbial final.
subordinada adverbial temporal.
No que tange à subordinação, avalie as afirmativas a seguir.
I. Em "A OMS também aponta que a expectativa de vida de pessoas que fazem uso recorrente de cigarros pode ser de até dez anos a menos do que não fumantes", o trecho "que a expectativa de vida de pessoas .... pode ser de até dez anos a menos..." funciona como uma oração subordinada adverbial objetiva direta.
II. Em "A OMS também aponta que a expectativa de vida de pessoas que fazem uso recorrente de cigarros pode ser de até dez anos a menos do que não fumantes", o trecho "que fazem uso recorrente de cigarros" funciona como uma oração subordinada adjetiva restritiva.
III. Em "Uma das principais estratégias do Estado para diminuir o uso do tabaco está no Programa Estadual para Controle do Tabagismo, que visa reduzir a prevalência de fumantes e a mortalidade decorrente do consumo de produtos derivados", o trecho "que visa [...]" funciona como uma oração subordinada adjetiva explicativa.
IV. Em "A campanha alerta que o tabagismo é uma doença crônica e se esforça para reduzir sua prevalência", o trecho "e se esforça para [...]" funciona como uma oração subordinada adverbial condicional.
Está CORRETO o que se afirma em:
III e IV, apenas.
II e III, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III, apenas.
I, III e IV, apenas.
“Este desfecho simboliza o eterno conflito entre o racional e o irracional, a ordem e o caos, refletindo a dualidade da condição humana que se manifesta no coração da justiça. Assim como Orfeu, que buscava harmonizar o mundo com sua música, nós buscamos na IA uma forma de trazer ordem e eficiência ao judiciário.” (22º§) Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta das orações sublinhadas.
Oração subordinada adjetiva restritiva e oração subordinada adjetiva explicativa.
Oração subordinada substantiva subjetiva e oração subordinada substantiva predicativa.
Oração subordinada substantiva objetiva direta e oração subordinada adjetiva explicativa.
Oração subordinada substantiva subjetiva e oração subordinada substantiva completiva nominal.
Na frase "A casa que compramos é grande", a palavra "que" é um pronome relativo que introduz uma oração subordinada adjetiva explicativa.
Certo
Errado
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.
Um Brasil de cidades
Por Washington Fajardo
Em 2024, empurraremos a pedra da esperança para cima da montanha da realidade, como Sísifos urbanos, votando novamente em prefeitos. A escolha das lideranças locais deveria ser a forma mais exitosa da democracia representativa, pela proximidade entre cidadão e político, mas comumente converte-se em frustração com duração de quatro anos. O Brasil é um país de cidades, com gigantesco contingente humano dentro da urbanização, vivendo dilemas que futuros prefeitos precisarão saber manejar e equacionar. O Censo evidenciou a consolidação da interiorização do país, cuja nova geografia aponta risco de redução da complexidade econômica justamente pela eficiência das commodities extrativistas-exportadoras, incapazes, entretanto, de impulsionar o mercado de trabalho “metropolinizado” e envelhecido.
Os brasileiros vivem em conurbações, deslocando-se entre municípios altamente assimétricos, desesperados por serviços públicos de qualidade, buscando oportunidades não em utópicas cidades de 15 minutos, mas em manchas urbanas com no mínimo duas horas de viagem, lidando há décadas com violência e medo. Apesar dessa conjuntura labiríntica, votamos em prefeitos que conseguem atuar em partes do problema, em governadores que não organizam as metrópoles e em presidentes que têm agendas de macroescala. Quem está de fato cuidando do chão onde o povo mais urbanizado do planeta vive?
A União vem ganhando nas últimas décadas um perigoso perfil moralista de exclusivo garantidor da cidadania, como formulador, financiador e implementador de programas e projetos, retroalimentando infatigavelmente a polarização política. Os governos estaduais são medíocres em viabilizar a integração da mobilidade metropolitana e em expandir a oferta de transporte de alta capacidade, o básico rudimentar. A insegurança brutal mostra que o escopo de trabalho dos governadores precisa ser logo revisado. Melhor seria elegermos síndicos de metrópoles. Sobram, então, na base, os prefeitos que, se não tiverem visão estratégica, serão apenas tarefeiros de programas federais. Ou bajuladores de governadores inúteis.
