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Para Padden, Humpries (1996); Ladd (2003); Thoma (2006), “O conhecimento e a reflexão sobre os espaços e tempos que delinearam a história dos surdos – que vão desde sacrifícios em praças públicas, reclusão em instituições, políticas integracionistas até os discursos atuais de inclusão – ampliam a compreensão de quem é esse sujeito. A surdez vem sendo pensada e definida historicamente por ouvintes; logo, é instigante o questionamento proposto pela visão que compreende o surdo como parte de um grupo linguisticamente minoritário, não valorando o desvio patológico”. Trata-se da visão:
sócioafetiva.
psicossociológica.
socioantropológica.
neuropsicológica.
psicoantropológica.