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“O taverneiro declarou que nada podia saber ao certo. Tinha certeza de que lhe invadiram a propriedade.”
No texto acima, as orações substantivas em destaque são, respectivamente,
As orações “que os níveis de repouso do corpo” (linhas 14 e 15) e “que sofrem de transtornos de humor” (linha 20) têm sentido restritivo.
Certo
Errado
Do fragmento que segue foram extraídas cinco orações. Qual delas é uma oração subordinada substantiva objetiva direta?
Afastou-se quase sufocada. Compreendi então que estava num banco de jardim. E espantei-me de encontrar em redor tudo em ordem. A lua estava brincando com as nuvens, como se aquele extraordinário acontecimento não alterasse a harmonia do universo. Moviam-se lentamente os tinhorões. A fachada do armazém fronteiro não se tinha desmoronado. E a garça de bronze, à beira da água, levantava a perna inútil com displicência, mostrava-me o bico num conselho mudo, que não percebi.
RAMOS, Graciliano. Caetés. 28. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998, p. 60
”Afastou-se quase sufocada.”
“que estava num banco de jardim.”
“como se aquele extraordinário acontecimento não alterasse a harmonia do universo.”
“Moviam-se lentamente os tinhorões.”
“levantava a perna inúil com displicência.”
Assinale a alternativa em que o termo grifado funciona como objeto direto
“que foi transmitida naturalmente às novas gerações” (linhas 13-14).
“Assim nasceu a linguagem de sinais da Nicarágua” (linhas 15-16).
“onde já existe uma linguagem de sinais reconhecida” (linha 17).
“a língua é uma verdadeira Babilônia” (linhas 19-20).
“há alguma relação entre a linguagem de sinais e a língua falada?” (linha 21).
Quanto a classificação das orações subordinadas, a frase “Eu teria muito a dizer a um homem que tivesse a pretensão de criticar a maneira como uma mulher se veste” é uma:
Oração subordinada adjetiva.
Oração subordinada adverbial.
Oração subordinada substantiva predicativa.
Oração subordinada substantiva objetiva direta.
No período “descreve como elementos aparentemente irrelevantes alteram decisões” (linha 24), a oração grifada se classifica como:
“Comerciais de água engarrafada costumam associá-la a pureza e vida saudável e, se vendas servem de referência, parece que funciona.” (linhas 1 a 3). É correto afirmar que a partícula “que” destacada introduz uma oração subordinada:
Adjetiva restritiva.
Substantiva subjetiva.
Substantiva objetiva direta.
Substantiva predicativa.
Substantiva completiva nominal.
Assinale a alternativa em que a oração em destaque esteja corretamente analisada quanto à função que desempenha na oração principal.
“As empresas que usam plásticos claramente têm um papel fundamental a desempenhar [...]” – a oração funciona como objeto direto do verbo “têm”.
“Sem dúvida, este é precisamente o domínio no qual devem brilhar as empresas líderes do mundo.” – a oração exerce função de objeto indireto de “domínio”.
“Além disso, comprometeu-se a fazer com que todas as suas embalagens sejam recicláveis [...]”. – a oração apresenta função adverbial de modo.
“Também destacou empresas, de multinacionais a pequenos empreendimentos, que estão inovando nesse campo.” – a oração restringe o sentido de “pequenos empreendimentos”.
“O relatório concluiu que as empresas devem incluir a sustentabilidade em seus modelos comerciais [...]”– a oração exerce função de objeto direto do verbo “concluiu”.
‘Tempos Anormais’
Vocês vão entender o título no final. Volto ao tema diante da repercussão da última coluna, que tratava da sessão do STF que julgou o pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula. Por causa principalmente de um termo muito usado pelos ministros — “teratológico” —, poucas vezes recebi tantas mensagens, inclusive de colegas, a começar por minha diretora, que se referiu criticamente “ao uso vaidoso e pretensioso de nosso idioma”.
De Brasília, a também jornalista Patrícia Pinheiro mandou uma divertida crônica que termina assim: “muito obrigada por me fazer saber o que é teratológico e por me lembrar que temos dicionário em casa!”. Gerson Camarotti, que estava no plenário da Corte cobrindo a sessão, conta que perguntou para todos os companheiros o que era teratologia.
“Só fiquei mais tranquilo depois de perceber que eles também desconheciam aquela palavra da moda no Supremo. Você esclareceu a minha dúvida”. Então, digamos, foi uma retribuição a quem várias vezes por semana, no “Em pauta”, da GloboNews, esclarece as minhas dúvidas políticas.
Houve quem me gozasse: “Vai dizer que na Academia vocês também não usam termos difíceis?” Como outras instituições, temos os nossos códigos e usamos, sim, mas internamente, entre os pares, não em sessões televisionadas. A propósito, o poeta e acadêmico Geraldo Carneiro comentou que os juízes — “com exceção do Barroso e às vezes da Cármen Lúcia — têm a mania teratológica de falar difícil”.
