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Quadros (2004), ao considerar que o intérprete educacional atua na área mais requisitada no Brasil, afirma que esse especialista deve ter um perfil para intermediar as relações entre os alunos e os professores. Sobre essa questão, Carneiro (2018) considera estranho perceber que a situação e a especificidade dos intérpretes educacionais não são mencionadas nos cinco códigos de ética e conduta profissionais de intérpretes de línguas de sinais por ela analisados. Tendo em vista que Quadros (2004) afirma haver vários problemas de ordem ética que surgem em função do tipo de intermediação em sala de aula, é correto afirmar que os códigos de ética deveriam contemplar atuações específicas como:
oferecer “feedback” do processo ensino-aprendizagem ao professor.
atuar como professor durante as aulas em que faz a intermediação.
tutorar aluno no período escolar, para elaboração de exercícios de casa.
disciplinar os alunos dentro e fora da sala de aula, para evitar tumultos.
assumir o ensino de conteúdos programados para o ano letivo.