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Sobre o fragmento: “... explica Cartaxo”, assinale a opção CORRETA.
A oração está na ordem direta.
O sujeito da oração é desinencial.
“explica” é verbo transitivo.
“Cartaxo” é complemento verbal.
“Cartaxo” é sujeito simples.
'O assunto tomou conta das redes neste final de semana.'
Assinale a opção CORRETA.
O adjunto adverbial de tempo é a expressão 'neste final de semana'.
O predicado é nominal e seu núcleo é a palavra 'conta'.
O sujeito é simples e seu núcleo é a palavra 'conta'.
A expressão 'neste final de semana' é adjunto adverbial de lugar.
O verbo 'tomou' é um verbo transitivo indireto nesta frase.
Leia a crônica.
A Navegação da Casa
Muitos invernos rudes já viveu esta casa. E os que a habitaram através dos tempos lutaram longamente contra o frio entre essas paredes que hoje abrigam um triste senhor do Brasil.
(…)
Hesitei longamente, dentro da casa gelada; qual daqueles aparelhos usaria? O mais belo, revestido de porcelana, não funcionava, e talvez nunca tivesse funcionado; era apenas um enfeite no ângulo de um quarto; investiguei lentamente os outros, abrindo tampas enferrujadas e contemplando cinzas antigas dentro de seus bojos escuros. Além do sistema geral da casa – esse eu logo pus de lado, porque comporta ligações que não merecem fé e termômetros encardidos ao lado de pequenas caixas misteriosas – havia vários pequenos sistemas locais. Chegaram uns amigos que se divertiram em me ver assim perplexo. Dei conhaque para aquecê-los, uma jovem se pôs a cantar na guitarra, mas continuei minha perquirição melancólica. Foi então que me veio a ideia mais simples: afastei todos os aparelhos e abri, em cada sala, as velhas lareiras. Umas com trempe, outras sem trempe, a todas enchi de lenha e pus fogo, vigiando sempre para ver se as chaminés funcionavam, jogando jornais, gravetos e tacos e toros, lutando contra a fumaceira, mas venci.
Todos tiveram o mesmo sentimento: apagar as luzes. Então eu passeava de sala em sala como um velho capitão, vigiando meus fogos que lançavam revérberos nos móveis e paredes, cuidando carinhosamente das chamas como se fossem grandes flores ardentes, mas delicadas que iam crescendo graças ao meu amor. Lá fora o vento fustigava a chuva, na praça mal iluminada; e vi, junto à luz triste de um poste, passarem flocos brancos que se perdiam na escuridão. Essa neve não caía do céu; eram as pequenas flores de uma árvore imensa que voavam naquela noite de inverno, sob a tortura do vento.
Detenho-me diante de uma lareira e olho o fogo. É gordo e vermelho, como nas pinturas antigas; remexo as brasas com o ferro, baixo um pouco a tampa de metal e então ele chia com mais força, estala, raiveja, grunhe. Abro: mais intensos clarões vermelhos lambem o grande quarto e a grande cômoda velha parece se regozijar ao receber a luz desse honesto fogo. Há chamas douradas, pinceladas azuis, brasas rubras e outras cor-de-rosa, numa delicadeza de guache. Lá no alto, todas as minhas chaminés devem estar fumegando com seus penachos brancos na noite escura; não é a lenha do fogo, é toda a minha fragata velha que estala de popa a proa, e vai partir no mar de chuva. Dentro, leva cálidos corações.
Então, nesse belo momento humano, sentimos o quanto somos bichos. Somos bons bichos que nos chegamos ao fogo, os olhos luzindo; bebemos o vinho da Borgonha e comemos pão. Meus bons fantasmas voltam a se misturarem aos presentes […]
(Rubem Braga. Excerto)
Assinale a alternativa correta, com base no texto.
A primeira frase do texto apresenta um sujeito simples: “esta casa”, assim como um adjunto adverbial de tempo.
A frase: “… continuava sua perquirição melancólica” leva o leitor a entender que o narrador, com ânimo, dava sequência à investigação da casa.
Com a frase: “Dentro leva cálidos corações” pode-se inferir que dentro de fragata imaginada pelo narrador havia pessoas desanimadas que partiam junto com ele.
