Imagem de fundo

O texto I demonstra a cidade de Belém, de modo a

TEXTO I

Flor do Grão-Pará

(Composição: Chico Sena / Intérprete: Lucinha Bastos)


Sim, eu tenho a cara do Pará

O calor do carimbá

O uirapuru que sonha

Sou muito mais,

Eu sou

Amazônia.


Rosa flor, vem plantar mangueira

E o cheira-cheira do tacacá

Meu amor, ata a baladeira

E balança à beira do rio-mar.


Belém, Belém acordou a feira

Que é bem na beira do Guajará

Belém, Belém, menina morena

Vem ver-o-peso do meu cantar

Belém, Belém és minha bandeira

És a flor que cheira do Grão-Pará.


Belém, Belém do Paranatinga

Do Bar do Parque, do bafafá

Bem-te-vi, sabiá, palmeira

Não dá baladeira

Deixa voar.


(Texto adaptado) Disponível em: <www.letras.mus.br>. Acesso em: 14 set. 2020.

O texto I demonstra a cidade de Belém, de modo a


A

apresentar uma reclamação frente a aspectos que perpassam a construção dos patrimônios imateriais da Amazônia, como se nota em "O calor do carimbó" (1a estrofe).


B

refletir sobre a falta de reconhecimento do folclore amazônico por parte do compositor, o que fica evidente nos versos "O uirapuru que sonha/ Sou muito mais" (1ª estrofe).


C

expor o imaginário e a tradição da região amazônica, a partir da valorização da cultura local, o que estaria explícito por meio da metáfora "Eu sou / Amazônia" (1ª estrofe).


D

retratar uma valorização dos recursos naturais da Amazônia, a partir de uma crítica ambiental realizada com base no trecho "Rosa flor, vem plantar mangueira" (2ª estrofe).


E

caracterizar uma abordagem de aspectos socioeconômicos da Amazônia, como se observa em "Belém, Belém acordou a feira / Que é bem na beira do Guajará" (3ª estrofe).