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A forma verbal “seria” (l.14) está flexionada no singular para concordar com “ciência” (l.15).
A flexão de plural da forma verbal “permitiram” (l.13) justifica-se pela relação de concordância estabelecida, na oração, entre o verbo e o sujeito “países do Ocidente da Europa” (l.11).
Escolha a alternativa em que o sujeito da oração está corretamente identificado.
"Não há dúvida..." – sujeito: dúvida.
"...como conta Josué Montello" – sujeito: Josué Montello.
"Falava-se em instalar o Governo da República em cidades serranas do estado do Rio de Janeiro..." – sujeito: o Governo.
"O Senado da República e os meios acadêmicos nunca o permitiram." – sujeito: o.
"Em certa crônica na Gazeta de Notícias, numa fase de altas turbulências, apelou à esperança – sujeito: certa crônica.
Em textos de normatização mais rígida do que o texto jornalístico, como os textos de documentos oficiais, a contração de preposição com artigo, com em "da igualdade" (l.16), deve ser desfeita, devendo-se escrever de a igualdade, para que o sujeito da oração seja claramente identificado.
Marque a única alternativa em que o termo ou os termos sublinhados NÃO exercem a função sintática de sujeito da oração:
As linhas políticas definidoras dos Poderes encontram-se na Constituição, que estabelece independência e harmonia entre eles.
À Corregedoria cumpre também fiscalizar as atividades funcionais dos seus membros.
É dentro da reparação civil que estão compreendidas as indenizações de natureza material e moral.
Não faltam razões para que seja prescrita a pretensão dos autores.
As funções jurídicas essenciais do Estado para ele cumprir suas finalidades decorrem das atribuições que derivam do princípio da separação dos poderes.
Segundo a norma culta, os pronomes do caso reto devem ser empregados como sujeitos de verbos, enquanto os pronomes do caso oblíquo devem ser empregados como objetos de verbos. No texto, essa regra é desobedecida no trecho
"ele perguntou, sem levantar a cabeça".
"- Ah, a novata - disse ele".
"Ele a olhou pela primeira vez".
"Leve ela".
"como se tivesse acabado de tirá-la do nariz".
Em "se tornam" (L.5), o "se" indica sujeito indeterminado.
No respectivo contexto, as formas verbais “é deglutida” (l. 5), “dissolve-se” (l. 5) e “perdem” (l. 6) remetem a um mesmo sujeito.
Ambos os elementos sublinhados desempenham a função de sujeito no seguinte caso:
Eles nada sabem sobre as estrelas que alguns dizem já ter visto por revelação dos deuses.
É certo que ela morrerá. Ela suspeita disso e tem medo.
Como sugeriu o apóstolo Paulo, a verdade está subordinada à bondade.
E ele dirá: “Você me faz essa pergunta porque você está com medo de morrer”.
Está configurada uma situação ética. Que é que o médico vai dizer?
Como o sujeito está no plural, estaria gramaticalmente correta a redação a serem os profetas em lugar de "a ser os profetas" (l.14).
A forma verbal “devem” (l.6) está no plural para concordar com o sujeito composto.
As expressões "as escolas" (l. 22-23) e "as respostas" (l.23) exercem a mesma função sintática.
Na oração "A paz é uma infatigável busca de valores" (l.41), a expressão sublinhada é predicativo do sujeito.
Certo
Errado
O sujeito de “parecia” (l.2) é “tratamento” (l.1).
Em “deparou-se” (l.2), a partícula “se” indica sujeito indeterminado.
Na assertiva III, o sujeito composto — "a existência e a felicidade pessoal" — está posposto ao núcleo do predicado verbal.
A flexão de plural em "terão" (l.5) deve-se ao fato de que "políticas e práticas sociais" (l.4-5), que é o sujeito dessa forma verbal, está no plural.