Os fundamentos da Nova Democracia vieram das cidades e das lutas urbanas em polinização cruzada, formando uma união pelas partes. A genialidade do Estatuto da Cidade residia no fato de ter conseguido coletar experiências locais, vislumbradas na Reforma Urbana, sistematizadas e dando-lhes relevância de política pública nacional, funcionando como metodologias que outras cidades poderiam então acessar. O desenho municipalista da nossa Constituição, exagerado até, não viabilizou em 35 anos cidades melhores. Precisamos urgentemente de resultados para o desenvolvimento urbano brasileiro semelhantes aos do Plano Real e do Bolsa Família.
Isso ocorre porque Brasília seduz e exerce um controle exagerado. O Planalto Central agressivamente amplia a tutela sobre a vida nacional, atuando de cima para baixo na forja de soluções locais, mas com rarefeita eficácia. Assim tem sido no subsídio da moradia popular racionalista e positivista, no apoio ao rodoviarismo anacrônico, no saneamento vacilante, no silêncio avassalador sobre o financiamento do transporte público. Brasília joga em todas as posições quando deveria ser um técnico orientando jogadores, observando como o jogo se desenvolve, cobrando resultados, dando broncas, valendo-se de métricas, indicadores e premiações, mas não entrando em campo, como faz com frequência.
O resultado é uma redução drástica das inovações nas cidades, ao contrário do processo que deu origem aos alicerces institucionais da gestão urbana do Brasil contemporâneo. O colossal desafio de ressignificação, revitalização e repovoamento dos centros das cidades brasileiras, uma enxaqueca para prefeitos, nem sequer é percebido como relevante pelo governo federal. Nesse quadro, os prefeitos precisam saber cocriar soluções com os cidadãos, responder efetivamente à desigualdade, à crise climática e ao ocaso da infraestrutura e da habitação, compreender e não temer o urbanismo, meio pelo qual se pode melhorar a qualidade de vida. E, aos eleitores, cabe votar na ousadia, para que nossas cidades possam ser de novo, um dia, as fontes de inspiração das políticas nacionais, e não o contrário.
*Washington Fajardo é arquiteto e urbanista
Disponível em: https://oglobo.globo.com. [Adaptado]
Analise o período a seguir.
Sobram, então, na base, os prefeitos que, se não tiverem visão estratégica, serão apenas tarefeiros de programas federais.
Nesse período, há a presença de
uma oração adverbial condicional e outra adjetiva restritiva.
duas orações adjetivas, sendo uma restritiva e a outra explicativa.
uma oração adverbial consecutiva e a outra substantiva subjetiva.
duas orações substantivas, sendo uma subjetiva e outra objetiva direta.
"[...] a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na região amazônica." 6º§
A oração destacada exprime uma ideia de
Causa.
Explicação.
Restrição.
Conclusão.
No excerto apresentado, a oração subordinada introduzida pelo vocábulo “que” é classificada gramaticalmente como:
adjetiva restritiva.
adjetiva explicativa.
substantiva subjetiva.
substantiva objetiva direta.
substantiva predicativa.
Releia este trecho:
“Eles, que ficavam sob vigilância armada, sequer sabiam o local onde estavam [...].”
A oração destacada confere ao trecho um teor
comparativo.
restritivo.
explicativo.
concessivo.
Analise o trecho abaixo:
A expressão “Tomou doril a dor sumiu” possui uma relação de ____________ entre as orações. O sentindo interpretativo que a oração ___________ ___________ possui em relação à oração principal é de ______________.
As lacunas podem ser CORRETAMENTE preenchidas pela sequência:
subordinação – subordinada – reduzida – consequência.
coordenação – subordinada – adjetiva – explicativa.
coordenação – coordenada – assindética – consequência.
coordenação – coordenada – sindética – consequência.
subordinação – coordenada – sindética – explicativa.
Em “Com a medida, os fiscais podem apreender recipientes de vidro que não estiverem em conformidade com a lei com comerciantes e banhistas” (2º parágrafo), a oração destacada é classificada como subordinada:
adjetiva restritiva
adjetiva explicativa
substantiva objetiva direta
substantiva completiva nominal