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Segundo Watanabe et al. (2020), na contextualização, o...

Segundo Watanabe et al. (2020), na contextualização, o guia-intérprete descreve o que ocorre no ambiente, as pessoas e os fatos. Isso inclui toda a informação que seja relevante para a compreensão da situação em que a pessoa com surdocegueira está inserida, como, por exemplo, quem está presente, sua localização, inclusive expressões faciais, corporais e flexões de voz, pois apenas a transmissão da mensagem falada não é suficiente para atender as necessidades comunicativas da pessoa com surdocegueira para que ela possa compreender e participar integralmente da situação comunicativa.


A contextualização pode ser realizada por meio de


A

audiodescrição, quando a pessoa com surdocegueira solicitar.


B

objetos de referência como forma de comunicação, quando a pessoa que se tornou surdocega não é alfabetizada.


C

comunicação social-háptica, quando a pessoa com surdocegueira e seu guia-intérprete forem fluentes neste tipo de comunicação.


D

descrição tátil, quando a pessoa com surdocegueira solicitar.


E

mapas táteis.