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Joana, de 12 anos, é uma aluna do ensino regular, que apresenta deficiência mental sem causa definida e está matriculada na segunda série do ensino fundamental I. Atualmente encontra-se em processo de alfabetização, entretanto, apresenta comportamentos muito infantis e inadequados para sua idade. Sua família é superprotetora e apresenta baixa expectativa em relação à aprendizagem e melhoria comportamental de Joana. Nesse caso, a melhor intervenção pedagógica é a professora
investir em conteúdos acadêmicos, a fim de controlar os comportamentos infantis da aluna.
reforçar a autoestima da aluna, que assim poderá desenvolver automaticamente seu potencial de aprendizagem acadêmica.
reforçar os comportamentos da aluna, que, em função de sua deficiência mental, não apresenta condições de melhorar nesse aspecto.
demonstrar à aluna crença nas suas potencialidades, propondo situações em que Joana possa desenvolver independência e iniciativa melhorando, assim, o conceito que tem dela mesma.
investir na socialização da aluna, uma vez que este é o objetivo mais importante na educação de alunos com deficiência mental.