O segmento do texto da crônica que NÃO atesta a
intertextualidade como uma das marcas da textualidade é:
A
“Aquilo que Oscar Wilde e Mark Twain diziam apenas por
humorismo (nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer
depois de amanhã), não é no Brasil uma deliberada norma de
conduta...”;
B
“Ainda há pouco, lendo um livro francês sobre o Brasil,
incluído numa coleção quase didática de viagens, encontrei
no fim do volume algumas informações essenciais sobre nós
e sobre a nossa terra”;
C
“O brasileiro adia, logo existe”;
D
“Quanto à morte não devem ser esquecidos dois poemas
típicos do Romantismo: na Canção do Exílio, Gonçalves Dias
roga a Deus não permitir que morra sem que volte para lá,
isto é, para cá”;
E
“Já Álvares de Azevedo tem aquele famoso poema cujo refrão
é sintomaticamente brasileiro: “Se eu morresse amanhã!”.