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Na oração “Informou-se a novidade aos membros e diretores do grupo”, qual é a classificação do sujeito?
Oculto
Simples
Composto
Indeterminado
Na frase “Consigo caminhar só cinco metros por hora”, o sujeito é:
Simples.
Oculto.
Inexistente.
Verbal (verbo conseguir).
Desinencial.
Em “A adolescência é uma fase bastante conturbada...” (1º§) o sujeito é
elíptico.
simples.
inexistente.
indeterminado.
“A dez metros da janela, instalada logo acima do passeio, ouve-se a discussão habitual.” (2º§) Quanto ao sujeito do verbo ouvir, é correto afirmar que
apresenta apenas um núcleo ligado diretamente ao verbo.
apresenta mais de um núcleo ligado diretamente ao verbo.
não pode ser determinado pelo contexto e nem pela terminação do verbo.
não está explicitamente representado na oração, mas pode ser identificado.
Em “As mentes corruptas podem ser influenciadas pelo poder – o sujeito passa a se achar menos condenável que os outros por ser poderoso [...]”, a palavra “menos”
pertence a uma classe de palavras invariável.
está flexionada no gênero masculino.
pertence à classe dos adjetivos.
está flexionada em gênero e número.
pertence a uma classe de palavras variável.
No texto 3, podemos considerar como predicativo do sujeito
a funda (figura 4).
a arma (figura 3).
o homem (figura 1).
obsoleta (figura 4).
o foguete (figura 8).
Os sujeitos dos verbos destacados estão corretamente identificados entre parênteses, EXCETO em:
“A frase do Pedro Bandeira completa perfeitamente o caso [...].” (A frase)
“Ficamos muito consternados com a pobrezinha [...]” (Nós)
“Minha mãe era livreira, professora [...]” (Minha mãe)
“Pronto, morreu alguém! [...]” (alguém)
Leia:
“Ninguém no caís tem um nome só. Todos têm também um apelido ou abreviam o nome, ou o aumentam, ou lhe acrescentam qualquer coisa que recorde uma história, uma luta, um amor.”
(Jorge Amado)
Os sujeitos dos verbos destacados no texto classificam-se, respectivamente, como
simples e simples.
indeterminado e simples.
simples e indeterminado.
indeterminado e indeterminado.
“Reconheci a vendedora Cíntia já na porta da loja”.
Pode-se afirmar acerca desta oração:
O sujeito é: “vendedora Cíntia”, sendo sua classificação: sujeito simples.
O sujeito é: “Cíntia”, sendo sua classificação: sujeito próprio.
O sujeito é: “loja”, pois é o lugar onde ocorre a ação.
O sujeito é: “eu”, pois se trata de sujeito desinencial.
Houve emprego de sujeito desinencial em:
Lidar com a inexorabilidade desse processo exige uma habilidade na qual nós somos inigualáveis: a adaptação.
Nas comunidades agrárias, o menino de sete anos trabalhava na roça e as meninas cuidavam dos afazeres domésticos (...).
A figura do adolescente que mora com os pais até os 30 anos (...) surgiu nas sociedades industrializadas depois da Segunda Guerra Mundial.
A mortalidade infantil era altíssima; epidemias de peste negra, varíola, malária, febre amarela, gripe e tuberculose dizimavam populações inteiras.
Da mesma forma como ensaiamos os primeiros passos por imitação, temos de aprender a ser adolescentes, adultos e a ficar cada vez mais velhos.
Em “[...] pensar em direitos humanos tem um pressuposto: reconhecer que aquilo que consideramos indispensável para nós é também indispensável para o próximo.” (2º§) a forma verbal “tem” estabelece concordância verbal com seu referente, sujeito da oração, a saber:
“humanos”.
“reconhecer”.
“um pressuposto”.
“direitos humanos”
“pensar em direitos humanos”.
Assinale a única alternativa em que o narrador NÃO é o sujeito do verbo.
Contava fazer algumas observações de planetas e estrelas (l. 03-04).
Li o manual de instruções (l. 06).
O que esperava ver (l. 10).
me surpreendeu a quantidade de empregadas (l. 17).
Não podia parar de olhá-la (l. 34).
Assinale a alternativa INCORRETA sobre a relação entre algumas formas verbais do texto e seus respectivos sujeitos.
segue (l. 25) – qualificação (l. 25).
trazer (l. 23) – essa pessoa (l. 22).
há (l. 31) – muitos (l. 31).
têm (l. 30) – mais de 80% (l. 30).
tendem (l. 36) – líderes e gestores (l. 35).
Em relação ao predicado, o nome é o núcleo central da informação em:
“Quem nunca fez isso?” (L.8/9).
“Claro, devemos saber dosar o tempo” (L.19).
“Vivemos numa era conectada” (L.18).
“Porém quando estamos sozinhos” (L.12).
Elipse é a omissão, numa enunciação linguística, de um termo que pode ser depreendido pelo contexto. Em “Cria novas ordens, equilibra os climas...” (segundo parágrafo), ocorre elipse do sujeito, que também se verifica em:
Hoje, a comunidade científica, em sua grande maioria, nos alerta acerca de um eventual colapso...
Todos podem perceber as mudanças que estão ocorrendo diante de nossos olhos.
Em outros lugares do planeta, como nos USA, invernos rigorosos como não se viam há decênios...
Mas, por ser mãe generosa, lentamente, refez a diversidade da vida.
Na frase “a pesquisa acompanhou a vida de 724 homens” (l. 12), os termos sublinhados são classificados, correta e respectivamente, como:
Predicativo do sujeito – objeto indireto.
Predicado – objeto direto.
Sujeito – predicativo do sujeito.
Objeto direto – complemento nominal.
Sujeito – objeto direto.
Em [...] há um traço que permanece constante: a cidade é um espaço em que os estrangeiros existem [...], o verbo haver encontra-se conjugado na terceira pessoa do singular, porque
o sujeito do verbo é um traço.
se trata de verbo impessoal.
o sujeito está indeterminado.
se trata de sujeito elíptico.
Observe a seguinte citação de Fernando Pessoa:
“Em todo momento de atividade mental acontece em nós um duplo fenômeno de percepção.”
Em relação aos termos essenciais dessa construção frasal, sujeito e predicado, é correto afirmar que:
O sujeito um duplo fenômeno de percepção concorda com o verbo acontece.
O verbo acontece concorda com o sujeito simples um duplo fenômeno de percepção, portanto é o predicado.
Acontece é verbo do sujeito todo momento de atividade mental.
Trata-se de uma oração com sujeito composto: um duplo fenômeno de percepção.