Questões de Concurso sobre Orações subordinadas substantivas objetivas diretas

 
 
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“Este desfecho simboliza o eterno conflito entre o racional e o irracional, a ordem e o caos, refletindo a dualidade da condição humana que se manifesta no coração da justiça. Assim como Orfeu, que buscava harmonizar o mundo com sua música, nós buscamos na IA uma forma de trazer ordem e eficiência ao judiciário.” (22º§) Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta das orações sublinhadas.


A

Oração subordinada adjetiva restritiva e oração subordinada adjetiva explicativa.


B

Oração subordinada substantiva subjetiva e oração subordinada substantiva predicativa.


C

Oração subordinada substantiva objetiva direta e oração subordinada adjetiva explicativa.


D

Oração subordinada substantiva subjetiva e oração subordinada substantiva completiva nominal.

Na oração Isso exigiu que ele parasse no acostamento (/.39-40), a conjunção que introduz que tipo de oração?


A

Oração subordinada adverbial condicional.


B

Oração subordinada substantiva objetiva direta.


C

Oração subordinada adverbial causal.


D

Oração coordenada sindética explicativa.

As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.

Um Brasil de cidades

Por Washington Fajardo

Em 2024, empurraremos a pedra da esperança para cima da montanha da realidade, como Sísifos urbanos, votando novamente em prefeitos. A escolha das lideranças locais deveria ser a forma mais exitosa da democracia representativa, pela proximidade entre cidadão e político, mas comumente converte-se em frustração com duração de quatro anos. O Brasil é um país de cidades, com gigantesco contingente humano dentro da urbanização, vivendo dilemas que futuros prefeitos precisarão saber manejar e equacionar. O Censo evidenciou a consolidação da interiorização do país, cuja nova geografia aponta risco de redução da complexidade econômica justamente pela eficiência das commodities extrativistas-exportadoras, incapazes, entretanto, de impulsionar o mercado de trabalho “metropolinizado” e envelhecido.

Os brasileiros vivem em conurbações, deslocando-se entre municípios altamente assimétricos, desesperados por serviços públicos de qualidade, buscando oportunidades não em utópicas cidades de 15 minutos, mas em manchas urbanas com no mínimo duas horas de viagem, lidando há décadas com violência e medo. Apesar dessa conjuntura labiríntica, votamos em prefeitos que conseguem atuar em partes do problema, em governadores que não organizam as metrópoles e em presidentes que têm agendas de macroescala. Quem está de fato cuidando do chão onde o povo mais urbanizado do planeta vive?

A União vem ganhando nas últimas décadas um perigoso perfil moralista de exclusivo garantidor da cidadania, como formulador, financiador e implementador de programas e projetos, retroalimentando infatigavelmente a polarização política. Os governos estaduais são medíocres em viabilizar a integração da mobilidade metropolitana e em expandir a oferta de transporte de alta capacidade, o básico rudimentar. A insegurança brutal mostra que o escopo de trabalho dos governadores precisa ser logo revisado. Melhor seria elegermos síndicos de metrópoles. Sobram, então, na base, os prefeitos que, se não tiverem visão estratégica, serão apenas tarefeiros de programas federais. Ou bajuladores de governadores inúteis.

Os fundamentos da Nova Democracia vieram das cidades e das lutas urbanas em polinização cruzada, formando uma união pelas partes. A genialidade do Estatuto da Cidade residia no fato de ter conseguido coletar experiências locais, vislumbradas na Reforma Urbana, sistematizadas e dando-lhes relevância de política pública nacional, funcionando como metodologias que outras cidades poderiam então acessar. O desenho municipalista da nossa Constituição, exagerado até, não viabilizou em 35 anos cidades melhores. Precisamos urgentemente de resultados para o desenvolvimento urbano brasileiro semelhantes aos do Plano Real e do Bolsa Família.

