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Na linha 16, o emprego de vírgulas — uma antes de "e" e outra após "segundo" — justifica-se, de acordo com as normas de pontuação da língua portuguesa, respectivamente, pelo fato de as orações apresentarem o mesmo sujeito — "Relatório" — e pela ocorrência de uma exemplificação, introduzida por "como".
A respeito das estruturas e vocábulos do texto II, não é correto afirmar que:
o sujeito da forma verbal inverta é “você”.
no segundo quadrinho, se se fizesse próclise com o primeiro pronome, embora sendo caso de largo uso no português do Brasil, ainda haveria resistência por parte dos mais puristas da língua.
a fala do personagem que busca o mestre é carregada por um registro de uso restrito, não encontrando respaldo na norma culta.
no segundo quadrinho, acaso é um substantivo.
a forma verbal inverta poderia ser substituída por “invirta”, por se tratar de verbo abundante.
Numere os termos (sublinhados no primeiro parágrafo do texto) de acordo com a classificação sintática.
Classificação sintática
I. Sujeito
II. Predicado nominal
III. Objeto direto
IV. Complemento nominal
Termos
( ) de pesquisa
( ) mais uma dessas tertúlias estéreis
( ) a inteligência dos africanos
( ) são mais comuns que discussões profanas sobre religião
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta de cima para baixo.
Na oração "A paz é uma infatigável busca de valores" (l.41), a expressão sublinhada é predicativo do sujeito.
Certo
Errado
O sujeito de “parecia” (l.2) é “tratamento” (l.1).
Em “deparou-se” (l.2), a partícula “se” indica sujeito indeterminado.
Na assertiva III, o sujeito composto — "a existência e a felicidade pessoal" — está posposto ao núcleo do predicado verbal.
A flexão de plural em "terão" (l.5) deve-se ao fato de que "políticas e práticas sociais" (l.4-5), que é o sujeito dessa forma verbal, está no plural.
As orações que precedem "é" (l.4) constituem o sujeito que leva esse verbo para o singular.
No período 3, o período é constituído de duas orações, exercendo a segunda oração — “que zombavam dele” — a função sintática de sujeito da primeira.
Em " É verdade que países com menos recursos se beneficiam da tecnologia introduzida pelos mais ricos", a expressão sublinhada exerce a função de sugeito passivo da oração cujo núcleo é a forma verbal " se beneficiam ".
No período “A conseqüência (...) tumores no futuro” (l.29-31), o trecho “que o produto do IGF2 pode servir de combustível para o desenvolvimento de tumores no futuro” exerce a função sintática de sujeito.
No trecho "O bom momento que vive a economia nacional estimula suas vendas" (L.10-11), o sujeito das formas verbais "vive" e "estimula" é o mesmo.
O termo substantivo "molduragem" é núcleo do sujeito da oração "onde se exercita a molduragem dos agentes externos" (l.1-2).
Em Você que dirige seu automóvel
Não esqueça o cinto de segurança,
os dois verbos concordam com o mesmo sujeito – você.
Verifica-se um caso de sujeito posposto ao verbo no seguinte trecho:
“Como saber que faltam casas...”
“Porque a experiência não deve ficar nas favelas do Rio.”
“Pretos pintados de branco teriam mais chances no mercado de trabalho.”
“Deve ser estendida a todo o país.”
“Não saltaria mais aos olhos...”
Para se manter o paralelismo com o primeiro e o último períodos sintáticos do texto, o segundo período também admitiria uma construção sintática de sujeito indeterminado, podendo ser alterado para Poderia se mudar muitas perspectivas.
A forma verbal "ficou" (l.8) está no singular porque concorda com a expressão "Quase a metade dos alunos do Brasil", cujo núcleo é a palavra "metade".
Na linha 4, a forma verbal "encontra", que, com rigor gramatical, deveria estar flexionada no plural, estabelece concordância com o núcleo mais próximo do sujeito da oração — o termo "problema".