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A audiodescrição (AD) ao vivo é um recurso de Tecnologia Assistiva também utilizado em eventos acadêmicos. Para a atividade, Tavares (2013) recomenda a utilização de uma cabine acústica e de equipamentos de transmissão e recepção:
por favorecer a realização da atividade tanto para o audiodescritor – que não precisará levantar a voz para ser ouvido – quanto para o usuário com deficiência – que poderá ouvir a AD de maneira mais clara, sem ruídos do ambiente.
porque, ao replicar a audiodescrição para todos os presentes, o contratante reduz o investimento na contratação de um audiodescritor para cada pessoa com deficiência que, no caso de evento ao vivo, é obrigatória.
para favorecer o acesso ao recurso também para pessoas com deficiência auditiva, ensurdecidas ou surdas.
para evitar reclamações da fala dos audiodescritores que, de acordo com a lei, devem acompanhar cada uma das pessoas cegas na plateia.
porque todos os usuários da AD podem permanecer dentro da cabine acústica junto com o audiodescritor, evitando exposição a constrangimentos na plateia.