Isso ocorre porque Brasília seduz e exerce um controle exagerado. O Planalto Central agressivamente amplia a tutela sobre a vida nacional, atuando de cima para baixo na forja de soluções locais, mas com rarefeita eficácia. Assim tem sido no subsídio da moradia popular racionalista e positivista, no apoio ao rodoviarismo anacrônico, no saneamento vacilante, no silêncio avassalador sobre o financiamento do transporte público. Brasília joga em todas as posições quando deveria ser um técnico orientando jogadores, observando como o jogo se desenvolve, cobrando resultados, dando broncas, valendo-se de métricas, indicadores e premiações, mas não entrando em campo, como faz com frequência.

O resultado é uma redução drástica das inovações nas cidades, ao contrário do processo que deu origem aos alicerces institucionais da gestão urbana do Brasil contemporâneo. O colossal desafio de ressignificação, revitalização e repovoamento dos centros das cidades brasileiras, uma enxaqueca para prefeitos, nem sequer é percebido como relevante pelo governo federal. Nesse quadro, os prefeitos precisam saber cocriar soluções com os cidadãos, responder efetivamente à desigualdade, à crise climática e ao ocaso da infraestrutura e da habitação, compreender e não temer o urbanismo, meio pelo qual se pode melhorar a qualidade de vida. E, aos eleitores, cabe votar na ousadia, para que nossas cidades possam ser de novo, um dia, as fontes de inspiração das políticas nacionais, e não o contrário.

*Washington Fajardo é arquiteto e urbanista

Disponível em: https://oglobo.globo.com. [Adaptado]

Analise o período a seguir.

Sobram, então, na base, os prefeitos que, se não tiverem visão estratégica, serão apenas tarefeiros de programas federais.

Nesse período, há a presença de


A

uma oração adverbial condicional e outra adjetiva restritiva.


B

duas orações adjetivas, sendo uma restritiva e a outra explicativa.


C

uma oração adverbial consecutiva e a outra substantiva subjetiva.


D

duas orações substantivas, sendo uma subjetiva e outra objetiva direta.

No excerto apresentado, a oração subordinada introduzida pelo vocábulo “que” é classificada gramaticalmente como:


A

adjetiva restritiva.


B

adjetiva explicativa.


C

substantiva subjetiva.


D

substantiva objetiva direta.


E

substantiva predicativa.

Em “Com a medida, os fiscais podem apreender recipientes de vidro que não estiverem em conformidade com a lei com comerciantes e banhistas” (2º parágrafo), a oração destacada é classificada como subordinada:


A

adjetiva restritiva


B

adjetiva explicativa


C

substantiva objetiva direta


D

substantiva completiva nominal

Orações subordinadas substantivas são um tipo de oração subordinada que exerce a função de um substantivo dentro da oração principal. Em "Foi decidido que a reunião será adiada para a próxima semana ", a oração "que a reunião será adiada para a próxima semana" é classificada sintaticamente como Oração Subordinada Substantiva:


A

Completiva Nominal.


B

Objetiva Direta.


C

Subjetiva.


D

Objetiva Indireta.


E

Predicativa.

“Ele fica perplexo com isso, mas depois descobre que o verdadeiro amor não vai parar.” 3º§


A oração sublinhada é classificada corretamente como:


A

oração coordenada sindética conclusiva.


B

oração subordinada adverbial condicional.


C

oração subordinada adjetiva restritiva.


D

oração subordinada substantiva objetiva direta.


E

oração subordinada substantiva completiva nominal.

A neurocientista Claudia Aguirre diz 'que mais pesquisas sustentam a ideia' de que escrever letras em cursivo. A expressão destacada trata-se de uma oração:


A

Subordinada substantiva completiva nominal.


B

Coordenada sindética explicativa.


C

Subordinada substantiva objetiva direta.


D

Coordenada sindética conclusiva.

O período composto por subordinação caracteriza-se pela formação de orações que exercem uma função sintática sobre outra oração, denominada principal.