O último parágrafo é um período composto por várias orações que apresentam o mesmo sujeito, qual seja: sujeito indeterminado.
Ao dizer que estava “… vigiando meus fogos que lançavam revérberos” o narrador dizia perceber a lareira expelindo fuligens sobre os móveis e isso o preocupava.
Qual é a função sintática do vocábulo destacado no trecho "Eu estava boba [...]", (7°§)?
Adjunto adnominal.
Objeto direto.
Sujeito simples.
Predicativo do objeto.
Predicativo do sujeito.
Qual a classificação do sujeito da segunda oração do Período: "Esse episódio demonstra a grandeza de Sócrates e porque era tão estimado"?
Simples.
Indeterminado.
Composto.
Oculto.
Inexistente.
Analise: “Fomos enganados” e assinale qual o tipo de sujeito correto.
Sujeito simples.
Sujeito composto.
Sujeito oculto.
Sujeito indeterminado.
As estatísticas comprovam a eficácia do modelo.
Assinale a opção CORRETA.
O predicado é verbo-nominal, logo possui dois núcleos, sendo um deles, o adjetivo 'modelo'.
O predicado é verbo-nominal, logo possui dois núcleos, sendo um deles, o verbo 'comprovam'.
O sujeito é simples e seu núcleo é formado por um único vocábulo.
O sujeito é composto, plural e um dos adjuntos adnominais é o vocábulo 'As'.
Os resultados da pesquisa foram obtidos em campo.
Assinale a opção CORRETA.
O predicado é verbo-nominal.
A palavra 'pesquisa' é o núcleo do sujeito simples.
O vocábulo 'resultados' é o núcleo do sujeito simples.
O predicado é 'da pesquisa foram obtidos em campo'.
O sujeito da frase ”São imprescindíveis especialistas para a popularização e desmistificação do conhecimento científico”, retirada do texto, é:
Oculto.
Indeterminado.
Inexistente.
Simples.
Composto.
Tendo em vista o fragmento “O mundo externo atrai nossos super-heróis com desejos subversivos”, assinale a alternativa correta.
O sujeito é simples.
A oração não possui sujeito.
O predicado é nominal.
A oração não possui predicado.
O sujeito é composto.
A primeira oração do período "Quando há atrito entre duas ou mais pessoas e elas não conseguem encontrar uma saída, acabam por dizer coisas que, de maneira refletida, não diriam " tem o sujeito classificado como:
Simples.
Inexistente.
Indeterminado.
Oculto.
Assinale a alternativa que indica a correta classificação do sujeito do trecho a seguir: “que tudo isso aconteça todos os dias nas creches”.
Sujeito Oculto.
Sujeito Indeterminado.
Sujeito Composto.
Sujeito Simples.
Oração Sem Sujeito.
Sobre o texto 7: “A beleza é a única coisa preciosa na vida.”, assinale a alternativa CORRETA.
O período é simples, e o sujeito, composto.
O sujeito é simples, e o verbo exige complemento regido de preposição.
"A única coisa preciosa" se refere ao sujeito atribuindo-lhe uma qualidade.
O complemento "na vida" se liga ao verbo e exprime circunstância modal.
O predicado verbal contém, apenas, um verbo.
A aula foi ministrada pela professora. A estrutura em negrito é classificada como:
Sujeito simples e paciente
Sujeito simples e agente
Sujeito composto
Sujeito indeterminado
Analisando os trechos referidos no texto, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação INCORRETA sobre os termos da oração.
Em "Os meninos corriam", encontra-se um sujeito simples e um predicado verbal.
"Deus Nosso Senhor protegeria os inocentes" compõe-se de sujeito, verbo transitivo direto e objeto direto.
"Sentia um aperto na garganta" é uma estrutura com verbo transitivo direto e indireto e os respectivos objetos.
Em "era forte", encontra-se um verbo de ligação e um predicativo do sujeito.
"Esqueceu os objetos próximos" compõe-se de um sujeito implícito, um verbo transitivo direto e seu respectivo objeto.
Na frase “Nos primeiros meses de vida, a árvore já é capaz de conseguir tudo o que precisa para se desenvolver.”, o sujeito é:
Composto.
Simples.
Inexistente.
Oculto.
Os ciclos de vigília causam diferenças metabólicas no nosso corpo.
Assinale a opção CORRETA.
