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Assinale a opção que preenche a lacuna do texto de forma a torná-lo coeso e coerente.
Os últimos meses não têm sido fáceis para muitos países emergentes. Bolsas em queda, moedas com forte desvalorização, redução das projeções de crescimento e aparentes problemas financeiros começam a trazer lembranças das recorrentes crises dos anos 1980 e 1990 e a suscitar temores de que tais episódios se repetirão.
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Mas é possível prever que o mais provável é que os próximos anos sejam árduos para aqueles países que acumularam grandes desequilíbrios na última década de juros baixos e capital farto.
(Adaptado de Folha de S. Paulo, 10/2/2014)
Saber se em breve haverá crise generalizada é questão de difícil resposta mesmo para os especialistas.
Porquanto a Ásia cresceu perto de 8% ao ano e respondeu por mais da metade da expansão mundial.
Há, portanto, a mudança do padrão desse crescimento da China, agora menos voltado para o consumo de matérias-primas.
Entretanto, tende a haver saída em massa de divisas de países que há pouco eram a coqueluche.
Hoje essa situação de crescimento rápido é diferente, e a distância entre o desempenho do centro e o da periferia se estreita.