Há de se considerar que, na passagem “Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos.”, há uma oração subordinada classificada corretamente como


A

adjetiva restritiva.


B

adjetiva explicativa.


C

substantiva subjetiva.


D

substantiva objetiva direta.

“[...] o presidente americano, Joe Biden, assinou decreto para que regulem o uso de IA.” 4º§


A oração sublinhada é classificada como


A

principal.


B

subordinada adverbial final.


C

subordinada adjetiva explicativa.


D

subordinada substantiva objetiva direta.

No período “Sabe-se que o mundo carece de solução para fake news.”, a oração sublinhada é classificada como:


A

Subordinada substantiva objetiva direta.


B

Subordinada substantiva subjetiva.


C

Subordinada substantiva predicativa.


D

Subordinada substantiva completiva nominal.

É isso o que os torna tão perigosos, 'pois eles liberam todas as células urticantes de uma vez', explica ele.

A expressão destacada trata-se de uma oração:


A

Coordenada sindética conclusiva.


B

Subordinada adverbial causal.


C

Coordenada sindética explicativa.


D

Subordinada reduzida de infinitivo.


E

Subordinada substantiva objetiva direta.

A oração “que visa à modificação do sistema imunitário” deve ser classificada como:


A

Subordinada substantiva objetiva direta.


B

Subordinada substantiva objetiva indireta.


C

Subordinada adjetiva explicativa.


D

Subordinada adjetiva restritiva.

"[...] ele descobriu que nossas células só podem se dividir por um número limitado de vezes."


O trecho demarcado, no contexto em que se insere, trata-se de uma oração


A

subordinada adjetiva restritiva.


B

coordenada sindética explicativa.


C

subordinada adverbial consecutiva.


D

subordinada substantiva objetiva direta.

"Nas profundezas do oceano Pacífico, largo da costa do México, cientistas descobriram que o oxigênio não vem de organismos vivos [...]


Dada a sua natureza sintática, a oração demarcada é tipificada como


A

coordenada sindética explicativa.


B

subordinada adverbial consecutiva.


C

subordinada substantiva objetiva direta.


D

subordinada adverbial causal.

No período composto “Acha que eu não posso lidar com isso”, a oração em destaque se classifica CORRETAMENTE como uma:


A

Oração principal.


B

Oração subordinada substantiva objetiva indireta.


C

Oração subordinada substantiva objetiva direta.


D

Oração coordenada assindética.


E

Oração coordenada sindética conclusiva.

No Brasil, os sinais de trânsito integram o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a fim de condicionar civilizadamente à atitude ética no trânsito, com base em regras convencionadas na forma de lei.


A oração subordinada presente no trecho acima classifica-se como:


A

Oração subordinada adverbial causal reduzida de infinitivo.


B

Oração subordinada adverbial final reduzida de infinitivo.


C

Oração subordinada adverbial conformativa reduzida de infinitivo.


D

Oração subordinada substantiva subjetiva reduzida de particípio.


E

Oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de particípio.

Qual é a função da oração da oração destacada " cercada por planícies brilhantes e horizontes que parecem se prolongar indefinidamente " no primeiro período do texto?


A

Oração subordinada substantiva objetiva direta.


B

Oração subordinada adverbial de modo.


C

Oração subordinada adjetiva restritiva.


D

Oração subordinada substantiva subjetiva.

No período composto “Bem que dizem que repartir é morrer um pouco”, a oração em destaque se classifica do ponto de vista sintático como uma:


A

oração subordinada adverbial temporal.


B

oração subordinada adjetiva restritiva.


C

oração subordinada substantiva objetiva direta.


D

oração coordenada sindética explicativa.


E

oração coordenada sindética conclusiva.

Na afirmação: E de suma importância que mantenhamos a calma durante o show da Madona.

O termo destacado é classificado como:


A

oração substantiva objetiva direta.


B

oração adverbial causal.


C

oração substantiva subjetiva.


D

oração adjetiva explicativa.


E

oração adverbial condicional.

   
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