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1 O princípio constitucional da eficiência exige do
administrador público não apenas a execução de políticas
públicas, mas, acima de tudo, a valorização do bem comum,
4 com menos esforço, com menos custo e com melhores resultados.
Assim, caminha-se em direção ao controle do mérito
das atividades governamentais. Quando se anula um contrato
7 ou se edita medida preventiva, impedindo-se a sua consumação
por ser antieconômica, afirma-se que os benefícios decorrentes
do projeto ou da ação governamental não justificam os custos.
10 Anula-se, em outras palavras, por má gestão administrativa.
À medida que se fiscaliza, se orienta e se previne,
sobram mais recursos públicos; consequentemente, quem ganha
13 é a sociedade, em especial os menos favorecidos.
É consensual que uma administração pública moderna,
orientada por princípios de racionalidade, deve iniciar o seu
16 controle na própria atuação de seus agentes públicos. Daí a
importância do controle da utilização de valores públicos, para
extinguir práticas ilegais e evitar o desperdício de recursos que,
19 por serem escassos, devem ser geridos criteriosamente, de
forma a deles se tirar o máximo de utilidade com o mínimo de
sacrifício para a coletividade.
Idem. Ibidem.
Julgue os próximos itens, relativos a aspectos linguísticos e às ideias do texto precedente.
No segundo parágrafo, a partícula “se”, em todas as suas ocorrências, foi empregada para indeterminar o sujeito das orações em que ocorre.
Certo
Errado