

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Os pronomes relativos (que, quem, qual, cujo, onde, quanto) substituem um termo da oração anterior e estabelecem relação entre as duas orações, como neste exemplo: "Li o livro. Você me falou do livro. "Li o livro de que você me falou".
Apresentamos duas orações independentes em cada alternativa. A seguir, essas duas orações são unidas por um pronome relativo num período composto. Assinale a alternativa em que ocorreu ERRO por falta ou uso indevido de preposição antes do pronome relativo.
Assisti ao filme. Ela se referiu ao filme. "Assisti ao filme a que ela se referiu".
Foi bom o debate. Participei do debate. "Foi bom o debate de que participei".
Gostei do livro. Você fez referência ao livro. "Gostei do livro a que você fez referência".
Pedro é o professor. Mara simpatiza com o professor. "Pedro é o professor com o qual Mara simpatiza".
Esta é a vaga. Aspiro à vaga. "Esta é a vaga que aspiro".
Analise as preposições destacadas nos seguintes fragmentos do texto.
I. “Essa pergunta foi feita por uma conciliadora [...]” (1º§)
II. “[...] durante o interrogatório de uma mulher presa por acusação de roubo, [...]” (2º§)
III. “O acesso à justiça pela linguagem é feito pela simplificação da escrita jurídica, [...]” (9º§)
A preposição “por (pela)” estabelece, respectivamente, relações semânticas de
I. agente II. causa III. meio e modo
I. direção II. restrição III. tempo e meio
I. assunto II. meio III. instrumento e fim
I. companhia II. condição III. lugar e modo
Em O francês Jean-Michel Frodon contou que, um dia, um taxista lhe perguntou sua profissão (linhas 1 e 2), foi suprimido(a) uma/um
interjeição.
pronome.
preposição.
artigo.
conjunção.
Longa foi a agonia, longa e cruel, de uma crueldade minuciosa, fria, repisada, que me encheu de dor e estupefação. Era a primeira vez que eu via morrer alguém. Conhecia a morte de oitiva; quando muito a tinha visto já petrificada no rosto de algum cadáver, que acompanhei ao cemitério, ou trazia a ideia embrulhada nas amplificações de retórica dos professores de coisas antigas – a morte aleivosa de César, a austera de Sócrates, a orgulhosa de Catão. Todavia esse duelo do ser e do não ser, a morte em ação, dolorida, contraída, convulsa, sem aparelho político ou filosófico, a morte de uma pessoa amada, essa foi a primeira vez que a pude encarar. Não chorei; lembro-me de que não chorei.
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. Petrópolis: Vozes, 2017. p. 73.
Das alternativas, assinale a correta.
A conjunção todavia, em “Todavia esse duelo do ser e do não ser”, confirma uma dualidade conceitual a respeito da morte: a morte como entidade distante e a morte como sensibilidade afetiva.
A expressão de oitiva, em “Conhecia a morte de oitiva”, indica a experiência prévia do narrador no seu parecer sobre a morte como algo cotidiano, reconhecido pelas consequências.
O que, em “que me encheu de dor e estupefação”, comporta-se na estrutura sintática do período como complemento verbal; por isso, reporta-se a um termo anterior.
A preposição de, em “lembro-me de que não chorei”, aparece como elemento expletivo, ou seja, apenas para realçar a estrutura morfossintática.
O pronome essa, em “essa foi a primeira vez que a pude encarar”, reporta-se a uma opinião posterior ao fato referenciado.
Quanto à organização discursiva, em “até um curso de MBA na Escola de Negócios da Universidade de Columbia leva este nome!”, o elemento destacado
auxilia na construção do argumento do extremo quanto às pressões inovativas.
constrói um contra-argumento à ideia do impulso da economia capitalista.
nega a continuidade das filosofias inovativas econômicas atuais.
reforça o pressuposto de que somente os grandes crescem.