Inclemente, ele lembrou os personagens que Molière chamou de “preciosas ridículas”. “Jamais usam o gerúndio, ao contrário de Camões, Vieira, Eça, Machado etc. Têm horror à fala das ruas, assim como têm horror ao cidadão comum”.
Dos inúmeros comentários recebidos, o mais surpreendente foi um, por sinal bem-humorado, transmitido através do WhatsApp de meu amigo Roberto D’Avila, porque o remetente não tinha meu endereço. Adivinhem de quem? Do ministro Luís Roberto Barroso, confessando ter apreendido o sentido de “mal secreto” lendo meu livro sobre a inveja com esse título. Ele usou a expressão contra o seu desafeto no famoso bate-boca da véspera (ainda bem que não citou o autor. Já imaginaram eu metido nessa briga como que tomando o partido contra um dos lados?. E que lado! Tremo só de pensar).
Barroso se disse “triste” com o episódio, acrescentando, que “ainda assim o humor ajuda”. E terminou com um exemplo para ajudar na definição do polêmico adjetivo: “teratológicos são os nossos tempos. Completamente anormais”.
Quanto a isso, não há dúvida.
Zuenir Ventura - O Globo, 28/03/2018
Eu tinha certeza de que eles também desconheciam aquela palavra da moda no Supremo.
Marque a alternativa que classifica corretamente a oração destacada no período.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta.
Oração subordinada substantiva objetiva direta.
Oração subordinada substantiva subjetiva.
Oração subordinada substantiva completiva nominal.
Observe o trecho a seguir.
“O empresário, no entanto, desconfiou de que sua posição de candidato único ao Senado estava ameaçada.”
O item em destaque será classifica como:
Oração subordinada explicativa objetiva indireta.
Oração subordinada adjetiva objetiva direta.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta.
Oração subordinada substantiva predicativa.
“Um homem da aldeia de Neguá, no litoral da Colômbia, conseguiu subir aos céus.” “Quando voltou, contou.” “Disse que tinha contemplado lá do alto, a vida humana.” “E disse que somos um mar de fogueirinhas.”
A oração em destaque classifica-se como:
Oração subordinada substantiva objetiva direta.
Oração coordenada assindética.
Oração coordenada sindética aditiva.
Oração coordenada sindética conclusiva.
Oração coordenada sindética explicativa.
Considere o que se afirma sobre o seguinte período do texto:
“Stephen e Jane discutiram aquela situação terrível e decidiram manter o relacionamento”.
I. É composto e misto: há coordenação e subordinação.
II. A primeira oração é assindética; a segunda é sindética aditiva; a terceira é substantiva objetiva direta.
III. A oração reduzida, se for expandida, ficará: que o relacionamento seria mantido.
IV. O termo sublinhado é predicativo do objeto.
Quais estão corretas?
Apenas I e IV.
Apenas II e III.
Apenas I, II e III.
Apenas II, III e IV.
I, II, III e IV.
“O comunicado do instituto explica que já existem algumas evidências de que o mel e remédios contendo pelargonium, guaifenesina e dextromertorfano ajudam a aliviar os sintomas da tosse.” (linhas 21 a 25). A partícula “que” destacada no trecho introduz uma:
Oração subordinada substantiva objetiva direta.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta.
Oração subordinada substantiva completiva nominal.
Oração subordinada substantiva subjetiva.
Observe o trecho:
“É preciso que cada cidadão incorpore esses princípios como uma atitude prática diante da vida cotidiana.”
Com relação à morfossintaxe, considerando as orações subordinadas substantivas, a segunda oração do período acima se classifica como:
completiva nominal.
subjetiva.
apositiva.
objetiva direta.
predicativa.
No verso “É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,” a oração sublinhada e classificada como:
Subordinada substantiva subjetiva.
Subordinada substantiva objetiva.
Subordinada adjetiva.
Subordinada adverbial causal.
Principal.
É correto afirmar que a partícula “que” destacada no trecho acima introduz uma:
Oração subordinada adjetiva restritiva.
Oração subordinada adjetiva explicativa.
Oração subordinada substantiva completiva nominal.
Oração subordinada substantiva objetiva direta.
“O rapaz mostrava-se profundamente ansioso por que sua noiva voltasse.”. Os termos destacados introduzem uma oração subordinada:
Adjetiva restritiva.
Substantiva subjetiva.
Substantiva objetiva direta.
Substantiva predicativa.
Substantiva completiva nominal.
Com base no trecho retirado do Texto 1 “Mas os resultados do estudo sugerem que todas as atividades, não importa sua intensidade, são saudáveis’, explica.” (linhas 22 a 24), responda as PRÓXIMAS DUAS QUESTÕES ( 29 e 30):
É correto afirmar que a partícula “que” destacada introduz uma:
Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta.
Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta.
Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal.
Oração Subordinada Adjetiva Explicativa.