Os adjuntos adnominais do sujeito simples são os vocábulos 'Os', 'de', 'vigília'.
O núcleo do predicado é o vocábulo 'diferenças'.
Na frase, o núcleo do objeto direto é o vocábulo 'diferenças' e o núcleo do objeto indireto é 'corpo'.
O verbo presente na oração é um verbo transitivo direto e indireto.
Na oração "Há coisas bonitas na vida ", o sujeito é classificado como:
Inexistente.
Indeterminado.
Simples.
Oculto.
Analise: “Jovens entre 18 e 25 anos precisam de alarmes com sons mais altos para acordar totalmente” e assinale o tipo de sujeito presente na oração.
Sujeito simples.
Sujeito oculto.
Sujeito indeterminado.
Sujeito composto.
Sujeito elíptico.
Atenção! O texto a seguir serve de base para as questões de 01 a 07:
RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO
O termo “responsabilidade” é o conhecido pelo senso comum. É utilizado para qualquer situação em que alguém deva responder pelas consequências de atos ou fatos lesivos – toda pessoa que é apta a ter direitos deve responder por suas obrigações. No campo do Direito, verifica-se a existência de uma tríplice responsabilidade: a administrativa, a penal e a civil, inconfundíveis e independentes entre si e, eventualmente, cumuláveis.
No entanto, a regra da independência não é absoluta, existindo a possibilidade de interdependência entre tais instâncias. É corrente, no Direito Civil, que não se pode mais questionar a existência do fato ou sua autoria, quando a questão estiver decidida no juízo criminal, o que reforça a ideia de uma autonomia relativa entre as esferas. Essa relativização da independência de jurisdições se justifica em virtude de o Direito Penal incorporar a exigência de provas mais rígidas para a solução das questões submetidas a seus ditames, sobretudo em virtude do princípio da presunção de inocência. Porém, nem sempre as questões decididas definitivamente no juízo criminal irradiarão efeitos vinculantes nos juízos cível e administrativo.
A sentença penal absolutória, tanto no caso em que fundamentada na falta de provas para a condenação quanto na hipótese em que ainda não tenha transitado em julgado, não vinculará o juízo cível ou administrativo no julgamento das respectivas ações. Sobre o tema, no RE 1164236/MG, o STJ registrou-nos que "a ação em que se discute a reparação civil somente estará prejudicada na hipótese de a sentença penal absolutória fundamentar-se, em definitivo, na inexistência do fato ou na negativa de autoria'.
A responsabilização civil tem origem no Direito Civil, em que se verifica, no mais das vezes, a responsabilidade contratual, pois fundada em acordos prévios entre os particulares. Em regra, a responsabilidade do Estado constitui modalidade extracontratual, por inexistir um contrato que sustente o dever de reparar, distintamente do que ocorre nas relações travadas entre os particulares. A seguir, aprofundemos a distinção entre a responsabilidade extracontratual e contratual.
A responsabilidade extracontratual ou aquiliana é a que decorre da ação ou omissão, lícita ou ilícita, que provoque dano a alguém, independentemente de prévia obrigação contratual. É o exemplo da responsabilidade civil do Estado, a qual se destina a salvaguardar os "terceiros': assim entendidos aqueles que não se acham submetidos a qualquer vínculo especial com o Poder Público (§ 6.0 do art. 37 da CF/1988). Já a responsabilidade contratual origina-se no descumprimento de cláusulas contratuais entre as partes. É o exemplo da indenização decorrente da anulação do contrato administrativo de prestação de serviços de limpeza, devido à culpa atribuível ao Estado-administrador.
(Adaptado de Borges, Cyonil e Sá, Adriel. Manual de Direito Administrativo Facilitado. São Paulo: Editora Juspodivm, 2018. 2ª edição).
O trecho: “No campo do Direito, verifica-se a existência de uma tríplice responsabilidade: a administrativa, a penal e a civil, inconfundíveis e independentes entre si e, eventualmente, cumuláveis” (1º parágrafo), o verbo destacado permanece no singular porque:
Está na voz passiva e tem sujeito indeterminado.
Está na voz ativa e concorda com um sujeito plural.
Está na voz reflexiva e concorda com um sujeito singular.
Está na voz passiva e tem sujeito simples, posposto.