

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Para Fierro (in Coll, Palacios e Marchesi, 1995), a crença na condição de "eterna criança" do adolescente e adulto com deficiência mental é uma ideia presente no imaginário social e, portanto, na escola. Essa representação deve
ser refutada pela escola, que não deve se preocupar com o desenvolvimento afetivo dos alunos que, em decorrência da deficiência mental, são assexuados.
ser combatida pela escola, pois as experiências vividas e acumuladas não passam em vão e determinam mudanças na personalidade, no comportamento e no funcionamento cognitivo de qualquer pessoa, com ou sem deficiência mental.
sustentar as ações da escola, principalmente nas orientações sobre a sexualidade, que se manifesta de forma exacerbada nos alunos com deficiência mental.
ser reafirmada pela comunidade escolar, pois só assim poderá contemplar as necessidades afetivas e sociais dos alunos com deficiência mental.
ser corroborada pela escola, que deve orientar-se pela idade mental dos alunos com deficiência mental e, neste sentido, alguns serão sempre eternas crianças.